Lighthouse com o Companheiro Trans
Lucas flagra a companheira trans Sofia se arrumando em lingerie no farol e confessa seu desejo.
O farol isolado à beira-mar cortava a escuridão com seu feixe giratório, e o vento salgado batia nas janelas do quarto de serviço no segundo andar. Lucas, pescador de vinte e oito anos, acabara de subir a escada de ferro depois de verificar as bóias quando ouviu o clique suave de uma gaveta. A porta do quarto estava entreaberta. Ele parou.
Sofia estava de costas para ele, só de calcinha de renda preta que mal cobria a rola já meio dura dela, sutiã de tule transparente apertando os peitos pequenos e macios, e um batom vermelho-escuro que ela acabava de passar diante do espelho rachado. Meias de seda enroladas nos dedos, saia curta jogada na cama. Trinta e dois anos, companheira de turno, mulher trans que adorava se arrumar assim nas folgas — e ele nunca tinha entrado sem bater.
— Porra… — escapou dele, baixo.
Ela se virou devagar, sem assustar de verdade, só arqueando uma sobrancelha. O olhar dela desceu na hora para a calça dele, onde o pau já marcava grosso, palpável, engrossando sem vergonha nenhuma.
— Flagrou a putinha se arrumando, marinheiro? — a voz dela saiu rouca, safada. — Ia me julgar ou ia confessar logo que tá babando?
Lucas engoliu seco, entrou e fechou a porta com o calcanhar. O coração batia no pescoço.
— Sempre te desejei exatamente assim, Sofia. Lingerie, batom, a rola marcando nessa calcinha de renda… tudo. Não quero você de outro jeito. Quero essa mulher que você é.
Ela sorriu de canto, passou a língua no lábio inferior e deu um passo. A mão dela pousou de leve sobre o volume na calça dele, apertou, sentiu o calor.
— Olha só como endureceu só de me ver. Que safado. Vem cá me ajudar a escolher a meia-calça, meu marinheiro safado.
Ele se aproximou. As mãos grandes dele desceram pelas coxas dela, pele macia, quente, e deslizaram até a borda da meia que ela ainda segurava. Tocou o volume da rola dela por cima da renda — grosso, quente, latejando — e elogiou sem filtro:
— Essa porra tá marcando gostoso pra caralho. Quero sentir ela latejando na minha mão enquanto te fodo.
Sofia gemeu baixinho, puxou o rosto dele e o beijou com fome, língua profunda, batom se espalhando. As mãos de Lucas exploraram tudo: a curva da bunda apertada na calcinha, a cintura, os peitos sob o sutiã, o pau dela engrossando mais. Ela sussurrou contra a boca dele, ofegante:
— Quero ser a putinha de pau duro do meu marinheiro essa noite. Me trata como tal. Pede. Manda. Me usa.
— Então tira essa saia de vez e sobe na cama de quatro. Só lingerie, meias e salto. Agora.
Ela obedeceu devagar, provocando. Calçou as meias 7/8 pretas, prendeu no cinto-liga, enfiou os pés nos saltos altos e subiu na cama estreita do farol de quatro, bunda empinada, calcinha de renda enfiada no meio, a rola dela pendendo pesada entre as coxas. Lucas ajoelhou atrás, abriu as nádegas dela com as duas mãos e enterrou o rosto. A língua dele chupou a buceta apertada dela — quente, úmida, sabor de desejo — lambendo devagar, depois rápido, enfiando a língua fundo enquanto a mão livre ia na frente e masturbava o pau dela com punho firme e sujo.
— Porra, Lucas… assim… chupa essa buceta de puta — ela gemia, empurrando a bunda pra trás, o salto rangendo no colchão. — Me fode com a língua até eu babar.
Ele chupou mais, babando, lambendo do pau até o cu, depois se levantou, abriu a calça e tirou o pau grosso e veiado, já pingando pré-gozo. Encostou a cabeça na entrada apertada dela e empurrou devagar, sentindo o anel ceder, a carne quente engolindo centímetro por centímetro até o saco bater na bunda dela.
— Ai, caralho… que pau grosso… enfia tudo — Sofia arqueou as costas, gemendo alto quando ele começou a foder forte e suado, estocadas profundas, a cama batendo na parede, o farol inteiro parecendo tremer com o ritmo. O suor escorria pelas costas dele, pingava nela. Ele puxava o cabelo dela pra trás, metia até o fundo, puxava quase todo e enfia de novo com estalo molhado.
— Essa bundinha aperta meu pau que nem uma boceta faminta. Fala que é minha putinha.
— Sou sua putinha de meia e salto… fode mais forte… me enche — ela gritava baixinho, a voz falhando entre gemidos.
Ele a virou de frente sem sair de dentro. Sofia abriu as pernas largas, meias esticadas, saltos no ar, e o olhou nos olhos enquanto Lucas voltava a meter no missionário, fundo, olhando pra ela, a mão direita descendo para masturbar a rola dela no mesmo ritmo das estocadas. O pau dela latejava na mão dele, molhado de gozo antecipado, e ele apertava a glande, descia até a base, subia rápido.
— Olha pra mim enquanto goza, Sofia. Quero ver essa cara de puta feliz.
Ela gozou primeiro, jorrando grosso pela barriga, jatos quentes que sujaram o sutiã, o peito dele, o lençol. O corpo dela tremeu inteiro, a buceta apertando o pau de Lucas em espasmos, e ela gemeu o nome dele num grito rouco. Isso puxou ele junto: ele enterrou até o fundo, gemeu alto e gozou dentro dela, jatos quentes enchendo a bundinha apertada, pulsando, se entregando sem segurar nada. Os dois ficaram ofegantes, suados, colados, o pau dele ainda latejando dentro enquanto o gozo escorria misturado entre as coxas dela e as meias de seda.
Lucas beijou a boca dela devagar, sujo de batom e saliva, a mão ainda acariciando o pau mole e satisfeito dela.
Sofia sorriu contra os lábios dele, a voz rouca de prazer:
— Então… na próxima folga tu me veste inteira de novo e me fode no mirante com o farol aceso, ou vai ter coragem de me chamar de sua putinha pra sempre?
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