Reencontro Molhado com a Ex do Filho

A MILF vizinha molhada provoca o pai do ex com tesão mútuo.

18 min read August 28, 2026New

Eu sou o Lucas. Quarenta e cinco anos, divorciado faz tempo, e naquela tarde de chuva grossa eu estava sozinho em casa. O Theo, meu filho de vinte e dois, tinha ido passar uns dias na praia com a galera da faculdade. A casa inteira em silêncio, só o barulho da água batendo no telhado. Eu nem esperava visita quando a campainha tocou, aguda, insistente.

Abri a porta e quase engasguei.

A Carla. Quarenta e dois anos, ex-namorada do Theo, a MILF que morava duas casas pra baixo. Estava encharcada da cabeça aos pés, cabelo castanho colado no rosto, blusa branca molhada grudadinha no corpo. Os peitos pesados marcados demais, mamilos escuros e duros apontando pra mim sem nenhuma vergonha. A saia fina colada nas coxas grossas, desenhando aquele bundão empinado que eu sempre fingia não reparar.

— Lucas... — a voz dela saiu rouca, um sorrisinho safado no canto da boca. — Trouxe umas coisas que o Theo esqueceu lá em casa. Umas camisetas, um carregador, aquela jaqueta. Não queria deixar jogado.

Ela entrou sem esperar convite, pingando no tapete. Eu fechei a porta e engoli seco. Sempre foi assim entre a gente. Quando ela namorava o Theo, a gente se paquerava escondido. Olhares demorados na churrasqueira, sorrisos de canto quando ele virava as costas, um “oi” demorado demais no corredor. Nunca tinha passado disso. Agora ela tava ali, sozinha comigo, fedendo a chuva e a perfume barato, e o ar ficou elétrico em dois segundos.

— Pode deixar no sofá — murmurei, tentando não olhar direto pros peitos. Fracassei feio.

Carla girou o corpo devagar, sacudindo a água do cabelo. A blusa subiu um pouco, mostrando a barriga macia e a curva da cintura. Ela me encarou de cima a baixo, parando na minha gola aberta, no peito peludo que aparecia.

— Sabe de uma coisa, Lucas? — chegou mais perto, a voz baixa, provocando. — Eu sempre achei o pai do meu ex bem mais macho que o filho. O Theo era menino. Você... você tem cara de homem que mete de verdade.

O sangue desceu direto pro pau. Senti ele inchando na calça sem eu poder controlar. Ela riu baixinho, vendo o volume, e passou a mão aberta no meu peito, apertando de leve, sentindo o músculo.

— Tá duro já, hein? — bisbilhotou, os dedos escorregando pra baixo, parando perto do cinto. — Não precisa fingir. Eu vi os olhares que você me dava quando eu estava de shortinho na casa de vocês.

— Carla... — minha voz saiu grossa. — Eu sempre quis comer essa buceta madura sua. Desde a primeira vez que te vi na porta, de vestidinho. Ficava imaginando como era molhada, como apertava.

Ela mordeu o lábio inferior, os olhos escuros brilhando. Chegou colada em mim, peitos esmagados no meu peito, a porra da blusa gelada me arrepiando.

— Tô louca pra sentir teu pau grosso de verdade — falou baixinho, quente no meu ouvido. — Não esse treino de moleque que o Theo me dava. Quero o teu. Inteiro. Agora.

Não teve mais conversa. A gente se jogou um no outro com fome, bocas se chocando no meio da sala. Beijo molhado, língua batendo, dente arranhando lábio. Empurrei ela pro sofá grande de couro. Ela caiu sentada, pernas abrindo na hora, e eu ajoelhei na frente, puxando a blusa pra cima. Aqueles peitos grandes e pesados saltaram livres, sem sutiã, pesados pra caralho, aréolas escuras do tamanho da minha palma. Chupei o direito com vontade, mamando o mamilo duro, puxando com os lábios, mordendo de leve. Carla gemeu alto, a mão na minha nuca me prendendo ali.

— Porra, Lucas... assim... chupa forte — ela arqueou as costas, empurrando mais peito na minha boca. Eu troquei pro outro, lambendo em círculo, babando, enquanto a mão descia pela barriga e enfiava por baixo da saia. A calcinha estava encharcada, buceta quente latejando. Passei o dedo no meio, sentindo os lábios inchados, e ela gozou um pouco só com isso, gemendo meu nome.

Levantei só o bastante pra abrir a calça. O pau jorrou pra fora, grosso, veiudo, a cabeça já brilhando de pré-porra. Carla se ajoelhou no tapete na hora, olhando pra cima com cara de puta faminta. Segurou a base e engoliu. Sem rodeio. A boca quente desceu até o fundo da garganta, nariz batendo no meu saco. Baba escorreu pelo queixo, pingando nos peitos. Ela mamava com vontade, chupando forte na subida, língua girando na cabeça, garganta abrindo pra me engolir inteiro. Eu segurei o cabelo dela e fodi a boca devagar, sentindo a garganta apertar.

— Porra nenhuma, Carla... mama esse pau — grunhi. Ela só gemeu em volta do meu pau, vibração mandando choque até os ovos.

Não aguentei muito. Puxei ela pra cima, virei de quatro no sofá. Saia erguida na cintura, calcinha puxada pro lado. A buceta dela era linda: inchada, rosada, melando a coxa. Encaixei a cabeça e meti fundo de uma vez só. Apertada pra caralho, quente, chupando meu pau pra dentro. Carla gritou, os braços fraquejando no encosto.

— Aih, caralho! Que pau grosso... mete, Lucas, mete forte!

Agarrei a cintura carnuda e comecei a bater. Porra seca, fundo, o saco estaparando no clitóris dela a cada estocada. O bundão empinado tremia, a carne ondulando. Eu olhava o pau sumindo inteiro naquele buraco molhado, saindo brilhando de porra dela. Metia mais rápido, mais fundo, sentindo o útero no fundo.

— Mais... me come — ela pedia, voz quebrada. — Usa essa buceta madura.

Puxei ela de lado no sofá, levantei uma perna dela pra cima do meu ombro e enfiei de novo naquele ângulo. Assim eu ia ainda mais fundo. As bolas batiam no cu apertado dela a cada investida, o som molhado enchendo a sala junto com os gemidos dela. A mão dela desceu e esfregou o clitóris enquanto eu metia.

— Mete mais fundo, porra... assim, Lucas... vai arrombar minha buceta — ela gemia alto, sem vergonha, o peito balançando a cada porrada.

Senti os ovos subirem. A buceta dela começou a milbar, apertando em ondas. Empurrei até o fundo e gozei grosso dentro dela, jatos quentes enchendo o útero, pulando sem parar. Carla gritou meu nome, gozando junto, a buceta engolindo cada gota, escorrendo pra fora misturado com a porra, lambuzando as bolas e a coxa.

A gente ficou ofegando colado, meu pau ainda latejando dentro dela, a chuva la fora mais forte. O cheiro de sexo subia grosso. Carla virou o rosto, sorriso safado e cansado, e passou a língua no meu queixo.

— Isso não acabou, Lucas — sussurrou, apertando o cu de propósito em volta da base do meu pau que ainda não tinha amolecido de vez. — O Theo só volta amanhã de noite... e eu ainda não chupei teu saco direito. Nem senti esse pau grosso no meu cu.

Do lado de fora, um trovão estalou. Eu ainda estava enterrado nela, a porra escorrendo devagar entre a gente, e a cabeça já inventando o que eu ia fazer com aquela MILF o resto da tarde inteira — e a noite, se ela aguentasse.

Eu ainda estava enterrado nela quando o trovão estalou de novo, mais perto. A Carla apertou o cu de propósito, um anel quente e teimoso em volta da base do meu pau, e eu senti a porra quente escorrer devagar entre a gente, misturando com o mel dela e pingando no couro do sofá. O cheiro de sexo subia grosso, chuva e peito suado e buceta gozada. Ela lambeu meu queixo outra vez, a língua quente, e riu baixinho.

— Ainda tá duro, porra. Olha isso.

Passei a mão na bunda carnuda dela, apertando a carne macia, e empurrei mais fundo só pra sentir ela gemer. O pau latejava, sensível pra caralho depois do gozo, mas recusando a amolecer de vez. Carla se mexeu devagar, sentando mais em mim, e eu senti a porra borbotar pra fora, lambuzando as bolas.

— Levanta — murmurei, a voz rouca. — Quero ver você de joelhos de novo.

Ela obedeceu sem pressa, saindo devagar do meu pau. Um fio grosso de porra e porra dela escorreu da buceta inchada, caindo na coxa interna e no sofá. Carla se ajoelhou no tapete molhado da chuva que ainda pingava do cabelo dela, peitos pesados balançando, mamilos escuros e duros. Olhou pra cima com aquele sorriso safado de puta madura e pegou meu pau com as duas mãos. Ainda estava brilhando de porra, veias latejando, a cabeça vermelha e sensível.

— Falei que não tinha chupado teu saco direito — disse ela, a voz baixa, confessional quase. — Fica quieto e deixa eu te catar.

Ela começou pelos ovos. Língua larga, quente, passando devagar por baixo, sugando um, depois o outro, com barulho molhado e nojento de tanto que eu gostava. A boca dela era quente pra caralho, lábios carnudos, e ela chupava com vontade, como se quisesse limpar cada gota da porra que ainda escorria. Eu segurei o cabelo molhado dela e arqueei as costas, sentindo o tesão subir de novo, mais fundo, mais sujo. A língua dela subiu pela veia grossa, lambeu a cabeça, limpou o resto da porra com a ponta, e depois engoliu de novo até o fundo. Nariz batendo no saco, garganta abrindo, baba escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos.

— Porra, Carla... assim — grunhi. — Mama esses ovos. Chupa forte.

Ela gemeu em volta do pau, a vibração mandando choque direto pros ovos. Mamava devagar agora, subindo e descendo com a boca, a mão torcendo a base, a outra apertando as bolas com carinho sujo. Eu olhava pra baixo e via os peitos dela balançando a cada movimento, a buceta ainda aberta e melando no tapete. O cheiro dela subia, forte, maduro. Pensei no Theo, no menino que tinha comido essa mesma buceta, e o ódio gostoso me fez foder a boca dela mais fundo. Ela engasgou, baba jorrou, mas não puxou pra trás. Só abriu mais a garganta e me engoliu inteiro.

Quando eu tava prestes a gozar de novo naquela boca, ela se afastou, um fio de baba ligando o lábio dela à cabeça do meu pau.

— Quero no cu agora — falou direto, sem rodeio. — Mete nesse cu maduro. Quero sentir esse pau grosso abrindo.

Virei ela de quatro no sofá de novo. Saia ainda erguida na cintura, calcinha no chão. O bundão empinado, a fenda da buceta brilhando de porra e gozo, e o cu apertadinho, rosado, piscando. Passei o polegar ali, sentindo o anel fechar, e ela empurrou pra trás.

— Tem pressa, hein? — rí, mas a voz saiu grossa de tesão.

— Tô molhada pra caralho só de pensar — respondeu ela, olhando por cima do ombro. — Mete. Usa saliva se precisar. Eu aguento.

Cuspi na mão e passei no cu dela, o polegar entrando devagar até a junta. Carla gemeu alto, a cabeça caíndo pro encosto. Empurrei mais um dedo, abrindo, sentindo o aperto quente e teimoso. Depois tirei, posicionei a cabeça do pau — grosso, veiudo, ainda lambuzado de porra — e empurrei. O anel resistiu, depois cedeu de uma vez, engolindo a cabeça. Eu entrei centímetro por centímetro, sentindo o cu dela se abrir e chupar, quente pra porra, mais apertado que a buceta. Carla gritou, os braços tremendo.

— Aih, caralho! Que pau grosso... vai fundo, Lucas. Arromba esse cu.

Agarrei a cintura carnuda com as duas mãos e meti até o saco bater. O cu dela latejava em volta de mim, milbarando, e eu fiquei parado um segundo, respirando fundo, sentindo ela se acostumar. Depois comecei a foder. Devagar no começo, fundo, saindo quase inteiro e enfiando de novo. O bundão tremia a cada estocada, a carne ondulando. O som molhado do cu engolindo meu pau enchia a sala junto com a chuva lá fora. Carla gemia sem vergonha, empurrando pra trás, pedindo mais.

— Mais forte... porra, mete forte nesse cu. Usa essa puta.

Bati mais rápido. O saco estalava na buceta dela a cada porrada, e eu via o pau sumindo inteiro naquele buraco apertado, saindo brilhando de saliva e porra velha. A mão dela desceu e esfregou o clitóris com força, dois dedos entrando na buceta enquanto eu fodia o cu. O aperto ficou insano — ela gozando com os dois buracos cheios. A buceta milbou, o cu apertou em ondas, e eu senti os ovos subirem de novo.

— Vou gozar no teu cu — avisei, a voz quebrada.

— Goza. Enche. Quero sentir quente lá dentro.

Empurrei até o fundo e jorrei. Porra grossa, quente, jatos longos enchendo o cu dela. Carla gritou meu nome, gozando junto, o corpo inteiro tremendo, o cu milbarando e engolindo cada gota. Fiquei enterrado, latejando, a porra escorrendo devagar pelo pau e pingando na buceta dela. Ela ficou ofegando, a bunda ainda empinada, e eu saí devagar. O cu dela ficou aberto um segundo, rosado e usado, a porra branca escorrendo pra fora e caindo na buceta.

Virei ela de lado, deitei atrás, o pau ainda semi-duro contra a bunda. Passei a mão no peito pesado dela, apertando o mamilo, e beijei o ombro suado.

— Ainda não acabou — murmurei no ouvido dela. — O Theo só volta amanhã. Tem a noite inteira. Quero te foder de novo na cama. Quero ver você cavalgando esse pau até as pernas tremerem. Quero gozar na tua boca e te fazer engolir.

Carla riu, cansada e safada, e apertou o cu de novo contra mim, sentindo o pau reagir.

— Eu também quero mais — sussurrou. — Quero que você me chupe a buceta até eu gozar na tua cara. Quero teu pau no cu de novo, mais fundo. E depois... depois eu quero que você me foda devagar, olhando nos olhos, como se eu fosse tua mulher de verdade.

O trovão roncou lá fora. A chuva batia mais forte no telhado. Eu passei a mão entre as pernas dela, sentindo a buceta quente, a porra escorrendo do cu, e enfiei dois dedos devagar. Ela gemeu, abrindo mais a perna.

— Então vem pro quarto — falei. — A gente ainda tem horas. E eu ainda não te comi direito de peito pra cima, com as pernas no meu ombro, te olhando gozar.

Ela se virou na minha direção, beijou minha boca com língua e baba, e mordeu o lábio inferior.

— Carrega eu. Tô mole das pernas de tanto gozar.

Levantei com ela no colo, peitos esmagados no meu peito peludo, o pau batendo na bunda dela a cada passo. A casa cheirava a sexo e chuva. No corredor, ela lambeu meu pescoço e sussurrou:

— Amanhã o Theo volta. Mas hoje... hoje essa buceta e esse cu são só teus. Mete até eu não aguentar mais andar.

Empurrei a porta do quarto com o pé. A cama grande, desfeita. Joguei ela em cima, vi os peitos balançarem, a buceta aberta e melada, o cu ainda escorrendo minha porra. Ajoelhei entre as pernas dela, olhei pra baixo e senti o pau endurecer de novo, grosso, pronto. Ela abriu mais as coxas, os dedos abrindo a buceta pra mim.

— Chupa primeiro — pediu, a voz rouca. — Limpa essa buceta com a língua. Depois mete de novo. Quero mais.

Eu desci a boca. O gosto dela era forte, salgado de porra e doce de gozo. Língua larga na fenda, chupando o clitóris inchado, enfiando na buceta, lambendo até o cu. Carla arqueou as costas, a mão na minha nuca, gemendo alto.

— Assim... porra, Lucas... mama essa buceta madura.

Eu chupei com fome, dois dedos no cu ainda frouxo de porra, a língua no clitóris. Ela gozou rápido, as coxas tremendo no meu rosto, o mel escorrendo na minha boca. Eu continuei, sentindo o tesão dela voltar, e o meu pau latejar contra o colchão. Quando ela puxou meu cabelo, eu subi, encaixei o pau na buceta e meti fundo de uma vez. Apertada, quente, cheia de porra velha. Carla gritou, as pernas no meu ombro, e eu comecei a bater de novo, fundo, olhando nos olhos dela.

— Isso não vai acabar tão cedo — falei, metendo. — A noite inteira. Cada buraco. Até você não conseguir mais fechar a perna.

Ela sorriu, safada, e apertou a buceta em volta do meu pau.

— Então mete. E não para.

Lá fora a chuva continuava. Dentro, o cheiro de sexo engrossava. Eu fodia devagar agora, fundo, sentindo cada centímetro, e já inventava o que ia fazer depois — na banheira, no chão do quarto, ela cavalgando até gozar em mim de novo. O Theo voltava amanhã. Até lá, aquela MILF era só minha.

Eu meti fundo outra vez, o pau sumindo inteiro naquela buceta quente e melada de porra velha. Carla arqueou as costas na cama, as pernas abertas no meu ombro, os peitos pesados balançando a cada estocada. Eu olhava nos olhos dela enquanto fodia devagar, sentindo cada centímetro apertar, o útero batendo na cabeça. O cheiro de sexo subia grosso no quarto — chuva, suor, gozo e o perfume barato dela misturado.

— Assim... porra, Lucas... olha pra mim enquanto mete — ela gemeu, a voz rouca, a mão subindo pro meu peito peludo, apertando. — Fode como se eu fosse tua. Como se o Theo nunca tivesse existido.

Pensei no menino, no filho que tinha comido essa mesma buceta madura, e o tesão sujo me fez bater mais forte. O saco estalava nela, o som molhado enchendo o quarto junto com a chuva lá fora. Carla esfregava o clitóris enquanto eu metia, os dedos dela escorregando na porra que ainda saía do cu. Senti ela milbar, a buceta engolindo em ondas, e eu segurei firme, gozando de novo fundo, jatos quentes enchendo o útero dela. Ela gritou meu nome, as coxas tremendo no meu ombro, o mel escorrendo pra fora misturado.

Saí devagar, o pau brilhando, e me deitei ao lado. Carla virou de bruços, o bundão empinado, a porra escorrendo da buceta e do cu pro colchão. Ela olhou por cima do ombro, sorriso safado.

— Ainda não me chupou direito — murmurou. — Quero tua língua no cu agora. Limpa tudo. Depois eu monto nesse pau até tremer.

Desci a boca. Língua larga no cu rosado e usado, chupando a porra que saía, enfiando a ponta, sentindo o anel se fechar. Carla gemeu alto, empurrando a bunda na minha cara, a mão abrindo a buceta pro meu nariz. O gosto era forte, salgado, maduro. Chupei o clitóris de novo, dois dedos no cu frouxo, e ela gozou rápido na minha boca, o corpo inteiro se contorcendo.

— Porra... mama essa puta — ela puxava meu cabelo. — Assim, Lucas. Não para.

Quando ela se acalmou, se virou e me empurrou de costas. Montou em mim de uma vez, a buceta engolindo meu pau ainda semi-duro. Sentou até o fundo, os peitos esmagados no meu peito, e começou a cavalgar. Devagar no começo, a bunda batendo nas minhas bolas, depois mais rápido, o cabelo molhado batendo no rosto. Eu agarrei a cintura carnuda e empurrei pra cima, metendo fundo enquanto ela rebolava.

— Quero no cu de novo — pediu, ofegante, levantando e se posicionando. Segurou meu pau e encaixou no anel apertado. Desceu centímetro por centímetro, gemendo alto, até o saco bater. Ficou parada um segundo, respirando, o cu latejando em volta de mim. Depois rebolou, subindo e descendo, a carne ondulando. Eu metia pra cima, vendo o pau sumir naquele buraco quente e teimoso.

— Arromba... mete forte nesse cu maduro — ela gemia, os peitos balançando na minha cara. Chupei um mamilo, mordi de leve, e ela milbou de novo, o cu apertando em ondas. Empurrei até o fundo e gozei grosso lá dentro, a porra quente enchendo, escorrendo quando ela subiu um pouco.

Carla desceu, ajoelhou entre minhas pernas e chupou o pau limpo. Baba, língua nos ovos, engolindo o resto da porra. Olhou pra cima com cara de puta satisfeita.

— Ainda não acabou — disse ela, a voz baixa, confessional. — Vem pro banheiro. Quero tomar banho contigo. Quero teu pau na boca debaixo da água quente. E depois... na banheira, tu me fode de novo, olhando nos olhos.

Levantei com ela no colo de novo, carreguei até o banheiro. A água quente pingava, o vapor subindo. Entrei na banheira grande com ela no colo, o pau endurecendo de novo contra a bunda. Carla se ajoelhou na água rasa, peitos flutuando, e engoliu meu pau. Mamava devagar, a água escorrendo pelo queixo, a mão massageando as bolas. Eu segurei o cabelo e fodi a boca com calma, sentindo a garganta abrir.

— Mama... engole tudo — grunhi. Ela só gemeu, vibração mandando choque. Quando tava perto, puxei ela pra cima, sentei e montei ela de frente. Encaixei na buceta e meti fundo, a água batendo entre a gente. Olhei nos olhos dela enquanto fodia devagar, fundo, as mãos nos peitos, apertando os mamilos.

— Tu é melhor que o Theo — ela sussurrou, a voz quebrada de prazer. — Mete como homem. Me fode até eu não aguentar.

Bati mais forte, a banheira respingando, o som molhado misturado com a chuva lá fora. Carla gozou gritando, a buceta milbarando, e eu jorrei de novo dentro, a porra subindo na água. Ficamos ofegantes, o pau ainda dentro, ela beijando minha boca com língua e baba.

Saímos, secamos por cima, e voltamos pra cama. A noite caía, a chuva não parava. Carla se deitou de lado, eu atrás, o pau semi-duro na fenda da bunda. Passei a mão na barriga macia, desci entre as pernas, enfiei dois dedos na buceta cheia de porra. Ela gemeu, abrindo mais.

— Quero mais uma vez no cu — pediu baixinho. — Devagar. Olhando pra mim. Como se eu fosse tua mulher de verdade.

Virei ela de peito pra cima, levantei as pernas no ombro, posicionei e entrei no cu de novo. O anel cedeu fácil agora, engolindo até o fundo. Fodi devagar, olhando nos olhos escuros dela, sentindo o aperto quente, a mão dela no clitóris. O peito balançava, o suor escorria. Carla gemia meu nome, pedindo mais fundo, e eu metia com vontade, o saco batendo.

— Vou gozar de novo — avisei.

— Goza. Enche meu cu. Depois me chupa limpo.

Empurrei até o fim e jorrei quente, jatos longos. Ela gozou junto, o corpo tremendo, o cu engolindo. Saí, desci a boca e chupei a porra que saía, língua no cu e na buceta, limando tudo. Carla arqueou, gozando mais uma vez na minha cara.

Deitamos colados, o cheiro de sexo engrossando o quarto. A chuva batia no telhado. Eu passei a mão no peito dela, no mamilo duro, e ela riu cansada, safada.

— O Theo volta amanhã de noite — murmurei no ouvido. — Mas a gente ainda tem a madrugada inteira. Quero te foder de novo na sala, no chão, te ver cavalgar até as pernas mole. Quero gozar na tua boca e te fazer engolir devagar.

Carla se virou, beijou minha boca, a mão descendo pro meu pau que já reagia de novo.

— Eu quero tudo isso — sussurrou, apertando a base. — E mais. Quero que tu me coma de manhã, antes dele chegar. Quero acordar com teu pau no cu.

O trovão roncou longe. Eu enfiei dois dedos nela de novo, sentindo a quentura, e ela gemeu, abrindo as coxas.

— Então não dorme — falei, metendo os dedos fundo. — A gente ainda tem horas. E eu ainda não te fiz gozar com a língua no clitóris enquanto meto no cu ao mesmo tempo.

Ela riu baixinho, puxou meu cabelo e me beijou com fome.

— Faz isso agora, Lucas. Me usa inteira. Me fode até eu gritar teu nome tão alto que a vizinha ouça. E depois... me conta se tu vai me procurar de novo quando o Theo estiver em casa.

Fiquei olhando pra ela, o pau latejando contra a coxa, a chuva la fora, e a confissão saiu grossa, suja, verdadeira:

— Vou. Toda vez que ele sair, eu vou bater na tua porta. E tu vai abrir molhada, pronta pra sentar nesse pau. Agora abre as pernas e me deixa te comer até o sol nascer... tu aguenta ser minha puta secreta mesmo com o Theo dormindo duas casas pra baixo?

Rate this story

Thanks for rating
Tagged dirty-talk milf teasing flirtation but-per

Fresh filth, nightly

The best new stories in your inbox every morning. Free, 18+, unsubscribe anytime.