Clube de Escalada Depois do Treino

Do vestiário vazio, Lucas e Nikolai se devoram com tesão gay.

4 min read August 26, 2026New

No clube de escalada depois do treino noturno, eu e o Nikolai éramos os últimos no vestiário. Eu, Lucas, vinte e oito anos, ainda com as mãos arderem das pegadas, e ele, trinta e dois, aquele corpo de escalador musculoso, peito largo, ombros cortados a fio de anos subindo parede. O banheiro ecoava só o barulho da água e o meu coração desgraçado.

Eu secava o peito com a toalha quando olhei. Não foi disfarce. O volume grosso dentro da cueca branca dele, ainda úmida, marcando o formato do pau semi-duro. Ele me pegou no flagra. Em vez de se virar, Nikolai sorriu de lado, safado pra caralho, e puxou a cueca pra baixo num movimento lento. O pau dele caiu pesado, veias saltadas, a cabeça rosada ainda brilhando de água.

— Tá gostando do que vê, Lucas? — a voz dele baixa, rouca.

Eu engoli seco. A toalha escorregou da minha mão. Ele se aproximou pelado, gotas escorrendo pelo abdômen definido, e parou bem na minha frente. Os olhos dele desceram pelo meu corpo — ombros, peito, as coxas que eu treino pra caralho — e ele murmurou:

— Porra, esses ombros... essas coxas. Todo treino eu fico de pau duro te vendo subir.

A mão dele veio quente no meu peito molhado, polegar raspando o mamilo. Eu gemi baixinho e não aguentei: desci a mão, peguei o pau dele que já tava meia-bomba, quente e pesado na palma. Apeleitei devagar, sentindo ele engrossar de vez. Nikolai soltou um gemido no meu ouvido.

— Eu também, porra — confessei, a voz embargada de tesão. — Toda vez que você estica no boulder, eu fico imaginando isso aqui na minha boca. Já gozei no banho pensando em você me fodendo.

Ele riu, baixo, e apertou meu peito com mais força. Os dois gemendo baixinho no vestiário vazio, o cheiro de sabonete e suor misturado. O desejo bateu forte demais. Nikolai encostou a testa na minha e perguntou direto, sem rodeio:

— Quer chupar?

— Quero tudo — respondi na hora. — A porra toda.

Ele não precisou de mais. Eu fiquei de joelhos no chão frio do azulejo, o pau grosso e veioso dele batendo na minha cara. Abri a boca e engoli. A cabeça entrou quente, salgada, e eu desci fundo, engasgando de propósito pra sentir ele no fundo da garganta. Nikolai segurou minha cabeça com as duas mãos e gemeu meu nome:

— Isso, Lucas... engole tudo, caralho...

Eu chupava gostoso, baba escorrendo pelo queixo, mão massageando as bolas pesadas dele enquanto a outra apertava a própria rola que já pingava pré-gozo. Ele fodia minha boca devagar, fundo, gemendo baixo pra não fazer barulho demais. Quando puxou pra fora, um fio de saliva ligava minha língua à cabeça inchada dele.

— Levanta.

Me virou contra o armário de metal. A porta bateu com o meu peito. Ouvi o clique da bisnaga de lubrificante que ele tirou da mochila — safado já vinha preparado. Os dedos gelados e escorregadios abriram minha bunda, entraram fundo, abrindo caminho. Eu gemia contra o aço frio, pedindo mais. Depois foi o pau. Ele encaixou a cabeça grossa e meteu de uma vez, fundo, até as bolas baterem na minha pele.

— Porra, Nikolai...

Ele me fodeu em pé com força, estocadas longas e brutais, a mão numa das minhas e a outra no meu quadril. Cada investida fazia o armário tremer. Eu apertava o próprio pau, batendo punheta no ritmo das metidas, pedindo mais alto, mais fundo. O pau dele abrindo tudo, batendo no ponto certo, as bolas molhadas batendo na minha pele.

— Mais, porra, me fode inteiro — eu gemia.

Ele puxou pra fora e me virou. Sentei no banco do vestiário, as pernas abertas, e puxei ele pra mim. Montei no colo dele, o pauzão escorregadio apontado pra cima. Desci devagar, sentindo cada centímetro me preencher de novo, até estar sentado até o fundo. Aí comecei a cavalgar. Quicava com vontade, a bunda batendo nas coxas dele, o pau entrando e saindo molhado. Nos beijamos com língua, salivando, mordendo lábio, enquanto as mãos grandes dele apertavam minha bunda com força, abrindo e fechando no ritmo.

— Assim, Lucas... quica nesse pau — ele gemia na minha boca.

Suor escorria entre a gente. O barulho molhado das estocadas enchia o vestiário. Eu subia e descia rápido, o pau dele raspando fundo, meu próprio pau esfregando no abdômen dele a cada quicada. O tesão subia pela espinha, apertado, iminente.

— Vou gozar — ele avisou, a voz quebrada.

Desci rápido do colo dele, ajoelhei de novo e abri a boca. Nikolai segurou o pau e esporrou forte. Jatos quentes e grossos bateram na minha língua, no queixo, escorreram pelo peito. Eu engoli o que pude, gemendo com o gosto salgado. Logo depois a mão dele fechou no meu pau e puxou três, quatro vezes — eu gozei forte, gemendo o nome dele, jatos quentes sujando os dedos dele. Nikolai espalhou minha porra pela minha barriga com a mão suja, devagar, como se quisesse marcar.

A gente ficou ali um tempo, ofegantes, rindo baixo da audácia. Nos limpamos com as toalhas, ainda sem conseguir parar de se tocar. Ele me puxou pra um beijo demorado, língua preguiçosa, gosto de porra e saliva misturado. Na saída do clube, já vestidos, ele encostou a boca no meu ouvido:

— Próximo treino a gente repete. E da próxima eu quero te foder no chuveiro até as pernas tremerem.

Eu só concordei, o pau já reagitando de novo só de imaginar.

Nunca mais o vestiário ia ser só lugar de tomar banho.

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