Ela Gozou no Braço Dele na Festa da Firma

Ela gozou no braço dele enquanto o corno do marido assistia tudo na festa da firma.

5 min read August 20, 2026New

A festa de fim de ano da firma já rolava há umas duas horas quando Carlos percebeu que a coisa ia descambar. O salão alugado no centro estava cheio de gente da contabilidade, do comercial, do RH — música alta, luzes baixas, open bar. Ele bebia um whisky fraco demais e tentava não olhar direto para a esposa. Ela, vinte e oito anos, morena de cabelo liso e corpo que o vestido preto justo não escondia, ria abertamente ao lado de Rafael.

Rafael era o cara do marketing: alto, ombros largos, braços grossos de academia, sorriso fácil. Carlos sabia o tipo. Sabia também o que o próprio peito fazia quando via Ela se aproximar dele daquele jeito. Ela se encostou na cadeira do colega, depois simplesmente sentou no braço do móvel, coxa roçando a perna dele, e inclinou o corpo para ouvir uma piada safada. Carlos ouviu só o final — algo sobre “cliente exigente” e “entrega no prazo” — e a gargalhada dela veio molhada, provocante. Ela virou o rosto e encontrou o olhar do marido. Não baixou a cabeça. Segurou. Deixou claro, sem palavra nenhuma, que queria ser desejada por outro homem bem ali, na frente dele.

Carlos engoliu seco. A humilhação subiu quente pelo pescoço, misturada com uma excitação que ele odiava e ao mesmo tempo buscava. O pau latejou dentro da calça. Ela passou a língua no lábio inferior, ainda sentada no braço da cadeira de Rafael, e o outro homem pousou a mão no encosto, bem perto da cintura dela, sem tocar ainda. Carlos apertou o copo.

A escalada veio devagar, como ela gostava. Sentaram todos à mesma mesa comprida — Carlos de um lado, Ela e Rafael do outro, o resto da equipe falando de meta e férias. Por baixo da toalha escura, Rafael deslizou a mão pela coxa dela. Carlos viu o movimento pelo jeito que o ombro do homem se mexeu. Viu também Ela abrir um pouco as pernas, o vestido subindo. Ela correspondeu: a mão dela sumiu sob a mesa e Carlos imaginou os dedos apertando a virilha grossa de Rafael, sentindo o volume. Ela olhou para o marido outra vez, cúmplice, e se inclinou por cima da mesa como se fosse pegar o copo.

— Estou molhada pra caralho — sussurrou só para Carlos, perto o bastante para o hálito quente bater nele. — Quero dar pra ele ali mesmo. Olha só o que você está deixando acontecer, amor.

Carlos quase soltou um gemido. O coração batia na garganta. Ela voltou a se acomodar, e agora os dois se tocavam sem nenhum pudor disfarçado: a mão de Rafael subia e descia na coxa interna dela; a mão dela massageava o pau dele por cima da calça social. De vez em quando Ela mordia o lábio e soltava um risinho baixo. Carlos ficava ali, sentado, corno consentido até o osso, excitado demais para interromper, humilhado demais para fingir que não gostava. Cada segundo empurrava ele mais fundo naquele buraco doce e sujo.

Quando a pista encheu e a luz baixou ainda mais, Ela se levantou. Rafael a seguiu. Carlos os acompanhou com o olhar e, depois de uns segundos que pareceram uma eternidade, se levantou também. Ninguém da mesa perguntou nada — a festa estava barulhenta demais. Ele os viu sumirem num corredor lateral que dava para um canto escuro perto das caixas de som empilhadas, longe do salão principal. Foi até lá. Parou a uns metros, no limiar da penumbra, e assistiu.

Ela já estava de joelhos. As mãos dela abriram o cinto e a braguilha de Rafael com pressa faminta. O pau grosso saltou para fora, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Ela lambeu da base até a glande, depois engoliu o máximo que conseguiu, bocejando a boca em volta daquela carne. Sons molhados, engasgos controlados. Rafael segurou o cabelo dela e fodeu a boca devagar, olhando de lado para onde Carlos estava. Não disse nada. Só deixou o marido ver. Ela chupava com vontade, saliva escorrendo pelo queixo, olhos marejados de tesão, e de vez em quando soltava o pau só para virar o rosto e olhar Carlos enquanto passava a língua na cabeça grossa.

— Porra… — murmurou Rafael. — Sua esposa mama que nem puta.

Carlos não respondeu. O próprio pau doía, preso, intocado.

Ela se levantou, virou de costas e apoiou as mãos na parede fria. Rafael ergueu o vestido dela até a cintura, puxou a calcinha de lado — Carlos viu o tecido já encharcado — e enfiou de uma vez. O gemido dela saiu alto; Rafael tampou a boca dela com o antebraço forte, abafando o som, e começou a meter fundo, ritmado, pele batendo em pele. Ela empurrava a bunda para trás, pedindo mais. As pernas tremiam. Rafael enfiava até o saco bater na buceta casada, molhada, barulhenta, e ela gozava primeiro assim: o corpo inteiro engessando, um grito abafado contra o braço dele, e então o esguicho quente que molhou o antebraço musculoso de Rafael, escorrendo pela pele, pingando no chão. Ela tremeu inteira, gozando gostoso no braço dele, soluçando de prazer, a buceta contraindo em volta do pau que não parava.

Rafael não tirou. Segurou a cintura dela com a outra mão e meteu mais fundo, mais rápido, até gozar com um grunhido baixo, enchendo a buceta casada de porra quente. Carlos viu o excesso escorrer pela coxa interna dela quando o homem saiu, o pau ainda semi-duro, brilhando de porra e de calda dela. Ela ficou encostada na parede uns segundos, ofegante, o vestido ainda erguido. Depois ajeitou a calcinha — agora um trapo encharcado de porra e gozo — e puxou o tecido do vestido para baixo.

Rafael se vestiu sem pressa, passou o dorso da mão no braço molhado e sorriu de canto para Carlos antes de voltar para o salão.

Ela veio até o marido. Os lábios dela estavam inchados, vermelhos. Ela o beijou fundo, enfiando a língua, e Carlos sentiu o gosto de pau, de porra, de boca usada. O beijo durou o bastante para ele gemer contra a boca dela. Ela se afastou só um pouco e sussurrou colada no ouvido dele:

— Agora você vai lamber tudinho quando a gente chegar em casa. Cada gota. Entendeu, corno?

Carlos assentiu, a voz presa na garganta, o pau latejando de vergonha e tesão. Do outro lado da sala, Rafael piscou para Ela por cima do ombro de um colega e ergueu o copo num brinde silencioso. Ela sorriu de volta, safada, a calcinha colada na buceta suja, e puxou Carlos pela mão de volta para a luz.

A festa ainda cantava alto. Carlos bebeu o resto do whisky de um gole. O gosto do beijo dela ainda estava na língua. Ele olhou para a esposa uma última vez — o brilho no olho dela, a marca suave no braço de Rafael que ele ainda conseguia imaginar — e sentiu algo se acomodar quieto dentro do peito. Não era raiva. Era só o ponto final da noite para ele.

Carlos deixou o copo vazio sobre a mesa mais próxima, pegou o blazer no encosto da cadeira e atravessou o salão sem se despedir de ninguém. A porta de saída cedeu sob a mão dele. O ar frio da rua bateu no rosto. Ele desceu os degraus devagar, as mãos nos bolsos, e foi andando pela calçada vazia, sem olhar para trás.

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