Férias na Fazenda com a Vizinha
Lucas reencontra a vizinha Helena e a fode no galpão da fazenda.
Lucas estacionou a caminhonete empoeirada no terreiro da fazenda e sentiu o cheiro de terra molhada e capim cortado invadir o nariz. Vinte e dois anos, ombros largos de quem ainda treinava na cidade, pele bronzeada, ele tinha voltado para as férias de verão e a casa da família parecia menor do que lembrava. Do outro lado da cerca de arame, a propriedade da vizinha se estendia com a mesma horta generosa de sempre.
Helena apareceu no portão com um shortinho de algodão colado nas coxas e uma blusa fina de botões. Quarenta e cinco anos, viúva há três, corpo farto que o tempo só tinha tornado mais pesado e mais guloso: peitos grandes balançando sem sutiã aparente, quadril largo, bunda redonda suada pelo sol da tarde. Ela sorriu daquele jeito maternal que sempre usara com ele quando era garoto, mas os olhos demoraram um segundo a mais no peito dele.
— Lucas… meu Deus, você cresceu de verdade. Vem cá, me ajuda na horta? Tá um calor do cão e as mudas estão pedindo água.
Ele pulou a cerca sem pensar duas vezes. O short dela subia entre as nádegas a cada passo, o tecido molhado de suor marcando o sulco da bunda gorda. Lucas engoliu em seco. Helena se abaixou para pegar a mangueira e ele viu o contorno nítido da calcinha fina, quase engolida pelo meio da xoxota carnuda.
— Tira essa camisa, menino. Você vai derreter — ela disse, e a voz saiu rouca.
Lucas puxou a camisa pela cabeça. O peito definido, o abdômen marcado, os braços grossos ficaram expostos. Helena parou de enrolar a mangueira. O olhar dela desceu devagar pelo tronco dele, parou na linha da bermuda e subiu de novo até a boca. Ela lambeu o lábio inferior sem disfarçar.
— Olha só pra você… — murmurou. — Não é mais aquele moleque que eu dava biscoito. Virou um homem inteiro.
Eles começaram a regar as fileiras de tomate e alface. A água escorria pelos canteiros e espirrava nas pernas dela. Helena “escorregou” de propósito e os peitos pesados roçaram o braço nu de Lucas. A carne macia e quente ficou impressa na pele dele. Ele sentiu o pau mexer dentro da bermuda.
— Desculpa — ela riu baixo, sem se afastar. — Esses peitos pesados atrapalham.
Lucas não respondeu. Só olhou. O volume na frente da bermuda dele já estava evidente, a cabeça do pau marcando o tecido. Helena viu. Os olhos dela brilharam. Ela lambeu os lábios de novo, devagar, e apertou a mangueira com mais força.
— Tá duro só de olhar, é? — provocou, a voz baixa, só pra ele ouvir. — Eu também. Há dias que acordo molhada pensando nesse corpo. Pensando se o pau batia com o resto.
Lucas soltou a mangueira. O peito subia e descia rápido.
— Helena…
Ela apagou o sorriso maternal de uma vez. O olhar ficou direto, faminto, cúmplice. Pegou a mão dele e puxou em direção ao galpão de madeira que ficava no fundo do terreno, vazio desde que o trator velho tinha ido pro ferro-velho.
— Entra. Ninguém vem aqui.
A porta rangeu. Cheiro de feno seco, óleo e calor abafado. Assim que fecharam, Helena abriu os botões da blusa. Os peitos enormes saltaram livres, mamilo escuros e grossos, já duros. Ela agarrou a nuca de Lucas e enfiou o peito na boca dele.
— Chupa. Morde. Faz essa porra doer gostoso.
Lucas lambeu o mamilo gordo, chupou forte, mordeu a ponta até ela gemer e enterrar as unhas nas costas dele. Com a outra mão ela abriu o zíper da bermuda dele, puxou a cueca pra baixo e o pau grosso saltou pra fora, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Helena envolveu o pau com as duas mãos e punhetou devagar, suja, apertando a glande no polegar.
— Que caralho grosso… eu sabia que ia ser grosso.
Ela se ajoelhou no chão de terra batida. Cuspiu em cima do pau, espalhou a saliva com a língua e engoliu até o fundo da garganta de uma vez só. O nariz bateu no osso da púbis. Ela engasgou, baba escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos, mas não parou. Chupava com barulho, molhado, lambendo as bolas e voltando a enfiar tudo na goela. Lucas segurou o cabelo dela e fodeu a boca um pouco, gemendo baixo.
Helena se afastou ofegante, fio de saliva ligando o lábio inferior à cabeça do pau.
— Agora come essa buceta. Tô encharcada há dias só de imaginar.
Ela se virou, abaixou o short e a calcinha de uma vez só até os joelhos, apoiou as mãos no banco de madeira e arqueou as costas. A bunda larga se abriu. A buceta madura, lábios inchados e brilhantes de porra, clitóris grosso aparecendo. Lucas segurou os quadris carnudos e enfiou o pau de uma vez, até o saco bater na xoxota.
Helena gritou abafado.
— Isso… mete forte, porra. Usa essa buceta velha.
Ele estocou fundo, rápido, a pele da bunda dela tremendo a cada porrada. Segurava a carne dos quadris com força, abrindo mais, vendo o pau sumir e aparecer coberto de calda branca. O som molhado enchia o galpão. Helena empurrava pra trás, gemendo alto, pedindo mais fundo.
Lucas tirou o pau, virou ela de frente, ergueu uma perna dela e encaixou de novo, olhando nos olhos castanhos dela enquanto fodia. Os peitos balançavam pesados a cada estocada. Ele chupou um mamilo de novo, mordeu, e acelerou.
— Goza dentro — ela ordenou, a voz quebrada. — Quero sentir escorrendo.
Lucas meteu até o fundo e gozou grosso, jatos quentes enchendo a buceta dela. Helena veio logo depois, a xoxota apertando o pau em espasmos fortes, gozando molhado, gemendo no ouvido dele, as unhas arranhando as costas suadas.
Eles ficaram ofegantes, colados, o pau ainda latejando dentro dela. Suor escorria entre os peitos de Helena e pingava no peito de Lucas. Ela o beijou com fome, língua suja, mordendo o lábio inferior dele. Depois se ajoelhou de novo, tirou o pau ainda semi-duro da buceta e limpou com a língua, lambendo a mistura de porra dos dois que escorria pela glande e pelo pau inteiro. Engoliu o que conseguiu, chupou devagar pra limpar tudo, e olhou pra cima com os olhos brilhando.
— Ainda não acabou, moço — sussurrou, a voz rouca de tanto gemer. — Sua mãe só volta amanhã de noite… e eu ainda tenho muita buceta pra te dar nessa fazenda.
Do lado de fora, o sol começava a baixar. O portão da casa principal rangeu ao longe, e os dois se entreolharam em silêncio, o pau de Lucas já endurecendo de novo na mão dela.
O portão rangeu de novo ao longe, mas nenhum passo se aproximou. Lucas sentiu o pau engrossar de vez na mão quente de Helena, a glande já escorrendo pré-gozo misturado ao gosto dela. Ela apertou o polegar na fenda e riu baixinho, o peito ainda suado colado na coxa dele.
— Viu? Ainda tem bala. Agora senta no feno e me deixa montar nessa porra.
Ele puxou um fardo seco pra perto da parede, sentou de costas no madeira áspera e ela subiu em cima sem cerimônia. As coxas largas abriram sobre o quadril dele, a buceta inchada ainda pingando a porra grossa do gozo anterior. Helena segurou o pau com uma mão, encaixou a cabeça nos lábios carnudos e desceu devagar, gemendo quando a glande abriu caminho outra vez. O calor molhado engoliu tudo de uma vez. Ela ficou parada um segundo, sentindo o volume latejar fundo, o saco dele colado na bunda.
— Porra… ainda tá duro pra caralho depois de gozar. Menino gostoso do caralho.
Lucas agarrou a cintura gorda e puxou pra baixo enquanto erguia o quadril. O pau sumiu inteiro. Helena começou a quicar pesado, a bunda batendo com estalo molhado a cada descida. Os peitos enormes balançavam na cara dele; ele abocanhou um mamilo escuro e chupou forte, dentes raspando a ponta até ela gritar e acelerar. O feno grudava na pele suada das costas dela. Dentro da cabeça de Lucas só existia o aperto daquela buceta madura, quente demais, escorregadia de porra, engolindo ele sem dó. Ele pensou que ia gozar de novo rápido demais e mordeu o lábio pra aguentar.
— Isso, usa essa xoxota velha — ela ofegava, voz rouca. — Mete, empurra pra cima. Quero sentir esse saco bater.
Ele obedeceu. As mãos afundaram na carne macia da bunda, abrindo as nádegas, o polegar escorregando no cu apertado só pra provocar. Helena gemeu mais alto e empinou, cavalgando com força bruta, o clitóris grosso roçando a base do pau a cada movimento. O cheiro de sexo e feno enchia o galpão. Suor escorria entre os peitos dela e pingava no peito marcado dele. Lucas ergueu o tronco, chupou o outro mamilo e mordeu o ombro dela enquanto ela gozava de novo — a buceta latejando em espasmos, um jato quente molhando as bolas dele. Ela tremeu inteira, unhas cravadas nos ombros dele, mas não parou de quicar.
— Continua… não tira. Quero mais.
Ele virou os dois de uma vez só. Helena caiu de quatro no feno, joelhos abertos, bunda pro ar. Lucas ajoelhou atrás, segurou os quadris e enterrou o pau num só golpe seco. O barulho molhado ecoou. Ele fodeu rápido e fundo, a pele da bunda tremendo a cada porrada, o pau saindo coberto de calda branca e entrando de novo até o fundo. Helena empurrava pra trás com força, gemendo alto demais pra fazenda quieta.
— Mais forte, caralho. Arromba essa buceta. Usa como quiser.
Lucas cuspiu na mão, passou o dedo no cu dela e enfiou devagar enquanto metia. O anel apertou o dedo. Ela soltou um gemido rouco e pediu mais. Ele enfiou o segundo dedo, abriu, e ela gozou outra vez só com aquilo, a xoxota esguichando no feno. O pau dele latejava, veias saltadas. Ele tirou os dedos, segurou o cabelo dela com uma mão e fodeu a boca aberta dela por alguns segundos só pra sujar a língua de porra e saliva, depois voltou pra buceta sem aviso.
Helena gritou abafado no braço. Lucas a puxou pra ficar de pé, encostada na parede de madeira. Ergueu uma perna dela, encaixou o pau de novo e estocou olhando nos olhos castanhos escuros. Os peitos esmagavam contra o peito dele. Ele chupou a língua dela, mordeu o lábio inferior até doer, e acelerou.
— Goza de novo dentro — ela ordenou, a voz quebrada de tanto gemer. — Enche essa porra. Quero sentir escorrer pela perna quando eu voltar pra casa.
Ele meteu até o saco bater, sentiu os espasmos dela apertarem tudo e gozou grosso, jatos quentes bombeando fundo. Helena veio junto, a buceta sugando cada gota, gemendo no ouvido dele, unhas arranhando as costas suadas. Ficaram colados, ofegantes, o pau ainda pulsando dentro dela enquanto a porra começava a vazar devagar pelas coxas.
Lucas saiu devagar. Um fio grosso escorreu pela perna interna dela e pingou no chão de terra. Helena se ajoelhou na hora, lambeu o pau limpo de cima a baixo, chupou a glande até não sobrar nada, engoliu a mistura dos dois e ainda lambeu as próprias coxas sujas. Depois se levantou, puxou o short e a calcinha de volta, abotoou a blusa sem se importar que os peitos ainda estivessem marcados de chupão.
Do lado de fora o sol já tinha baixado de vez. O portão da casa principal rangeu outra vez, mais perto. Lucas engoliu em seco, o pau ainda semi-duro balançando.
— Acho que foi o vento — murmurou ele, puxando a bermuda.
Helena sorriu daquele jeito lento, maternal de novo, mas os olhos brilhavam de segredo. Ela limpou o canto da boca com o polegar, lambendo o resto de porra, e falou baixo, só pra ele:
— Não foi o vento, moço. Eu reconheci o motor do carro da sua mãe quando o portão rangeu da primeira vez. Ela chegou mais cedo. Tá na cozinha agora. Eu vi pela fresta enquanto você me comia. E mesmo assim pedi pra você gozar dentro de novo.
Lucas abriu a boca, mas ela já estava abrindo a porta do galpão, o short molhado no meio das nádegas, o cheiro de sexo grudado na pele. Virou só o suficiente pra ele ver o sorriso.
— Agora vai dar um jeito de atravessar o terreiro sem ela perceber o que escorre da minha buceta. Ou não. Tanto faz. Eu ainda tenho a chave do galpão.
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