Tensão que Explodiu no Estúdio Depois do Expediente

Depois do expediente, a designer Hana, de 28 anos, casada com Trent, fodeu gostoso com o musculoso Julius no estúdio enquanto o corno assistia tudo.

11 min read September 20, 2026New

Eu preciso confessar o que rolou aquela noite no estúdio. Eu, Hana, 28 anos, designer gráfica casada há cinco anos com o Trent, contador de 32, ainda sinto o cheiro de tinta, suor e sexo quando fecho os olhos. Trabalhamos até tarde num projeto apertado: eu, o Trent esperando no sofá de canto porque tinha vindo me buscar, e o Julius, ilustrador de 30 anos, aquele corpo musculoso de academia, braços grossos, peito largo sob a camiseta justa, confiança pingando de cada poro.

Havia semanas que o Julius flertava aberto. Comentava baixo, só pra mim ouvir, que minha bunda preenchia demais a saia de tecido fino, que os seios apertavam o decote quando eu me inclinava na mesa de luz. “Essa cintura pede mão grande, Hana”, dizia, sorrindo de canto, olhando de relance pro Trent. Eu correspondia. Olhares longos por cima do monitor, risadas cúmplices quando ele “sem querer” encostava o braço no meu ao passar o tablet. O Trent ficava quieto, orelha vermelha, perna cruzada demais. Eu via o volume na calça dele e aquilo me molhava. A humilhação do meu marido me excitava de um jeito sujo que eu nunca tinha admitido em voz alta.

Depois do expediente as luzes principais apagaram. Ficamos só com as spots quentes da área de desenho. O Trent no sofá, celular na mão sem olhar a tela de verdade. Julius se aproximou por trás da minha cadeira, mão grande pousando no encosto, polegar roçando minha nuca.

— Seu talento é foda, Hana. Mas esse corpo… porra. Você desenha linhas suaves e por baixo tem essa carninha pedindo pra ser marcada.

Eu virei a cadeira, pernas se abrindo um pouco sem eu mandar. O coração batia na garganta. Olhei pro Trent. Ele engoliu seco, o pau já marcado duro contra o tecido da calça social.

— Eu fantasio com você há tempos, Julius — admiti, a voz saindo rouca. — Quando estou sozinha no banho, quando o Trent me come devagar… eu fecho os olhos e imagino suas mãos.

Julius sorriu, aquele sorriso de quem já sabia. Trent ficou imóvel, respiração curta. Eu lancei um olhar suplicante pro meu marido — por favor, me deixa, eu preciso — e ele, envergonhado, corado até o pescoço, deu um aceno mínimo, quase imperceptível. Concordou. Naquele segundo a tensão estourou.

Julius puxou meu rosto e me beijou com fome, língua grossa entrando na minha boca, mão descendo direto pro meu peito, apertando o seio por cima da blusa. Eu gemi no beijo, já puxando a camiseta dele pra cima. O peito dele era duro, pezones escuros, cheiro de homem e sabonete barato. Eu abri o cinto dele enquanto ele descia o zíper da minha saia. A calcinha já estava encharcada. Trent assistia calado, mão apertando a própria coxa, o volume latejando visível.

Julius me virou de costas contra a mesa de desenho larga, cheia de croquis e canetas. Tirou meu sutiã, chupou um mamilo com força, depois o outro, enquanto dois dedos entravam na minha boceta molhada e faziam barulho obsceno.

— De quatro — mandou.

Eu subi na mesa, joelhos no tampo frio, bunda pra cima, cara virada pro sofá onde o Trent estava. Julius segurou meus cabelos num punho, alinhou o pau grosso — grosso de verdade, mais grosso que o do meu marido — e meteu de uma vez, fundo, até o saco bater na minha xoxota. Eu gritei.

— Isso, vadia do marido corno — ele rosnou, puxando meu cabelo pra trás enquanto socava forte. — Olha pra ele enquanto eu te fodo.

Eu olhei. Trent tinha o pau pra fora agora, masturbando lento, cara de vergonha e tesão misturados. Julius metia com força, a mesa rangeando, minha boceta fazendo barulho molhado a cada estocada. Ele me xingava baixo, me chamava de puta casada, de mulher de corno. Eu gozei a primeira vez rapidinho, pernas tremendo, gozo escorrendo na madeira. Ele não parou. Continuou metendo fundo, mão na minha nuca me empurrando contra os papéis, e eu gozei de novo, gritando o nome dele, pedindo mais, pedindo pra foder mais forte a boceta da esposa do corno.

Quando as pernas não aguentaram, Julius me virou, deitou de costas na mesa e me puxou pra montar. Eu encaixei o pau dele devagar, sentindo cada veia, e comecei a rebolar com vontade, seios balançando na cara dele. Olhei direto nos olhos do Trent, que continuava batendo punheta no sofá, e falei claro, sujo, gostoso:

— Ele me fode muito melhor que você, amor. Olha o tamanho. Olha como eu molho nesse pau.

Julius segurou minha bunda, guiando o ritmo, e gozou dentro de mim com um gemido grave, jatos quentes enchendo minha boceta. Me segurou no lugar, pau ainda latejando, e deu um tapa forte na minha bunda.

— Vem cá, Trent. Chega perto. Olha o creampie da sua mulher escorrendo.

O Trent se levantou devagar, pau duro e vermelho na mão, e se aproximou da mesa. Eu ainda estava montada, ofegante, pernas tremendo, sentindo o porra quente do Julius vazar aos poucos, escorrer pela minha coxa e pingar no chão do estúdio.

Ainda com o peito subindo e descendo rápido, eu puxei o Trent pela camisa, beijei a boca dele com gosto de Julius ainda na língua, e forcei a cabeça dele pra baixo, entre minhas pernas abertas. O esperma grosso escorria da minha boceta inchada. Eu sussurrei no ouvido dele, voz rouca de puta satisfeita:

— Lambe. Agora. Chupa tudo que ele deixou dentro de mim.

Ele obedeceu. Língua quente lambendo o creampie que escorria, gemendo abafado de vergonha enquanto eu segurava o cabelo dele. Julius riu baixo, ainda de pau semi-duro, acariciando minha costas suadas. Eu apertei as coxas em volta da cabeça do meu marido e continuei, quase no ouvido dele, o sussurro que ia mudar o resto da nossa noite:

— Isso agora vai vir…

…sua nova função, amor. Toda vez que outro homem me encher, você limpa. Devagar. Sem desperdiçar nada.”

A língua do Trent tremeu na primeira lambida longa, quente, arrastada da base da minha boceta até o clitóris inchado. O gosto devia ser amargo, salgado, misturado com o meu gozo e a porra grossa do Julius, porque ele soltou um gemido abafado contra a carne molhada, vergonha pura vibrando na garganta. Eu segurei mais forte o cabelo dele e rebolei devagar no rosto do meu marido, espalhando o creampie, sujando o nariz, o queixo, as bochechas. Julius ficou de pé ao lado da mesa, pau ainda semi-duro brilhando de porra e dos meus fluidos, e passou a mão pesada nas minhas costas suadas.

— Mais fundo, corno. Enfia a língua. Limpa a porra do homem de verdade que comeu sua mulher.

Trent obedeceu. A língua dele entrou, chupando, bebendo, fazendo barulho molhado e obsceno que ecoava no estúdio silencioso. Eu gemi olhando pra cima, pro teto com as spots quentes, sentindo o segundo orgasmo começar a coçar de novo só com aquela humilhação. Meu marido, o contador quieto de trinta e dois anos, de terno amarrotado, ajoelhado no chão frio do estúdio lambendo o esperma de outro homem escorrendo da boceta da esposa. A imagem sozinha me fez escorrer mais.

Julius riu baixo, aquele som grave de peito largo, e se aproximou da minha cabeça. Segurou o próprio pau e bateu de leve nos meus lábios.

— Abre. Chupa enquanto ele te limpa. Quero ver a puta casada trabalhando os dois.

Eu abri a boca sem hesitar. O gosto dele ainda estava forte, o cheiro de sexo grosso, e eu chupei a cabeça larga, lambendo a fenda, sugando o que restava enquanto o Trent embaixo gemía e chupava com mais força, como se quisesse provar que ainda servia pra alguma coisa. Minhas coxas apertavam a cabeça dele. Eu rebolava, usava a boca do meu marido de assento molhado. Julius agarrou meu cabelo e fodeu minha garganta com calma cruel, sem pressa, só enchendo, retirando, enchendo de novo até a saliva escorrer pelo meu queixo e pingar no cabelo do Trent.

— Olha o estado dela, Trent — Julius falou, voz rouca. — Molhada pra caralho. Inchada. Marcada. Você nunca deixou ela assim. Nunca vai deixar.

Trent soltou um som que era quase um soluço e chupou meu clitóris com desespero. Eu gozei na cara dele ali mesmo, pernas tremendo violentamente, boceta pulsando, mais gozo escorrendo direto na boca aberta do meu marido. Gritei o nome do Julius outra vez. Depois o do Trent, baixo, carinhoso e cruel ao mesmo tempo.

— Bom menino… engole tudo.

Julius tirou o pau da minha boca, já duro de novo, veias saltadas, a cabeça roxa brilhando. Puxou o Trent pelo cabelo pra longe da minha boceta com um gesto seco.

— Chega de limpeza por enquanto. Segura as pernas dela. Abre bem. Quero meter de novo olhando você de perto.

Trent se levantou cambaleando, pau vermelho e latejando esquecido na mão, e obedeceu. Posicionou-se na cabeceira da mesa de desenho, pegou minhas coxas por baixo dos joelhos e abriu, expondo a boceta usada, vermelha, pingando. Os croquis embaixo de mim estavam amassados, manchados de suor e sexo. Julius alinhou o pau grosso outra vez e enterrou de uma estocada só. O ar saiu dos meus pulmões. Eu senti cada centímetro empurrando o que ainda restava da porra dele mais fundo, misturando tudo.

— Porra, continua apertada — ele rosnou. — Mesmo depois de tomar leite ainda suga que nem vadia faminta.

Ele fodeu pesado. A mesa rangeu alto. Cada soco fazia meus seios baterem e a cabeça quase bater no peito do Trent, que segurava minhas pernas abertas com dedos trêmulos. Eu olhava nos olhos castanhos do meu marido enquanto outro homem me arrombrava o miolo. Lágrimas de tesão escorriam no canto dos meus olhos. Não de dor. De pureza suja demais.

— Fala pra ele — Julius mandou, segurando minha cintura com as duas mãos grandes e martelando fundo. — Fala o que você sente.

— Ele… ah, caralho… ele me fode muito mais fundo que você, amor — eu conseguia soltar entre estocadas. — O pau dele estica tudo. Bate no lugar que o seu não alcança. Eu gozo diferente. Mais puta. Mais livre. Olha a minha cara. Olha como eu escorro nesse pau enquanto você segura pra ele.

Trent soltou um gemido longo, quase um choro de tesão, e eu vi uma gota de pré-gozo cair no chão do estúdio. Julius riu e acelerou. A mão dele desceu e esfregou meu clitóris com o polegar grosso no mesmo ritmo das estocadas. Eu explodi de novo, boceta espasmando, apertando o pau dele em ondas, gritando sem vergonha nenhuma. O som batia nas paredes de vidro e nas prateleiras de tinta.

Ele não gozou ainda. Tirou o pau de repente, deixando minha boceta bocejando vazia e barulhenta, e olhou pro Trent.

— Ajoelha de novo. Agora você chupa meu pau. Limpa a boceta da sua mulher que tá grudada nele. E agradece.

Houve um segundo de silêncio carregado. O Trent olhou pra mim. Eu acenei, ofegante, seios subindo e descendo, sorriso torto de puta satisfeita e no controle.

— Faz, amor. Chupa. Eu quero ver.

Ele ajoelhou. A boca hesitante se abriu e engoliu a cabeça do pau do Julius, o mesmo pau que tinha acabado de me foder até eu gozar três vezes. Julius segurou a nuca do meu marido e meteu raso na garganta dele, sem piedade demais, só o suficiente pra fazer o Trent engasgar e lacrimejar. Eu desci da mesa com as pernas moles, fiquei de pé atrás do Trent e abracei o peito dele por cima, beijando a orelha, sussurrando enquanto ele chupava:

— Isso. Serve o homem que me come melhor. Sente o gosto da gente misturado. Você é meu corno bonito agora. Meu corno oficial.

Julius tirou o pau da boca do Trent com um estalo molhado e me virou de frente para o sofá outra vez. Me empurrou de quatro no assento onde meu marido tinha masturbado no começo. O tecido já estava manchado. Ele entrou de novo, agora mais fundo pelo ângulo, e fodeu como se quisesse deixar marca permanente. Uma mão no meu ombro, outra na nuca, me prendendo. Eu gritava contra o encosto, bunda ripando na virilha dura dele, seios balançando pra fora.

— Trent, na frente dela. Bate punheta olhando. Quando eu gozar, você goza na cara da sua puta. Junto. Entendeu?

Meu marido se posicionou ajoelhado na minha frente, pau na mão, masturbando rápido, cara vermelha, olhos vidrados de vergonha e tesão doentio. Julius meteu com força brutal nas últimas dezenas de estocadas, a mesa mental do estúdio inteiro parecendo tremer, e gozou com um rosnado animal, jatos quentes e grossos bombeando fundo outra vez. Eu senti o calor espalhar lá dentro, enchendo, vazando na hora pelos lados do pau ainda latejando. No mesmo instante o Trent gozou. Jatos dele acertaram meu rosto, minha boca aberta, meus seios. Eu lambi o que caiu nos lábios e sorri suja, feliz, destruída de prazer.

Julius saiu devagar, admira o creampie novo escorrendo em fio grosso pela minha coxa interna até o sofá. Deu um tapa final na minha bunda e foi buscar a própria camiseta.

— Bom trabalho, Hana. Próximo projeto a gente “fecha” mais cedo.

Eu fiquei deitada de lado no sofá por um tempo, respirando, sentindo os dois espermas escorrendo, o rosto sujo, o corpo marcado de dedos e chupões. O Trent se aproximou devagar, ainda de pau mole e brilhando, e limpou meu rosto com a própria camisa social amassada, gesto quase terno. Eu puxei ele pra um beijo fundo, fazendo ele provar o gosto misturado da gente três. Ele tremeu inteiro.

Nos vestimos em silêncio pegajoso. Eu nem limpei direito a boceta. Queria chegar em casa sentindo o vazamento a cada passo, a saia manchada por baixo. Julius apagou as spots, trancou o estúdio e foi embora com um aceno cúmplice e o sorriso de quem sabia que tinha virado o jogo daquela casalzinho quieto. No elevador, o Trent ficou atrás de mim, mão na minha cintura, pau já tentando endurecer de novo só de sentir o cheiro.

Em casa eu tomei banho quente enquanto ele ficava no box comigo, ajoelhado de novo, lambendo o que ainda saía sob a água. Dormimos abraçados, meu marido com o rosto entre meus peitos, murmurando “obrigado” baixinho como se eu tivesse dado um presente.

Eu achei que tinha sido eu quem explodiu a tensão. Eu achei que tinha sido eu quem descobriu o gosto de ser comida na frente dele e transformar o casamento pra sempre naquela noite de tinta e porra.

Só que ontem, três meses depois, quando abri a gaveta do criado-mudo dele procurando um carregador, achei o caderno de capa preta. Datas. Nomes. Julius no topo da lista, escrito com semanas de antecedência. E na primeira página, a letra cuidadosa do meu contador: “Fazer a Hana ser comida no estúdio e me obrigar a limpar. Começar pelo Julius. Ela vai achar que foi ideia dela.”

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