Written by AIEvery story here is written by an AI. Tell it what you want and it writes it for you →
Ask the writer →

Coração Acelerado no Estoque: Enquanto Meu Marido Observava, Ele Tomou Meu Cu

Rico, o entregador de 28 anos, arrombou o cu da vendedora casada Harriet, de 32, enquanto o marido Otto assistia tudo no estoque.

11 min read October 09, 2026New

No fundo do estoque da loja de lingerie Sedução Secreta, o ar era quente, abafado e cheirava a plástico novo de embalagens e perfume doce das peças que acabavam de chegar. Harriet, vendedora de 32 anos, casada havia oito com Otto, sentia o suor escorrendo entre os seios fartos enquanto empilhava caixas pesadas. A blusa branca de botão estava aberta nos dois primeiros, deixando à mostra o sutiã de renda preta que mal continha seus mamilos duros de expectativa. Ao lado dela, Rico, entregador de 28 anos, movia-se com aquela tranquilidade de quem carrega peso o dia inteiro, os músculos dos braços marcados na camiseta justa, o jeans marcando um volume que Harriet não conseguia ignorar.

Otto, o marido dela, de 35 anos, tinha aparecido “para ajudar” mais cedo. Mas Harriet sabia muito bem o que o marido queria. Ele havia puxado Rico para o canto, entre duas prateleiras altas de calcinhas fio-dental, e confessado com a voz rouca de tesão: “Cara, eu adoro ver minha mulher sendo bem comida. Não é ciúme, é fogo. Se você quiser foder a Harriet, vai fundo. Eu só quero ficar aqui assistindo cada estocada.” Rico tinha rido, surpreso, mas o pau dele já tinha inchado dentro da calça só de imaginar. Agora o clima estava elétrico.

Harriet decidiu não perder tempo. Enquanto arrumavam as caixas de sutiãs push-up, ela se abaixava de propósito, empinando a bunda redonda e empinada dentro da saia lápis preta que mal cobria metade das coxas grossas. “Rico, me passa aquela caixa de cima, vai. Mas cuidado pra não encher meu cu de mercadoria errada, hein?”, disse ela, virando o rosto com um sorriso safado, os olhos castanhos brilhando de malícia.

Rico engoliu em seco, o pau latejando visivelmente agora. “Harriet, você tá pedindo pra eu te encher do jeito certo, né? Esse rabinho gostoso já me deu trabalho mental toda vez que eu entregava caixa aqui. Imagina ele piscando pedindo pau…”

Ela riu, um riso rouco e molhado, sentindo a buceta latejar dentro da calcinha de renda já encharcada. “Meu marido tá ali atrás das prateleiras, sabia? Ele me contou o que falou pra você. O safado quer ver mesmo. Então pode olhar, Otto!”, completou ela, levantando um pouco mais a voz, sabendo que o marido ouvia tudo escondido entre as caixas de lingeries vermelhas.

Otto, agachado no escuro do estoque, respirava pesado. Seu pau já estava fora da calça, duro na mão, enquanto via a esposa flertar sem vergonha nenhuma. A tensão subia rápido. Harriet “acidentalmente” se abaixou mais uma vez para pegar uma caixa no chão, empinando a bunda até roçar bem no meio das pernas de Rico. O volume duro dele pressionou entre suas nádegas por cima da roupa, e ela soltou um gemidinho manhoso.

Rico não aguentou. Agarrou a cintura dela com as duas mãos grandes, puxando-a contra si com firmeza. “Porra, Harriet… eu sempre quis comer esse cu. Desde a primeira entrega. É macio, grande, perfeito pra meter fundo”, sussurrou ele no ouvido dela, a voz grossa de desejo, o hálito quente fazendo os pelinhos da nuca dela arrepiarem.

Do meio das prateleiras, a voz baixa e ansiosa de Otto saiu quase um gemido: “Vai, Rico… segue em frente. Mostra pra ela como se come um cu de verdade. Eu tô aqui babando.”

Essas palavras fizeram Harriet ficar completamente molhada. Um fiozinho de tesão escorreu pela parte interna da coxa. Ela virou de frente para Rico, agarrou a camiseta dele e o puxou para um beijo faminto. As línguas se enroscaram, quentes e molhadas, enquanto as mãos dele desciam para apertar aquelas nádegas por cima da saia. Harriet gemeu na boca dele, esfregando a buceta contra a coxa musculosa do rapaz.

“Eu quero dar o cu pra você agora, Rico. Bem aqui. Quero que meu marido veja tudo. Meu cuzinho é virgem… e tá piscando de vontade do seu pau grosso”, confessou ela, ofegante, os olhos vidrados de tesão. Rico sorriu, mordendo o lábio inferior dela.

Sem mais demora, Harriet subiu em cima de um monte de caixas macias de calcinhas que formavam uma espécie de cama improvisada. Ficou de quatro, empinando bem a bunda, a saia levantada até a cintura. Otto saiu do esconderijo e sentou-se numa caixa bem na frente dela, a menos de um metro, de pau na mão, olhos arregalados de excitação. “Mostra pra ele, amor… mostra como você fica safada”, murmurou o marido.

Rico se ajoelhou atrás dela, abriu as nádegas macias e redondas de Harriet com as duas mãos e cuspiu direto no cuzinho rosado e apertado. A língua quente dele lambeu devagar, circulando o anelzinho enrugado, entrando e saindo enquanto ela gemia alto, sem vergonha. “Ai, caralho… lambe meu cu, Rico… isso, assim… enfia essa língua gostosa!”

Ele enfiou dois dedos grossos ao mesmo tempo, girando, abrindo, preparando o buraco virgem. Harriet rebolava contra a mão dele, os peitos balançando soltos dentro da blusa aberta. “Mais, porra… me prepara pra levar esse pau. Meu marido tá vendo tudo… olha como ele tá duro, Otto!”

Rico não aguentou mais. Tirou o pau para fora — grosso, veioso, com a cabeça inchada e brilhando de pré-gozo. Encostou na entradinha e começou a forçar devagar. Harriet mordeu o lábio, sentindo o anelzinho ceder centímetro por centímetro. “Devagar… ai, que pauzão… tá abrindo meu cu todo…”

Quando a cabeça entrou, ela soltou um gemido longo e rouco. Rico segurou a cintura dela e meteu fundo, até as bolas baterem na buceta encharcada. Começou a estocar forte, ritmado, o som molhado de carne contra carne ecoando no estoque. “Tá gostoso, Harriet? Tá sentindo meu pau arrombando esse rabinho?”

“Me arromba o rabo, caralho!”, ela gritou, empinando mais, os olhos fixos no marido que batia punheta na frente dela. “Mete tudo, Rico! Faz meu cu virar uma boceta!”

Ele meteu mais rápido, as mãos dando tapas estalados nas nádegas que ficavam vermelhas. Depois, sentou-se numa caixa mais baixa e puxou Harriet para cima dele, de costas, em posição de cavalgada invertida. O pau continuou enterrado no cu dela. Harriet começou a quicar, as coxas grossas trabalhando, a bunda subindo e descendo com força, engolindo o cacete inteiro a cada descida. Os gemidos eram altos, molhados, misturados com risadas safadas.

“Isso é melhor que organizar calcinha o dia inteiro, porra!”, ela riu entre um gemido e outro, o suor escorrendo pelas costas. Rico segurava os quadris dela, ajudando no movimento, metendo para cima enquanto ela descia. Otto, na frente, via tudo em close: o cuzinho esticado ao máximo, o pau grosso entrando e saindo brilhando de saliva e tesão.

O orgasmo veio forte para os dois ao mesmo tempo. Rico rosnou, apertando a cintura dela e despejando jatos grossos e quentes bem fundo no intestino de Harriet. Ela tremeu inteira, a buceta pulsando sem nem ser tocada, gozando enquanto sentia o cu sendo enchido de porra quente. “Tá enchendo meu cu todo… ai, caralho, que delícia…”

Quando pararam, ofegantes, Harriet ainda sentia o pau dele amolecendo dentro dela. Levantou-se devagar. Um fio grosso de sêmen branco escorreu do cuzinho aberto, escorrendo pela coxa até o chão do estoque. Ela se virou, segurou o rosto de Rico com as duas mãos e deu um beijo carinhoso, demorado, quase doce depois de toda a safadeza.

Depois, ainda com o cu pingando porra, a saia amassada na cintura e as pernas trêmulas, Harriet caminhou até Otto. O marido olhava para ela com os olhos brilhando de desejo insaciado, o pau ainda duro na mão, a respiração acelerada. Ela parou na frente dele, sorriu com aquele ar de quem sabia que a brincadeira estava apenas começando, e abriu a boca para falar…

Harriet parou na frente dele, sorriu com aquele ar de quem sabia que a brincadeira estava apenas começando, e abriu a boca para falar: “Olha o estrago que o Rico fez no meu cu, amor. Tá piscando, todo arrombado e vazando porra quente dele. Você pediu pra ver, agora vem limpar pra sua mulher, vai. Não seja covarde agora que o pau tá duro na sua mão.”

Otto, o contador de 35 anos que mal conseguia respirar direito agachado ali entre as caixas de lingeries, engoliu em seco. Seus olhos estavam vidrados na bunda redonda e suada da esposa, no fio grosso de sêmen que escorria do anelzinho rosado e esticado. “Caralho, Harriet… eu pedi isso, mas ver de perto é outra coisa. Tá tão… aberto. Tão cheio”, murmurou ele, a voz rouca misturada com um riso nervoso que escapou sem querer. Ele pensou que era loucura total, que oito anos de casamento não preparavam ninguém pra lamber o cu da mulher cheio da porra de um entregador, mas o tesão falava mais alto. Ajoelhou-se, agarrou as nádegas macias dela com as duas mãos e enfiou a língua direto no buraco melado.

Harriet soltou um gemido longo, quase uma gargalhada safada, enquanto sentia a língua do marido trabalhando. “Isso, Otto! Chupa tudo, amor. Limpa o leitinho do Rico do meu rabinho virgem que ele acabou de arrombar. Ai, que língua gulosa… você tá gostando, né? Tá sentindo o gosto dele misturado com o meu?” Ela rebolava devagar contra o rosto dele, as coxas grossas tremendo de prazer renovado, o suor escorrendo pela barriga e molhando a blusa aberta que deixava os seios pesados balançando. Por dentro, Harriet pensava que nunca tinha se sentido tão devassa, tão viva, o coração acelerado como se fosse explodir dentro do peito. O estoque parecia menor, o ar mais grosso, cheirando a sexo, plástico de embalagens e o perfume doce das calcinhas que eles tinham bagunçado.

Rico, o entregador de 28 anos, observava tudo com o pau já meio duro de novo, encostado numa prateleira de sutiãs. Ele riu, aquele riso grave e divertido que fazia os músculos do peito dele tremerem. “Porra, casal, vocês são melhores que novela. O corno lambendo meu porra do cu da mulher… tô ficando com inveja. Quer que eu ajude, Harriet? Esse rabinho ainda não tá satisfeito, tá piscando pedindo mais.”

Ela virou o rosto, os cabelos castanhos colados na testa suada, e piscou pra ele com malícia. “Vem, Rico. Meu cu ainda quer mais do seu pauzão. Mas agora o Otto vai assistir de perto enquanto você me fode de novo. Sobe aqui nas caixas, me coloca de lado.” Sem esperar, ela empurrou algumas caixas de calcinhas fio-dental, formando uma pilha mais alta e macia, e deitou de lado, uma perna levantada bem aberta. A saia estava enrolada na cintura como um cinto inútil, a calcinha de renda rasgada de lado. Otto sentou-se a menos de meio metro, o pau na mão, batendo devagar enquanto via a esposa se oferecer.

Rico cuspiu na palma da mão, espalhou na cabeça grossa do pau e se encaixou atrás dela. “Segura bem, Harriet. Vou meter fundo de novo, bem devagar no começo pra você sentir cada veia.” Ele forçou a entrada, o cuzinho ainda lubrificado pela porra anterior cedendo com um som molhado e obsceno. Harriet mordeu o próprio braço para abafar um grito que era metade dor, metade prazer louco. “Ai, caralho… tá maior que da primeira vez… abre meu cu todo, Rico! Olha, Otto, olha como ele some inteiro no meu rabinho!”

O marido não tirava os olhos. O pau dele babava pré-gozo na mão enquanto via o membro grosso do entregador desaparecer centímetro por centímetro entre as nádegas vermelhas de tapas da esposa. “Tá lindo, amor… seu cu tá virando uma boceta de verdade. Rebola pra ele, vai… mostra como você é boa de rabo.” Harriet obedeceu, empinando o quadril no ritmo das estocadas que foram ficando mais rápidas, mais brutas. O som de pele batendo ecoava no estoque abafado, misturado com os gemidos dela e as risadas entrecortadas. Rico segurava uma das coxas dela no alto, metendo fundo, as bolas batendo na buceta encharcada que pingava no chão de concreto.

“Porra, isso é melhor que malhar na academia! Esse cu aperta meu pau como se não quisesse soltar nunca”, grunhiu Rico, dando um tapa estalado na bunda dela que deixou a marca rosada. Harriet riu entre gemidos, o riso rouco e molhado que sempre surgia quando o tesão misturava com a graça da situação. “Melhor que ficar empilhando sutiã o dia inteiro, isso sim! Mete mais forte, entregador gostoso. Quero sentir suas bolas batendo enquanto meu marido bate punheta vendo tudo.”

O ritmo aumentou. Rico virou ela de bruços sobre as caixas, montou por cima como um animal, metendo de cima para baixo com força. Harriet gritava de prazer, o rosto pressionado contra uma embalagem de lingerie vermelha, os seios esmagados contra o papelão. Otto se aproximou mais, agora ajoelhado ao lado, e ela virou a cabeça para pegar o pau do marido na boca. Chupava com fome, babando, enquanto o cu era arrombado sem piedade. “Chupa o pau do seu homem enquanto leva no rabo, Harriet… isso, assim… que boca quente”, Otto gemia, segurando os cabelos dela.

Interiormente, Harriet sentia um turbilhão: o prazer era absurdo, o cu latejava de um jeito que misturava ardor com um gozo profundo que subia pela espinha, a buceta pulsando sem ser tocada, molhando as coxas. “Eu sou uma vadia completa e tô amando cada segundo”, pensou ela, o coração martelando tão forte que parecia que ia sair pela boca cheia de pau.

Rico acelerou, os músculos das costas brilhando de suor, as mãos cravadas na cintura dela. “Tô perto… vou encher esse cu de novo, Harriet! Toma tudo!” Ele rosnou e explodiu, jatos quentes e grossos invadindo fundo o intestino dela pela segunda vez. Harriet gozou junto, o corpo convulsionando, a buceta esguichando um fiozinho claro no chão enquanto o cu apertava o pau de Rico como um punho. Otto, vendo a esposa tremer inteira, gozou na boca dela, enchendo-a de porra que ela engoliu com gulodice, rindo e tossindo ao mesmo tempo.

Os três ficaram ali, ofegantes, suados, os corpos colados numa pilha humana sobre as caixas amassadas. O estoque parecia um campo de batalha: caixas viradas, lingeries espalhadas, manchas úmidas por todo lado. Rico tirou o pau devagar, o cu de Harriet soltando um pumzinho involuntário de ar e porra que fez os três caírem na gargalhada. “Caralho, que bagunça… melhor que qualquer entrega que já fiz”, disse ele, puxando a calça jeans para cima.

Harriet se levantou devagar, as pernas bambas, o cu latejando com uma dorzinha quente que começava a se espalhar. O sêmen escorria sem parar pelas coxas, pingando nos sapatos. Ela olhou para Otto, que ainda respirava pesado, o pau amolecendo na mão, e sorriu fraco. Mas o sorriso morreu aos poucos. Enquanto arrumava a blusa com dedos trêmulos, o coração acelerado não era mais só de tesão. Uma dúvida fria subiu pelo peito. “E se a gente passou do limite?”, pensou ela, olhando as manchas brancas nas calcinhas de renda novas que custavam uma fortuna. Otto evitava o olhar dela agora, mordendo o lábio, como se a realidade do que tinha pedido — e do que tinha visto e lambido — começasse a pesar. O riso morreu no ar. O estoque parecia menor, mais sufocante. Harriet sentiu o cu arder de verdade pela primeira vez, uma fisgada que misturava prazer residual com arrependimento. “Merda… o que a gente fez aqui hoje? Isso vai mudar tudo, né?”, murmurou ela baixinho, a voz perdendo a safadeza, enquanto o silêncio caía entre as prateleiras e o peso do que tinha começado como brincadeira agora pairava, errado, no ar abafado.

Rate this story

★★★★★
Thanks for rating
Algo errado com esta história?
Patrocinado

Gente de verdade na cam, agora.

Assista grátis. Sem cartão, sem cadastro.

Ver ao vivo →
Link patrocinado. Só para maiores de 18.
Tagged anal rimming fingering creampie cowgirl

Fresh filth, nightly

The best new stories in your inbox every morning. Free, 18+, unsubscribe anytime.