Sauna com a Melhor Amiga da Madrasta

Lucas fode a amiga tarada da madrasta na sauna.

12 min read September 01, 2026New

Eu sou o Lucas, vinte e dois anos, e tô passando as férias na casa do meu pai e da minha madrasta Carla. Casa grande, quintal com aquela sauna nova que eles instalaram no começo do ano, madeira cheirando a pinho e vapor que sobe grosso quando você joga água nas pedras. Eu devia tá só descansando, estudando um pouco pras provas da faculdade, mas a cabeça não para quieta desde que a Júlia começou a aparecer toda semana.

Júlia. Trinta e oito anos, melhor amiga da Carla desde a faculdade. Pele morena clara, peitos pesados que a toalha nunca cobre direito, cintura fina e aquela bunda redonda que balança quando ela anda descalça pelo deck. Toda vez que a Carla sai pra cozinha ou atende o telefone, a Júlia me olha de cima a baixo sem vergonha nenhuma. Sorrisinho no canto da boca, língua passando nos lábios, pergunta se eu treino, se as namoradas dão conta, se eu gosto de mulher mais velha. Eu fico de pau duro dentro do short e tento disfarçar, mas ela percebe. Sempre percebe.

Eu não consigo parar de imaginar. Foder a melhor amiga da minha madrasta bem debaixo do nariz dela. Enfiar o pau naquela buceta molhada enquanto a Carla tá no andar de cima achando que a amiga só veio “tomar um banho de vapor”. O pensamento me come vivo. De manhã no chuveiro eu bato uma pensando nela de quatro no banco quente da sauna, gemendo baixo, pedindo mais. À noite, deitado na cama de hóspede, eu fico ouvindo a risada dela no jardim e aperto o pau até doer.

Num fim de tarde quente pra caralho, o sol ainda alto, a Carla pegou as chaves do carro e falou que ia fazer compras no mercado. “Fico uns quarenta minutos, no máximo uma hora. Vocês se viram aí.” Olhou pra Júlia, que tava de biquíni preto minúsculo e um canga amarrado na cintura, e depois pra mim. Eu só acenei. Assim que o portão fechou, a Júlia se virou pra mim, os olhos brilhando.

— Vem pra sauna comigo, Lucas. — A voz dela saiu baixa, rouca. — Não conta pra ninguém. A Carla fica brava se souber que eu te arrasto pra lá sozinha… mas eu tô com calor pra caralho e você também.

Eu engoli seco. O short de banho já marcava. Segui ela pelo deck de madeira quente sob os pés. Ela abriu a porta da sauna, o vapor bateu na cara, cheiro de eucalipto e suor antigo. Dentro, a temperatura subiu na hora. Ela tirou o canga, ficou só de biquíni, e se sentou no banco alto, as coxas abertas. Eu fechei a porta e fiquei em pé, a toalha na mão, inútil.

— Tira essa roupa. — Ela mandou, sorrindo. — Aqui a gente fica igual. Quase pelados. É a regra.

Eu puxei a camiseta, depois o short. Fiquei de sunga. O pau já latejava, grosso, empurrando o tecido. Ela olhou direto pra lá e lambeu o lábio de novo.

— Porra, menino… você tá duro só de entrar aqui comigo?

O vapor grudava na pele. Suor já escorria no peito dela, entre os peitos grandes, descendo pela barriga. Eu me sentei no banco de baixo, de frente pra ela, as pernas abertas.

— Você fica me provocando toda vez que a Carla vira as costas — eu falei, a voz saindo rouca. — Eu não aguento mais fingir que não tô reparando.

Ela riu baixinho, tirou o sutiã do biquíni. Os peitos saltaram pesados, mamilos escuros e duros. Depois puxou a calcinha pro lado, só o suficiente pra eu ver os lábios inchados, já brilhando.

— Sempre te achei um tesão, Lucas. Desde que você fez dezoito e começou a aparecer mais por aqui. Aquele corpo novo, essa cara de quem fode bem… — Ela passou dois dedos na própria buceta, abriu os lábios pra mim ver. — E o risco? Nossa. Adoro o risco de estar fazendo isso nas costas da minha melhor amiga. Imagina se ela soubesse que eu tô aqui te mostrando a xota enquanto ela escolhe tomate no mercado.

O pau latejou forte. Eu puxei a sunga pra baixo, o pau grosso saltou pra fora, veias saltadas, a cabeça já molhada de pré-gozo. Ela olhou e soltou um gemido baixo.

— Porra… grosso assim. Eu sabia.

— Eu quero te comer aqui mesmo — eu assumi, a voz firme. — Agora. Enquanto a Carla não volta. Quero enfiar esse pau todo nessa buceta e gozar fundo em você.

Ela não hesitou. Desceu do banco, veio até mim, tirou a calcinha de uma vez e sentou no meu colo de frente. A buceta quente, escorregadia, encostou no pau. Ela agarrou meu rosto com as duas mãos e me beijou com fome, língua grossa, dentes puxando o lábio de baixo. Eu agarrei a bunda dela, abri as nádegas, e ela desceu devagar, engolindo a cabeça do pau, depois mais, mais, até eu estar inteiro dentro, apertado, quente pra porra.

— Ai, caralho… — ela gemeu contra minha boca. — Que pau gostoso. Enche tudo.

Ela começou a cavalgar. Devagar no começo, subindo até quase sair e descendo até o saco bater nela. Os peitos balançavam na minha cara; eu chupei um mamilo, mordia de leve, chupava forte enquanto ela gemía baixo, pra não fazer barulho. O vapor grudava nos corpos, suor escorria entre nós, o cheiro de sexo misturado com madeira quente. Eu segurava a cintura dela, empurrava pra cima a cada descida, metendo fundo.

— Isso… cavala gostoso no meu pau — eu sussurrei no ouvido dela. — A melhor amiga da minha madrasta sentando gostoso, se esfregando em mim… se a Carla soubesse.

— Fala mais — ela pediu, a voz trêmula, rebolando mais rápido. — Fala que você tá fodendo a amiga tarada dela. Que eu sou puta pra caralho por isso.

Eu empurrei forte pra cima, segurei o cabelo dela na nuca e puxei a cabeça pra trás, beijando o pescoço suado.

— Você é. E eu vou te foder até você gozar escorrendo no meu pau.

Ela acelerou. O banco rangia. A buceta dela apertava, molhada, fazia barulho molhado cada vez que ela descia. Eu não aguentei ficar só sentado. Levantei ela, virei o corpo dela e a coloquei de quatro no banco quente da sauna. As mãos dela se apoiaram na madeira quente, a bunda empinada, a buceta aberta e pingando. Eu me ajoelhei atrás, segurei o cabelo dela num rabo de cavalo solto e enfiei de uma vez, fundo, até o saco bater nela.

— Porra! — ela gritou baixo, engolindo o gemido. — Mete. Mete forte.

Eu meti. Porra, eu meti com força. A cada estocada o pau sumia inteiro, a bunda dela tremia, o vapor fazia tudo escorregar. Eu puxava o cabelo, dava palmada na nádega, ouvia o barulho molhado da buceta engolindo. Ela empurrava pra trás, pedindo mais.

— Fode a buceta da melhor amiga da tua madrasta — ela gemeu, a voz quebrada. — Mais forte, Lucas. Acaba comigo. Enfia fundo… assim… ai, caralho, assim!

Eu agarrei os dois lados da cintura dela e arrebentei. Estocadas longas e pesadas, o pau saindo quase inteiro e entrando até o fundo. O suor escorria nas costas dela, no meu peito, pingava no banco. Ela enfiou a mão entre as pernas e esfregou o clitóris enquanto eu metia. O aperto ficou impossível.

— Vou gozar — ela avisou, a voz fina. — Vou gozar no teu pau… não para…

Eu meti mais fundo, mais rápido. Senti ela tremer, a buceta pulsando, espremendo, e ela gozou com um gemido abafado contra o próprio braço, o corpo inteiro sacudindo. Aquele aperto me puxou junto. Eu enterrei até o talo, gozei forte, jatos quentes enchendo ela por dentro, gozo escorrendo pra fora enquanto eu ainda empurrava, milimetrando as últimas fisgadas. Os dois tremendo, suados, ofegantes, o vapor ao redor como uma cortina.

Ficamos assim uns segundos, eu ainda dentro dela, sentindo o gozo misturado escorrer nas minhas bolas. Depois eu saí devagar. Ela se virou, ainda de joelhos no banco, me puxou pela nuca e me deu um beijo molhado, profundo, lambendo minha língua. Desceu a boca pelo peito, pela barriga, e chupou o pau ainda semi-duro, limpando o gozo misturado com o mel dela, a língua quente lambendo a cabeça, engolindo o que sobrou até eu gemer de novo.

Ela subiu, encostou a testa na minha e sussurrou, a voz rouca de tanto gozar:

— Isso vai ser nosso segredo sujo, Lucas. Ninguém precisa saber. Nem a Carla. Especialmente a Carla.

Eu ainda tava ofegante, o pau latejando de novo só de ouvir. A gente se vestiu rápido, toalhas, biquíni, short. O vapor ainda grosso quando ouvimos o portão abrindo lá fora. O carro da Carla. Eu olhei pra Júlia. Ela passou a mão no meu peito suado, ajeitou o cabelo e sorriu aquele sorrisinho safado.

A porta da casa se abriu. Passos no corredor. A voz da Carla chamando:

— Gente? Cheguei. Trouxe vinho. Vocês estão onde?

Júlia passou por mim, o ombro roçando no meu, e sussurrou sem mover quase a boca:

— Continua depois. Eu ainda não terminei com você.

E saiu da sauna na minha frente, sorrindo natural pra melhor amiga dela como se a gente tivesse só tomado vapor. Eu fiquei um segundo a mais, o gosto dela ainda na boca, o gozo ainda escorrendo devagar dentro da sunga, o coração batendo forte. A tensão não tinha acabado. Tinha só começado.

Eu saí da sauna logo atrás dela, a sunga ainda molhada de gozo, o peito arfando. Carla tava na cozinha desempacotando as sacolas, cabelo preso, blusa solta. Olhou pra gente e sorriu.

— Nossa, vocês tão suados pra caralho. A sauna tava boa?

Júlia já tava natural, pegando uma taça de vinho.

— Boa demais. O Lucas quase derreteu. Temperatura alta hoje.

Eu só acenei, senti o sorriso safado dela queimar minha nuca. Carla não desconfiou de nada. Serviu o vinho, falou do trânsito, do preço do tomate. A gente sentou na varanda. Eu bebia devagar, o pau latejando de novo cada vez que a Júlia cruzava as pernas e a toalha subia um pouco mais. O gosto dela ainda tava na minha boca. Eu não conseguia parar de lembrar do aperto daquela buceta quente, do gozo escorrendo enquanto ela gemia meu nome baixo.

Depois do jantar leve, Carla disse que ia tomar banho e deitar cedo, que tava cansada da semana. Beijou a Júlia no rosto, me deu um tapinha no ombro.

— Boa noite, gente. Não fiquem até tarde.

A porta do quarto do casal fechou. Silêncio. Só o barulho dos grilos e o meu coração martelando. Júlia levantou, veio até mim, se sentou no meu colo de novo sem pedir licença. A toalha abriu. Ela tava nua por baixo.

— Ela vai dormir rapidinho. Sempre dorme. — A voz dela saiu no meu ouvido, quente. — E eu falei que não tinha terminado com você.

Eu agarrei a cintura dela. O pau já tava duro de novo, empurrando o short.

— Aqui? Com ela no quarto?

— Exato. Mais gostoso ainda. — Ela mordeu meu lábio. — Vem. Quarto de hóspede. Fecha a porta, mas não tranca. O risco de ela acordar e descer… caralho, Lucas, isso me deixa encharcada.

Eu a levantei no colo. Ela enrolou as pernas na minha cintura. Subi as escadas devagar, cada passo um estalo no chão de madeira. O quarto de hóspede ficava no fim do corredor, a dois metros da porta dela e do meu pai. Empurrei a porta com o ombro, fechei devagar. A luz da lua entrava pela janela. Júlia desceu, puxou meu short e a sunga de uma vez. O pau saltou pesado. Ela se ajoelhou na hora, abriu a boca e engoliu até a garganta. Sem pressa. Língua quente, saliva escorrendo, mão apertando o saco. Eu segurei o cabelo dela e fodi a boca dela devagar, sentindo a garganta abrir. Ela gemia no pau, o som abafado, molhado.

— Isso… chupa fundo — eu sussurrei. — A amiga puta da minha madrasta ajoelhada no meu quarto, mamando meu pau enquanto ela dorme do outro lado.

Júlia tirou a boca, babando, olhou pra cima com os olhos brilhando.

— Fala mais. Fala que eu sou a puta da Carla.

Eu puxei ela pra cima, joguei na cama, abri as coxas dela com as mãos. A buceta tava inchada, brilhando, ainda com resquício do meu gozo da sauna. Lambi de cima a baixo, chupei o clitóris forte, enfiei dois dedos e torci. Ela enfiou o travesseiro na cara pra abafar o gemido. Eu chupei mais, lambi o buraco, fodi com a língua até ela tremer e gozar na minha boca, esguichando um pouco, o gosto salgado e doce.

Levantei, posicionei o pau e enfiei de uma vez. Fundo. Ela arqueou, mordeu o travesseiro. Eu meti devagar primeiro, sentindo cada centímetro, o calor, o aperto. Depois acelerei. A cama rangeu. Parecia barulho demais. Eu puxei ela pra beira da cama, levantei as pernas nos meus ombros e arrebentei. Estocadas secas, profundas, a bunda dela batendo na minha barriga. Suor escorrendo de novo. O cheiro de sexo enchendo o quarto pequeno.

— Mais quieto — eu falei contra a boca dela, beijando pra abafar. — Se ela ouvir…

— Então mete mais forte pra eu ter que morder — ela respondeu, a voz rouca. — Fode essa buceta como se fosse a dela. Imagina se ela entrasse agora e visse o enteado enterrado até o saco na melhor amiga.

O pensamento me deixou louco. Eu virei ela de lado, levantei uma perna e meti de lado, fundo, a mão no peito dela apertando o mamilo. Ela rebolava de encontro, a buceta engolindo, fazendo barulho molhado. Eu sentia o gozo antigo misturando com o novo. Ela agarrou meu pulso e levou minha mão até a garganta, pedindo pressão leve. Eu apertei devagar, metendo sem parar.

— Vou gozar de novo — ela sussurrou. — Enche. Goza dentro de novo. Quero sair daqui pingando o teu porra enquanto tomo café com a Carla amanhã.

Eu não aguentei. Enterrei fundo, gozei jatos quentes, sentindo a buceta dela pulsar e sugar cada gota. Ela gozou junto, o corpo inteiro travando, um gemido longo abafado no meu ombro. Ficamos parados, eu ainda latejando dentro dela, o coração descompassado. Ouvi um barulho no corredor. Passos leves. A porta do banheiro abrindo e fechando. Carla. Acordou pra mijar, talvez. Eu e Júlia congelamos, meu pau ainda enterrado nela. Os segundos se arrastaram. A descarga. Passos de volta. Porta do quarto fechando de novo.

Júlia riu baixinho contra meu peito, o corpo ainda tremendo de prazer.

— Quase. Quase ela pega a gente.

Eu saí devagar. O gozo escorreu grosso na coxa dela. Ela se virou de quatro na cama, empinou a bunda e olhou por cima do ombro.

— Mais uma. Agora. Rápido. Enfia no cuzinho também. Eu quero sentir você em tudo antes de ir embora amanhã.

Eu cuspí na mão, passei no cu apertado dela, enfiei o polegar primeiro. Ela empurrou pra trás. Depois posicionei a cabeça do pau e empurrei devagar. Apertado pra caralho, quente, ela gemendo baixo e pedindo mais. Entrei inteiro. Fodi o cu dela com estocadas curtas e profundas, uma mão no clitóris dela esfregando. Ela gozou de novo, o corpo mole. Eu gozei pela terceira vez, enchendo o cu dela, vendo o branco escorrer quando saí.

Deitamos suados, ofegantes, ouvindo a casa quieta. Eu passei a mão no cabelo molhado dela. Ela beijou meu peito, subiu até a boca, língua lenta.

— Amanhã de manhã ela vai fazer café pra gente. Eu vou sentar na mesa de shortinho sem calcinha, o teu gozo ainda escorrendo. E você vai ter que fingir que nada aconteceu enquanto eu te olho por baixo da mesa.

Eu ri baixo, o pau já dando sinal de vida de novo só de imaginar.

— Você é louca.

— Sou. E você adora.

Ela se levantou, pegou a toalha, se vestiu devagar. Antes de abrir a porta, olhou pra trás, o sorrisinho safado de sempre, a voz baixa e clara no silêncio do corredor:

— Semana que vem eu volto. Quer que eu chame a Carla pra sauna junto… ou prefere continuar fodendo a amiga tarada dela escondido?

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