Férias de Verão no Estábulo com Ela

Julia me flagra no estábulo vestida de lingerie, me leva pro quarto dela e me fode gostoso como a sissy que eu sou.

9 min read September 02, 2026New

Eu nunca imaginei que as férias de verão na fazenda da tia Rosa fossem me entregar exatamente o que eu escondia há anos. Eu, um rapaz de vinte e dois anos, sempre enterrei o meu lado sissy sob camisas largas e jeans surrados. Mas ali, no estábulo cheirando a feno seco e couro, o calor do interior me fez suar e me deixou ousado demais.

Foi num fim de tarde. Os cavalos já estavam tratados e Julia, a linda trans de vinte e oito anos que cuidava deles, tinha saido para buscar ração no galpão. Eu fiquei sozinho. Num baú velho, embaixo de mantas, achei um conjunto esquecido: sutiã de renda preta, calcinha fina, meias de seda 7/8. O coração bateu na garganta. Puxei a camisa, tirei a cueca e vesti tudo com as mãos trêmulas. O tecido frio colou na pele, marcou o peito, apertou o pauzinho já semi-duro. As meias subiram pelas coxas e eu me olhei no reflexo embaçado de uma janela. Parecia outra pessoa. Parecia eu de verdade.

Estava me acariciando por cima da renda quando a porta rangeu.

Julia parou no umbral. O sol da tarde batia nas costas dela, realçando o rosto bonito, o cabelo escuro preso num rabo de cavalo, a camisa xadrez aberta o bastante para mostrar a clavícula. Eu congelei, vermelho até as orelhas, pronto para qualquer humilhação.

Ela não riu. Não franzi o cenho. Só sorriu — um sorriso lento, cheio de desejo genuíno — e fechou a porta atrás de si.

— Então é isso que você esconde, hein? — a voz dela saiu rouca, baixa. — Porra… você fica linda assim.

Eu engoli seco.

— Eu… desculpa, eu só…

— Cala a boca. — Ela se aproximou sem pressa, botas batendo no chão de madeira. Os olhos percorriam o sutiã, as meias, o volume envergonhado na calcinha. — Sempre te quis exatamente assim. Feminizado. Entregue. Desde a primeira semana que você chegou aqui eu imaginava te pegar vestida e te foder gostoso.

O ar sumiu dos meus pulmões. Tensão quente subiu pela barriga. Julia estendeu a mão, tocou a alça do sutiã com o polegar e sussurrou:

— Vem. Pro meu quarto. Nos fundos. Ninguém vai atrapalhar.

Eu segui. As pernas bambas, o pau latejando contra a renda. O quarto dela era simples: cama de solteiro com colcha xadrez, um armário, cheiro de sabonete e feno limpo. Julia trancou a porta, abriu uma gaveta e tirou um espartilho preto, outra calcinha rendada mais delicada, meias novas e um vestidinho leve de algodão florido.

— Fica quietinha. Deixa eu te vestir.

Ela me despiu com carinho, beijando o ombro enquanto afivelava o espartilho. O tecido apertou a cintura, empurrou o peito pra frente. A calcinha nova subiu pelas coxas; as meias 7/8 ganharam liga. Por último o vestido, leve, que mal cobria a bunda. Julia deu um passo atrás, olhou e lambeu o lábio inferior.

— Linda pra caralho. Quero que você se sinta desejada. Porque eu te desejo assim. Inteira.

Eu tremi. As palavras saíram antes que eu pudesse segurar:

— Sempre sonhei ser tomada por uma mulher como você. Uma mulher de verdade que me quisesse de calcinha e tudo.

O olhar dela escureceu de fome. Ela me puxou pela cintura do vestido e nos beijamos como se o mundo fosse acabar. Língua quente, dentes puxando lábio, gemidos abafados. As mãos dela desceram pelas minhas costas, apertaram a bunda por cima do tecido fino. Eu, ousado pela primeira vez, levei a palma até a calça jeans dela e acariciei o volume grosso que já gritava contra o zíper. O pau dela latejou na minha mão. Nós dois escolhemos continuar — claro, ansioso, sem sombra de dúvida.

— Tira isso — murmurei contra a boca dela, apertando o volume. — Quero sentir.

Julia me deitou na cama estreita. Levantou o vestido até a cintura, afastou a calcinha rendada para o lado e desceu a boca. Chupou meu pauzinho com vontade, língua quente enrolando a cabeça, sugando fundo enquanto eu gemia alto, sem vergonha, como a sissy que eu sempre fui.

— Porra, Julia… assim… ah, caralho…

Ela lambuzou tudo de saliva, engoliu até a base, brincou com as bolas com os dedos. Eu me contorcia, unhas cravadas no colchão, o espartilho apertando a cada respiração. Quando estava prestes a gozar cedo demais, ela parou, se ergueu e abriu a calça. O pau saiu grosso, veioso, já pingando. Eu me ajoelhei no chão de madeira sem ela pedir. Peguei com as duas mãos e chupei com devoção. Lambi a cabeça, desci a língua pelas bolas pesadas, abri a garganta e engoli fundo até sentir o cheiro dela no nariz. Babava, engasgava, mas não parava. Queria provar cada centímetro.

— Isso, minha putinha linda — ela gemeu, dedos nos meus cabelos. — Chupa direito. Você nasceu pra isso.

Quando a saliva escorria pelo queixo, Julia me puxou de volta pra cama, me virou de quatro contra os fardos de feno que ela usava de apoio. Levantou o vestido, puxou a calcinha pro lado outra vez e enfiou de uma vez. O pau grosso abriu minha bunda com uma queimação gostosa que virou prazer puro. Ela segurou meus quadris com força e meteu fundo, batendo a pelve na minha bunda a cada estocada. O feno rangia. Eu gemia sem parar, voz fina, sissy declarada.

— Mais fundo… me fode… sou sua…

Ela obedeceu, ritmando forte, depois me virou de lado, ergueu uma perna e continuou comendo enquanto a mão dela descia e masturbava meu pauzinho ainda preso na renda molhada. Eu me toquei junto, os dois ofegantes, suor escorrendo. O prazer subiu rápido demais. Gozei primeiro, jatos quentes sujando o próprio sutiã por baixo do vestido, o corpo inteiro tremendo. Julia sentiu minha bunda apertar e gozou logo depois, enterrando fundo, enchendo minha bunda de porra quente que escorria pela calcinha e pelas coxas.

Ficamos ofegantes. Ela saiu devagar, me abraçou por trás com uma ternura que me desmontou. Pegou um pano macio, limpou o sêmen do meu peito, da bunda, das meias manchadas. Ajeitou o vestido, beijou minha nuca e sussurrou no ouvido:

— Ainda não terminamos, gostosa. Tem mais coisa que eu quero fazer com você essa noite. E amanhã. E o resto das férias.

O pau dela ainda semi-duro roçou minha coxa. Lá fora um cavalo relinchou. Dentro do quarto, o cheiro de sexo e feno misturado, eu sabia que o verão só tinha começado — e que Julia ia me transformar por completo antes que as férias acabassem.

Eu ainda tremia nos braços dela quando Julia rolou por cima de mim outra vez, o peito quente colado no espartilho suado, o pau semi-duro já voltando a endurecer contra a minha coxa molhada de porra. O vestidinho florido estava todo amarrotado na cintura, a calcinha rendada encharcada e torta de lado. Ela beijou meu pescoço devagar, lambendo o suor, e murmurou bem baixinho:

— Ainda não te fodi o bastante pra te deixar do jeito que eu quero. Quero te ver gozar de novo vestida assim. Quero te ouvir pedindo.

Eu soltei um gemido fraco, confessional até o osso, e confessei a verdade que nunca tinha dito pra ninguém:

— Me fode até eu não conseguir pensar em mais nada. Me trata como a sissy que eu sou. Por favor.

Ela sorriu contra a minha pele e se afastou só o bastante pra abrir a gaveta de novo. Tirou um par de sapatos de salto baixos, pretos, de verniz, e me calçou com carinho enquanto eu ainda estava deitada de costas. Os saltos apertaram os pés, fizeram as meias brilharem. Depois pegou um batom vermelho escuro e passou nos meus lábios com o polegar, devagar, marcando. Eu abri a boca pra ela, deixei. O gosto era de cereja barata e desejo puro.

— Agora você tá completa — ela disse, voz rouca. — Minha putinha de férias.

Julia se ajoelhou entre as minhas pernas abertas, ergueu o vestido até o peito e puxou a calcinha pra baixo das coxas. Desta vez não teve pressa. Lambuzou dois dedos de saliva e empurrou devagar no meu cu ainda escorregadio da porra dela. Eu arqueei as costas, o espartilho apertando os pulmões, e gemi alto demais pro quarto pequeno.

— Assim… mais fundo…

Ela meteu os dedos até o fundo, curvou, massageou aquele ponto que fazia minha visão tremer. Com a outra mão segurou meu pauzinho fino e latejante e chupou de novo, só a cabeça, sugando forte enquanto os dedos fodia meu cu no mesmo ritmo. Eu me contorcia na colcha xadrez, unhas cravadas nos lençóis, voz saindo fina e quebrada:

— Julia… caralho… eu vou gozar de novo se você continuar…

— Então goza — ela mandou, sem tirar a boca. — Goza pra mim vestida desse jeito. Quero sentir.

Não aguentei. O segundo orgasmo veio mais seco, mais fundo, um espasmo que me fez squirting fraco e quente enquanto ela engolia tudo e continuava chupando. Meu corpo inteiro tremeu. O batom borrado nos cantos da boca. Quando abri os olhos ela já estava de joelhos na cama, o pau grosso e veioso de novo em riste, pingando pré-porra na minha barriga.

— Sobe em mim — ordenou. — Quero te ver cavalgar vestida de princesinha de estábulo.

Eu obedi. Levantei o vestido, afastei a calcinha molhada e me sentei devagar no pau dela. A entrada ainda ardia gostoso, mas escorreguei até o fundo num gemido longo. As meias 7/8 brilhavam nas coxas. Os saltos raspavam o colchão. Julia segurou minha cintura pelo espartilho e me puxou pra baixo enquanto empurrava pra cima. O pau dela batia fundo, fundo, abrindo tudo de novo. Eu bouncei devagar primeiro, sentindo cada veia, depois mais rápido, a bunda batendo na virilha dela, o vestido florido voando.

— Olha pra mim — ela pediu. — Me diz o que você é.

— Sou sua sissy — gemi, voz embargada de prazer. — Sou a putinha que veste calcinha e toma pau. Sou sua.

Ela gemeu alto, os olhos escuros brilhando de fome e carinho ao mesmo tempo. Nunca humilhação vazia — só desejo cru de me ter exatamente assim. Suas mãos subiram, apertaram os seios falsos que o espartilho criava, beliscaram os bicos por cima da renda. Eu me curvei pra frente e beijei a boca dela, lambendo o gosto salgado do meu próprio gozo ainda nos lábios dela. Nossas línguas se enrolaram enquanto eu cavalgava mais forte, o cu apertando o pau grosso a cada descida.

Julia me virou sem sair de dentro. Me deitou de bruços, ergueu meus quadris, manteve o vestido no ombro e meteu com força de novo. Estocadas longas e profundas que faziam a cama ranger e o feno nos cantos do quarto cheirar mais forte misturado com sexo. Eu empurrava a bunda pra trás batendo nela, pedindo mais, pedindo mais fundo. A mão dela desceu na frente, masturbou meu pauzinho ainda sensível até eu soltar um gritinho abafado no travesseiro.

— Mais uma — ela ofegou. — Goza mais uma vez com meu pau enterrado. Quero sentir você escorrer.

Eu gozei pela terceira vez quase seco, só espasmos e um fio quente sujando a colcha. O cu se fechou em volta dela com tanta força que Julia gritou meu nome e gozou de novo, jatos quentes enchendo tudo, vazando pelas laterais da calcinha e escorrendo pelas meias até os saltos. Ficamos parados assim longos segundos, ela pulsando dentro de mim, eu tremendo debaixo dela, o suor colando nossos corpos.

Ela saiu devagar, beijou minha nuca, limpou o excesso com o mesmo pano macio de antes e me virou de frente. Ajeitou o vestido, passou o polegar no meu lábio ainda marcado de batom e sorriu aquele sorriso lento de desejo genuíno.

— Você foi perfeita — sussurrou. — Exatamente como eu imaginei desde o primeiro dia.

Eu ainda ofegava, o corpo mole, o cu latejando gostoso cheio da porra dela, quando ela se aconchegou do meu lado e puxou o lençol por cima dos dois. Lá fora o estábulo estava quieto. O verão continuava quente. Eu pensei que não havia mais segredos entre nós.

Mas Julia passou a mão no meu cabelo úmido e falou baixinho, quase inocente:

— Durma. Amanhã cedo eu te visto de novo. Tenho um vestido longo guardado só pra você.

O que ela não sabia — e eu nunca contei — era que eu já tinha visto aquele vestido no armário dela na primeira semana, escondido atrás das camisas xadrez, e que era exatamente o modelo que eu fantasiava vestir desde os dezoito anos. Eu já sabia que ela tinha planejado tudo. E guardei o sorriso só pra mim.

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