Noite no Aquário com a Amiga da Mãe
Clara, amiga da mãe de Rafael, seduz o jovem de 21 anos no aquário vazio.
O aquário público estava vazio há horas. As luzes azuis dos corredores principais tinham sido reduzidas ao mínimo, e o silêncio era quebrado apenas pelo borbulhar constante dos filtros e pelo eco distante dos próprios passos de Rafael no chão úmido. Ele tinha vinte e um anos, ombros largos de quem ainda jogava futebol no fim de semana, e aceitara ajudar Clara com a limpeza pós-evento porque a mãe pedira — e porque, no fundo, ele nunca recusava nada que envolvesse Clara.
Ela tinha quarenta e dois anos, era a melhor amiga da mãe dele desde a faculdade, e naquela noite vestia uma blusa decotada preta que mal continha os seios pesados e uma saia justa cinza que abraçava a bunda redonda e madura como se tivesse sido feita sob medida. Enquanto passava o pano no balcão da lojinha de souvenirs, Clara se inclinava de propósito, deixando o decote abrir e revelar o sutiã de renda escura.
— Tu fica me olhando faz meia hora, Rafael — disse ela, sem levantar a cabeça, a voz baixa e divertida. — Acha que eu não sinto?
Ele engoliu em seco, o pano parado na mão.
— Desculpa. Eu não queria...
— Querias sim. — Clara endireitou o corpo, virou-se para ele e sorriu com aquele sorriso cúmplice que ele conhecia desde adolescente, só que agora carregava outra coisa. — Crescesse bonito, viu? Viril. Ombro largo, mão grande... tua mãe não para de falar que as meninas da faculdade não te largam. É verdade?
Rafael sentiu o calor subir pelo pescoço. O tanque dos tubarões ao lado projetava manchas azuis na pele dela, nos seios generosos que se mexiam a cada respiração.
— Às vezes — admitiu. — Mas não é... não é o que eu penso quando fecho o olho.
Clara deu dois passos na direção dele. O perfume dela — algo adocicado misturado com suor leve do trabalho — preencheu o espaço entre os dois.
— E o que tu pensas quando fecha o olho, gato?
Ele hesitou só um segundo. O corredor estava deserto. As câmeras, ela tinha comentado mais cedo, ficavam desligadas na área de manutenção depois das dez.
— Em ti — disse, a voz rouca. — Faz tempo.
Os olhos dela brilharam. Clara mordeu o lábio inferior e, sem aviso, se inclinou de novo, desta vez bem na frente dele, fingindo ajustar uma caixa no chão. O decote escancarou: a pele macia, o vale profundo entre os seios, o começo dos mamilos marcando o tecido.
— Então a gente tá fodido os dois — murmurou ela, ainda agachada, olhando para cima. — Porque eu passo noites inteiras molhada pensando em te seduzir. Meses, Rafael. Meses imaginando essa boca na minha boceta e esse pau grosso me abrindo.
Ele soltou o ar como se tivesse levado um soco. Clara se levantou devagar, pegou a mão dele e colocou sobre o próprio peito, por cima da blusa.
— Sente. O coração tá disparado. E mais embaixo... — Ela deslizou a mão dele pela cintura, pela barriga macia, até a saia. Por cima do tecido, guiou os dedos dele até o meio das coxas. A calcinha estava encharcada. — Tá sentindo? Isso é teu. Eu quis isso.
Rafael gemeu baixo, os dedos pressionando o tecido molhado, sentindo o calor da boceta dela. Clara arqueou as costas e encostou a testa na dele.
— Beija eu — pediu. — Agora.
A boca dele desceu sobre a dela com fome acumulada. O beijo foi quente, molhado, línguas se encontrando sem delicadeza. Clara puxou o cabelo da nuca dele, gemendo dentro da boca de Rafael enquanto ele apertava a bunda redonda com as duas mãos, subindo a saia até a cintura. A calcinha preta estava colada na pele, o tecido transparente de tão molhado.
— Porra, Clara... — ele respirou contra o pescoço dela. — Eu te quero tanto.
— Então me fode aqui — ela respondeu, a voz embargada de tesão. — Antes que eu goze só de te sentir.
Ela se ajoelhou ali mesmo, no chão frio do corredor do aquário, bem na frente do vidro grosso do tanque de tubarões. As luzes azuis dançavam no corpo dela enquanto abria o cinto e o zíper da calça de Rafael. O pau saiu pesado, grosso, já completamente duro, a cabeça brilhando de pré-gozo. Clara lambeu os lábios e envolveu a base com as duas mãos.
— Olha o tamanho disso... — murmurou, admirada de verdade. — Vai me destruir.
E enfiou a boca.
Rafael jogou a cabeça para trás, um gemido rouco ecoando no corredor vazio. Clara chupava com vontade, molhando o pau inteiro de saliva, descendo até quase engasgar, os olhos marejados de esforço e prazer. Ele segurou os cabelos dela — castanhos escuros, presos num coque meio desfeito — e guiou o ritmo, fundo, fundo, sentindo a garganta apertar ao redor da cabeça.
— Isso, caralho... chupa assim — ele rosnou. — Usa a língua embaixo... porra, Clara, tua boca é um sonho.
Ela puxou o pau para fora só o suficiente para falar, a voz rouca e babada:
— Me come. Me come agora contra esse vidro. Quero ver os tubarões enquanto tu me fode.
Rafael a puxou de pé, virou-a de frente para o tanque imenso e ergueu a saia até a cintura. A calcinha foi puxada para o lado. Ele esfregou a cabeça grossa na boceta encharcada dela, sentindo os lábios inchados se abrirem, e enfiou de uma vez só.
Clara gritou abafado, as mãos batendo no vidro frio. Lá dentro, um tubarão-cinzento passou lento, indiferente, enquanto Rafael começava a meter com força — estocadas longas e profundas que faziam a bunda madura dela bater contra a virilha dele com um som molhado e obsceno.
— Mais fundo — ela pedia, a voz quebrada. — Me usa, Rafael. Eu passei meses me tocando pensando nisso. Aperta meus peitos.
Ele puxou a blusa e o sutiã para baixo num movimento só. Os seios pesados saltaram livres, os mamilos escuros e duros. Rafael os beliscou enquanto metia, torcendo os bicos entre os dedos, e Clara se contorceu de prazer, a boceta contraindo forte em volta do pau dele.
— Tá tão apertada... tão molhada — ele falava no ouvido dela, mordendo o lóbulo. — Tu ia gozar só de eu te comer assim?
— Ia. Já tô quase. Mas me põe de quatro. Quero sentir tu mais fundo.
Eles tropeçaram até o banco de madeira ao lado da exposição de raias. Clara ajoelhou no assento, peito apoiado no encosto, bunda empinada no ar. Rafael ajoelhou atrás, enfiou de novo e começou a foder de verdade — forte, ritmado, as mãos agarrando a cintura carnuda dela com força suficiente para deixar marca. Cada estocada fazia os seios balançarem para frente; cada puxada fazia ela gemer alto, sem se importar mais com o eco.
— Belisca meus peitos de novo — ela ordenou, olhando por cima do ombro, o rosto corado e suado. — Isso... caralho, Rafael, teu pau tá me abrindo inteira.
Ele obedeceu, inclinando o corpo sobre o dela, uma mão beliscando o mamilo direito enquanto a outra descia para esfregar o clitóris inchado. Clara gritou, as pernas tremendo.
— Vou gozar — ela avisou, a voz falhando. — Não para. Não para, porra.
Mas ele parou só o suficiente para se sentar no banco e puxá-la para cima. Clara montou nele de frente, encaixou o pau grosso de novo e começou a cavalgar com fome — subindo e descendo rápido, a boceta fazendo barulho molhado a cada descida, os seios batendo no peito dele. Rafael segurou a bunda dela com as duas mãos e a puxou com força para baixo, encontrando o ritmo dela, metendo para cima enquanto ela rebolava.
— Olha pra mim — ele pediu. — Quero ver tua cara quando gozar no meu pau.
Clara olhou. Os olhos brilhavam, a boca entreaberta, o cabelo solto grudado na testa. Ela acelerou, o clitóris esfregando contra a base do pau dele a cada movimento, até que o orgasmo a atingiu como um tranco. A boceta apertou em espasmos violentos, escorrendo mais ainda, e ela gozou gritando o nome dele, o corpo inteiro tremendo, as unhas cravadas nos ombros de Rafael.
Ele aguentou mais algumas estocadas e gozou logo em seguida, fundo, jorrando quente dentro dela com um gemido rouco, as mãos apertando a carne macia da bunda dela como se quisesse fundir os dois.
Por um momento, só o som da respiração pesada e do borbulhar da água. Clara ainda sentada no colo dele, o pau amolecendo devagar dentro da boceta latejante, sorriu aquele sorriso safado que ele nunca ia esquecer. Desceu do colo com cuidado, ajoelhou de novo e lambeu o pau dele limpo — a língua lenta, coletando os restos de porra misturados com o gozo dela, sugando a cabeça com um barulhinho obsceno antes de beijar a ponta.
— Ficou gostoso pra caralho — murmurou ela, a voz rouca. — Fim de semana tu vem na minha casa. Eu quero isso de novo. Quero acordar com teu pau na boca.
Rafael riu baixo, ainda ofegante, puxando a calça enquanto ela ajeitava a blusa e a saia. Os dois riam baixinho, cúmplices, as mãos se buscando. Ele entrelaçou os dedos nos dela.
— Combinado. E a gente não conta pra ninguém.
— Ninguém — ela confirmou, beijando a boca dele mais uma vez, devagar. — Agora vamos. Antes que o segurança da madrugada...
Um clique metálico ecoou no corredor do outro lado do tanque. Luzes de emergência acenderam em sequência. Uma voz masculina, familiar demais, ressoou atrás da porta de serviço que dava para a área administrativa — a voz da mãe de Rafael, alta e clara:
— Clara? Rafael? Vocês ainda estão aí? O Marcos falou que viu luz acesa no setor dos tubarões. Estou entrando.
A maçaneta girou.
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