A Lavanderia Não Dorme e Nem Nós Dois
A MILF divorciada de 42 anos fode loucamente com o universitário de 22 na lavanderia às três da manhã.
A lavanderia 24h do bairro cheirava a sabão em pó barato, amaciante doce e o residual quente das máquinas que nunca desligavam de verdade. Eram três da manhã quando a porta de vidro tilintou e Danielle entrou sozinha, o cabelo castanho preso num coque bagunçado, a camiseta fina colada nos peitos enormes e a calça legging marcando aquela bunda empinada que Silas já decorara de longe nas últimas semanas. Ela carregava uma sacola de plástico cheia de roupa íntima suja — calcinhas rendadas, sutiãs de renda preta, um body semi-transparente — e sorriu assim que o viu atrás do balcão.
— Ainda acordado, gato? — a voz dela saiu rouca, de quem acabara de sair da cama ou de quem pensara em sexo o caminho inteiro.
Silas, vinte e dois anos, universitário de engenharia que bancava o aluguel com esse turno da madrugada, sentiu o pau mexer na calça só de olhar. Ele já a conhecia de vista: divorciada, quarenta e dois, corpo de mulher madura que treina e come direito, peitos pesados que balançavam quando ela andava, cintura fina e aquela bunda redonda que pedia tapa. Os encontros casuais — um oi, um comentário sobre o tempo, o olhar demorado dela nas suas mãos — tinham virado tensão pura. Agora ela estava ali, separando as calcinhas molhadas de tesão ou de suor sobre a mesa de dobrar, os dedos longos passando pela renda, exibindo sem pudor.
— Sempre tô, Danielle. Só eu e as máquinas. — Ele engoliu em seco. — Tá cedo pra lavar calcinha, não?
Ela riu baixo, puxou uma peça preta de renda e esticou entre os dedos, cheirando de propósito antes de jogar no cesto.
— Tá molhada demais pra esperar o dia. E eu sabia que você estaria aqui. Fico pensando nisso quando me toco em casa, sabia? Nesse seu corpinho novo, nesses braços… — Os olhos dela desceram direto para o volume que já marcava a calça jeans dele. Danielle lambeu os lábios devagar, a língua rosa e úmida. — Nossa. Tá duro só de me ver separando calcinha suja? Que safado.
O ar ficou pesado. Silas sentiu o sangue descer todo pro pau, o coração batendo no pescoço. Ela se aproximou da fileira de máquinas de cima, esticou o braço e fez cara de quem não alcança, os peitos pesados se espremendo na camiseta, os mamilos duros visíveis.
— Me ajuda aqui, amor? Essa máquina de cima é alta demais pra essa velha.
Ele rodeou o balcão. Quando chegou atrás dela, Danielle recuou de propósito, roçando aqueles peitos enormes no peito dele, a bunda encaixando na virilha. O calor dela era absurdo. Silas não aguentou. Agarrou a cintura dela com as duas mãos, os dedos afundando na carne macia, e virou o rosto dela para beijá-la com fome — boca aberta, língua suja, dente puxando o lábio inferior. Danielle gemeu dentro da boca dele, virou o corpo inteiro e apertou o pau grosso por cima da calça, a mão trepada, massageando o volume como se quisesse arrancar o zíper com os dedos.
— Porra, Silas… que pau gostoso. Eu sabia que ia ser grosso. Quero ele na boca agora.
Eles tropeçaram até o balcão. Silas abriu a calça, puxou a cueca pra baixo e o pau saltou pesado, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Danielle se ajoelhou ali mesmo no chão frio da lavanderia, segurou o pau com as duas mãos e lambeu do saco até a glande, babando de propósito, os olhos fixos nos dele.
— Que delícia… — murmurou antes de engolir. A boca quente e apertada desceu até o fundo, o nariz batendo no osso da virilha, a garganta contraindo. Silas segurou o coque bagunçado dela e meteu devagar, sentindo a língua dela trabalhar embaixo, a babinha escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos. Ela chupava com vontade de puta experiente, gemendo em volta do pau, uma mão massageando as bolas, a outra descendo pra dentro da própria calça legging pra se tocar. O barulho molhado da boquete misturava com o zumbido das máquinas.
— Porra, Danielle, tua boca… — ele bufou, puxando o cabelo dela pra ver melhor o pau sumindo entre os lábios pintados. — Vai engolir tudo se continuar assim.
Ela tirou a boca só o suficiente pra falar, a voz embargada de saliva e tesão:
— Depois. Agora me fode. Quero esse pau na minha buceta.
Silas a puxou de pé, virou-a de costas contra a fileira de máquinas de lavar e puxou a legging junto com a calcinha rendada até os joelhos. A buceta dela estava encharcada, os lábios inchados, o clitóris latejando. Ele empurrou dois dedos fundo só pra sentir e ela gritou baixinho, a bunda empurrando pra trás. Então encaixou a cabeça do pau e meteu de uma vez, fundo, até as bolas baterem. A máquina sob as mãos dela vibrou no ciclo de centrifugação e o tremor passou direto pro corpo dos dois. Silas segurou a cintura larga dela e fodeu forte, estocadas secas e profundas, a bunda empinada batendo na virilha com um barulho molhado e obsceno.
— Isso, filho da puta… mete fundo na buceta da MILF… ai, porra, assim — Danielle gemia sem vergonha, os peitos balançando pra fora da camiseta que ele puxara pra baixo. Os mamilos grandes e escuros roçavam o metal frio da máquina. — Tua pica é grande demais, tá me abrindo toda…
Ele a virou de frente, ergueu uma perna dela e encaixou de novo, agora vendo a cara dela contorcida de prazer. Metia com força enquanto baixava a cabeça e chupava um mamilo grosso, puxando com os dentes, lambendo em círculos. Danielle segurava a nuca dele, a buceta apertando em ondas, o líquido escorrendo pela coxa e pingando no chão da lavanderia.
— Chupa meu peito… isso… me fode mais forte, Wesley— ela errou o nome no delírio e riu, corrigindo no gemido. — Silas. Porra, Silas, eu vou gozar.
Ele não deixou. Puxou o pau pra fora, sentou no chão frio entre as máquinas e a puxou pra cima. Danielle montou de pernas abertas, encaixou o pau sozinha e desceu devagar, gemendo longo quando ele chegou no fundo. Depois cavalgou gostoso, a bunda batendo ritmada, os peitos enormes quicando na cara dele. Silas chupava um, apertava o outro, metia o quadril pra cima encontrando cada descida. O cheiro de sexo, sabão e suor encheu o espaço. Ela rebolava em círculos, esfregando o clitóris na base do pau, a buceta chupando ele com força.
— Goza dentro… quero sentir… — ela ofegava, as unhas no peito dele. — Eu também… ai, caralho, tô gozando—
Os dois vieram juntos. Danielle tremeu inteira, a buceta latejando e espremendo o pau dele em espasmos, um grito rouco saindo da garganta. Silas segurou a bunda dela com as duas mãos e gozou fundo, jatos quentes enchendo a buceta apertada, o gozo sobrando e escorrendo pela base do pau enquanto ela ainda rebolava devagar, tirando até a última gota. O gemido deles se misturou ao zumbido das máquinas.
Ofegantes, suados, colados pele com pele no chão da lavanderia, Danielle se inclinou e beijou a boca dele com uma ternura que contrastava com a putaria de minutos antes — língua lenta, mão no rosto. O sêmen escorria grosso pelas coxas dela. Ela pegou uma das próprias calcinhas rendadas da sacola, a preta de renda que tinha separado primeiro, e limpou o gozo com cuidado, esfregando devagar entre as pernas, o tecido ficando encharcado e branco. Depois sorriu, ainda sentada no pau meio duro dele, e murmurou contra a boca de Silas:
— Ainda tem roupa suja pra lavar… e eu não terminei com você.
Ela ainda estava enfiada nele, o pau meio duro voltando a crescer dentro da buceta escorregadia de porra, quando Danielle deu aquela rebolada preguiçosa e sorriu com a boca colada na dele.
— Ainda tem roupa suja pra lavar… e eu não terminei com você.
Silas mordeu o lábio inferior dela e empurrou o quadril pra cima, enterrando o pau até o fundo de novo. O gozo antigo escorreu quente pela base, molhando as bolas dele. Danielle gemeu baixo, as unhas cravando no peito suado do moleque, e começou a cavalgar devagar, sentindo cada veia latejar contra as paredes inchadas.
— Porra, ainda tá duro… que porra de pau recuperável é esse, hein? — ela cospe a pergunta no ouvido dele enquanto rebola em círculos apertados, o clitóris roçando na base grossa. — Eu quero mais. Quero que você me foda até eu não conseguir andar amanhã.
Ele agarrou a bunda pesada dela com as duas mãos, os dedos afundando na carne macia, e abriu as nádegas pra meter mais fundo. O barulho molhado da buceta chupando o pau ecoou entre as máquinas. Danielle arqueou as costas, os peitos enormes balançando na cara dele, e Silas capturou um mamilo grosso entre os dentes, puxando com força, lambendo o areola escuro enquanto ela gemia que nem puta.
— Isso, chupa esse peito de mãe safada… ai, caralho, mete — ela ordenou, a voz rouca. Levantou o quadril quase saindo e desceu de uma vez, engolindo o pau inteiro. O impacto fez a máquina atrás deles vibrar no ciclo final. Silas sentiu o saco bater nela molhado de porra e saliva.
Ele não aguentou ficar debaixo. Segurou a cintura dela, rolou os dois no chão frio da lavanderia e a botou de quatro entre duas máquinas de secar. A legging ainda pendurada num tornozelo, a calcinha encharcada de gozo jogada ao lado. Danielle empinou a bunda redonda, olhou por cima do ombro e abriu os lábios da buceta com os próprios dedos.
— Olha o estado que tu me deixou, gato. Toda aberta, pingando tua porra… agora enfia de novo. Fundo. Quero sentir as bolas batendo.
Silas ajoelhou atrás, esfregou a cabeça grossa na fenda escorregadia, coletou o gozo que escorria e meteu de uma estocada só. Danielle gritou, a testa encostando no metal frio da máquina. Ele segurou o coque bagunçado dela como rédea e fodeu sem piedade — estocadas longas e secas no começo, depois curtas e brutais, a bunda dela tremendo a cada impacto. O cheiro de sexo misturado com amaciante barato subia forte. Ele cuspiu na racha do cu dela e passou o polegar ali, apertando o buraquinho apertado enquanto a pica sumia e reaparecia brilhante de porra.
— Porra, Danielle, tua buceta tá engolindo meu pau inteiro… que puta gostosa. Quarenta e dois anos e aperta que nem novinha.
— E tu… ai, filho da puta… tu fode que nem homem feito — ela gemia, empurrando a bunda pra trás pra encontrar cada porrada. — Mais forte. Me arrebenta essa buceta. Eu fico me tocando pensando nisso, sabia? No seu pau grosso me abrindo na madrugada…
Silas puxou ela pelo cabelo até ela ficar de joelhos erguidos, as costas coladas no peito dele, e meteu de baixo pra cima naquele ângulo fundo que fazia a barriga dela tremer. Uma mão dele desceu e esfregou o clitóris inchado em círculos rápidos. Danielle ficou babando, os olhos revirando, os peitos balançando soltos.
— Vou gozar de novo… caralho, Silas, não para…
Ele parou de propósito, tirou o pau latejando e a virou de frente. Danielle quase xingou, mas ele a empurrou sentada na máquina de lavar que ainda vibrava no ciclo de centrifugação. O metal frio e o tremor bateram direto na bunda dela. Silas ajoelhou, abriu as coxas largas dela e enterrou a cara na buceta encharcada. Lambeu o gozo deles misturado, chupou os lábios inchados, fodeu ela com a língua enquanto o polegar massacrava o clitóris. Danielle agarrou o cabelo dele e esfregou a buceta na cara do universitário sem vergonha nenhuma.
— Isso, come essa porra… lambi tudo… ai, porra, sua língua…
Quando ela estava no limite, ele se levantou, encaixou o pau de novo e meteu fundo ali mesmo, de pé, as pernas dela enroladas na cintura dele. A máquina vibrou sob a bunda dela e o tremor passou pro pau dele. Cada estocada fazia os peitos enormes quicarem. Danielle mordia o ombro dele pra não gritar alto demais, as unhas riscando as costas do moleque.
— Goza dentro de novo… enche essa buceta… eu quero escorrer pela perna quando for embora.
Silas sentiu as paredes dela apertarem em ondas loucas. Metou mais três vezes fundo e gozou jorrando, jatos quentes batendo no fundo da buceta dela enquanto ela gozava junto, a perna tremendo, um gemido longo e rouco saindo da garganta. O gozo sobrou, escorreu pela base do pau, pingou no chão da lavanderia misturado com o dela. Ele continuou metendo devagar, tirando os últimos espasmos, até o pau começar a amolecer dentro dela.
Ofegantes, suados, colados, Silas ainda enterrou o rosto entre os peitos pesados dela e lambeu o suor salgado. Danielle passou os dedos pelo cabelo molhado dele, a buceta latejando em volta do pau meio mole, o sêmen escorrendo grosso pela coxa interna. O zumbido das máquinas preencheu o silêncio dos gemidos.
Ela riu baixinho, a voz rouca de quem tinha gozado até doer, e murmurou contra o topo da cabeça dele enquanto o corpo ainda tremia de leve no metal frio:
— Porra… esse turno da madrugada vai ser o meu favorito daqui pra frente.