Noite no Aquário, Ela Gozava Pensando no Amigo

Tamara fica sozinha no aquário, mete os dedos na buceta molhada pensando no mergulhador Trent e goza jorrando no chão.

21 min read September 06, 2026New

O aquário fechava as portas para o público às dezenove horas em ponto, mas Tamara ainda estava lá dentro, com o crachá pendurado no peito e o coração batendo mais rápido do que admitia. Vinte e dois anos, bióloga recém-contratada, responsável pelo tanque noturno dos peixes de recife — aquele que só ganhava vida quando as luzes principais se apagavam e as azuis frias tomavam conta do corredor. Ela tinha pedido para ficar. Ninguém questionou. “Preciso monitorar o ciclo de alimentação dos moreias”, mentira mansa, dita com o sorriso certo. Na verdade, queria o silêncio. Queria o prédio inteiro só para ela.

As portas de vidro se trancaram com um clique seco. Corredores vazios. O cheiro de sal e filtro úmido. Tamara tirou o jaleco branco, ficou só de camiseta fina e short jeans surrado, e caminhou até a sala de observação anexa ao tanque principal. Sofá velho de couro rachado, mesa baixa com monitores piscando números de pH e temperatura, e a enorme parede de vidro onde o oceano artificial se movia em câmera lenta. Ela se jogou no sofá, pernas abertas sem pudor, e soltou o ar.

Foi aí que a memória veio sem pedir licença.

Trent.

Na semana passada ele tinha entrado na água com ela para o treino de manutenção das bombas submersas. Mergulhador contratado, ombros largos, peito coberto de pelos escuros que colavam na pele molhada do neoprene aberto até o umbigo. Tamara lembrava do jeito que ele ria debaixo da máscara, bolhas subindo, e de como a mão dele tinha encostado na cintura dela para corrigir a flutuabilidade. Sem querer. Ou querendo. A água gelada não tinha esfriado porra nenhuma. Pelo contrário: o corpo dele colado atrás do dela, peito contra as costas, a coxa dele roçando a dela enquanto apontava o registro enferrujado. Ela tinha sentido o volume duro pressionando a curva da bunda por um segundo inteiro antes dele se afastar com um “desculpa, a correnteza”.

Mentira gostosa. Os dois sabiam.

Agora, sozinha, Tamara fechou os olhos e recriou a cena com detalhes que a memória teimava em exagerar. A água turva de partículas, o farol do capacete dele iluminando o peito dela por baixo da blusa de lycra, os mamilos duros à mostra. A mão grande dele subindo da cintura para a costela, “só para estabilizar”. Ela se imaginava virando de frente, peito a peito, a máscara quase batendo, e o pau dele — grosso, ela tinha certeza, porque o neoprene não escondia merda nenhuma — enfiado entre as coxas dela, só a barreira da roupa atrapalhando.

Um calor subiu entre as pernas dela sem aviso.

Tamara abriu os olhos. A camiseta já estava grudada nos peitos. Ela passou a mão por baixo do short, por cima da calcinha de algodão, e sentiu. Molhada. Não um pouco. Encharcada. O tecido colava nos lábios inchados, o cheiro dela mesma subindo doce e ácido. “Porra, Tamara”, murmurou alto, a voz ecoando na sala vazia. “Só de pensar nele você já fica assim?”

Ela puxou o short para baixo junto com a calcinha, deixou as duas peças penduradas num tornozelo, e abriu as pernas no sofá. A buceta dela brilhava sob a luz azul que entrava pelo vidro. Lábios grossos, o clitóris latejando pra fora, um fio transparente escorrendo em direção ao couro. Ela encostou o indicador ali, só o suficiente para espalhar o líquido, e soltou um gemido baixo quando o dedo escorregou fácil até a entrada.

“Trent…”, sussurrou, como se ele pudesse ouvir do outro lado da cidade.

A fantasia ganhou corpo. Ela se viu de novo dentro d’água, mas agora sem o neoprene. Só pele. O corpo dele pressionando o dela contra o vidro interno do tanque, as bolhas subindo enquanto ele enfiava dois dedos nela ali mesmo, o polegar rodando o clitóris com a precisão de quem conhece equipamento delicado. Tamara imitou o movimento: dois dedos na buceta, entrando devagar, sentindo as paredes quentes se abrirem. O polegar no clitóris, círculos apertados. O sofá rangeu. Ela arqueou as costas, a outra mão subindo por baixo da camiseta para apertar o peito esquerdo, beliscar o mamilo até doer gostoso.

“Assim… enfia mais fundo, porra.” A voz dela saía rouca, suja. “Quero sentir teu pau grosso me abrindo debaixo d’água, Trent. Quero que tu me foda devagar primeiro, me deixa louca, depois mete com raiva.”

Os dedos entravam e saíam com barulho molhado, obsceno no silêncio do aquário. Cada estocada imaginária fazia ela franzir a testa e morder o lábio inferior. Ela lembrava do cheiro dele depois do mergulho — sal, borracha quente, suor limpo — e enfiou o rosto na curva do próprio braço como se pudesse farejar aquilo ali. Os dedos aceleraram. O terceiro tentou entrar também, esticando a entrada, e ela gemeu alto quando a dorzinha doce se misturou ao prazer.

A parede de vidro tremeluzia. Um cardume passou, indiferente. Tamara estava de pernas abertas, buceta latejando ao redor dos próprios dedos, o cú molhado de babar escorrendo. Ela tirou os dedos só para provar o gosto — salgado, denso — e voltou a se foder com mais vontade, a palma batendo contra o clitóris a cada movimento. O orgasmo já anunciava a chegada, um aperto baixo na barriga, mas ela segurava. Ainda não. Queria alongar. Queria mais da fantasia.

Imaginou Trent tirando o regulador da boca dela, beijando-a ali mesmo, língua salgada, enquanto o pau grosso entrava de uma vez só. Ela se viu gozando em volta dele, as pernas tremendo na água, bolhas saindo da garganta num grito mudo. Na sala real, os quadris dela subiam e desciam no sofá, fodendo o ar, os peitos pulando sob a camiseta erguida. Um fio grosso de gozo escorreu da buceta e caiu no chão de concreto, formando uma poça pequena e brilhante.

“Porra… tô tão molhada por tua causa”, disse ela para o fantasma dele. “Se tu estivesse aqui agora eu te puxava pra cima de mim, te fazia me comer nesse sofá até eu gritar. Queria teu porra escorrendo de mim enquanto os peixes nadam do outro lado.”

Os dedos giraram dentro dela, procurando aquele ponto áspero. Achou. A pressão certa. Tamara travou a respiração, os olhos revirando, o corpo inteiro tenso. Ainda não gozava de verdade — segurava na beira, deliciosamente cruel consigo mesma. Queria sentir mais. Queria imaginar a boca dele chupando o clitóris dela enquanto dois dedos a abriam. Queria o peso dele. A voz grossa mandando ela abrir mais as pernas. O pau batendo na cara dela antes de enfiar de novo.

Ela tirou a mão por um segundo, ofegante, olhou a bagunça que tinha feito: a buceta vermelha, aberta, latejando, o chão manchado, os dedos brilhando. O coração batia na garganta. Lá fora, no corredor, o ar-condicionado zumbia. Ninguém viria. A noite era toda dela.

Tamara sorriu, safada, e voltou a se tocar — mais devagar agora, prolongando. O polegar no clitóris, dois dedos curvados, a outra mão descendo para brincar com o cú molhado, só a ponta do mindinho pressionando. A fantasia mudou de ângulo: agora ela estava de quatro no fundo do tanque de observação, Trent atrás, segurando o cabelo dela, metendo fundo enquanto as luzes azuis dançavam nos corpos nus. Ela gemia o nome dele baixo, ritmado, cada “Trent” um empurrão dos próprios dedos.

O prazer subia em ondas. A cada uma, um novo detalhe: o jeito que as veias do antebraço dele saltavam quando ele segurava ferramentas. O sorriso torto depois de tirar a máscara. A possível grossura do pau, a curva, o gosto. Ela se perguntava se ele fodia com a mesma calma paciente com que ajustava válvulas, ou se perdia a cabeça e metia como animal. As duas opções faziam a buceta dela contrair com força.

Um gemido mais alto escapou. O sofá estava encharcado embaixo dela. Tamara estava à beira, o corpo todo pedindo o estouro, mas ainda segurava o fio da tensão como quem segura a respiração no fundo do mar. Havia mais imagens para explorar. Mais jeitos de se imaginar sob ele. A noite mal tinha começado, o tanque noturno piscava calmo do outro lado do vidro, e ela ainda tinha horas — horas inteiras — para se foder pensando naquele mergulhador até não aguentar mais.

Os dedos continuaram o trabalho sujo, devagar e fundo, enquanto o nome dele escorria da boca dela como uma oração suja.

O cardume de peixes luminosos deslizou bem na frente do vidro, pontinhos azul-esverdeados piscando como se dançassem só pra ela. Tamara abriu mais as pernas no sofá rachado, o short e a calcinha ainda pendurados num tornozelo, e observou aqueles bichinhos indiferenes enquanto a mão direita voltava pra dentro da buceta. Os dedos já estavam encharcados, escorregando fácil entre os lábios grossos e inchados. Ela gemeeu baixinho, o som sumindo no zumbido do filtro.

“Trent… caralho, Trent…”

A voz saiu rouca, suja, como uma oração proibida. Ela deslizou o indicador devagar pela fenda, espalhando o mel quente que escorria sem parar, depois enfiou só a ponta. A buceta contraiu na hora, molhada pra caralho, pedindo mais. Os peixes passaram de novo, luzes suaves refletindo na pele suada dela, e Tamara fechou os olhos um segundo só pra sentir o calor subindo. A excitação batia forte agora. Não dava mais pra ir devagar.

Ela puxou a camiseta pra cima duma vez, tirou por cima da cabeça e jogou no chão. Os peitos saltaram livres, pesados, mamilos duros como pedra apontando pro ar-condicionado frio. A mão esquerda subiu na hora, apertou o peito direito com força, beliscou o bico até doer gostoso. Um gemido mais alto escapou. “Porra…” Os dedos da outra mão já estavam enterrados até a segunda junta, entrando e saindo com barulho molhado, obsceno. Ela abriu as pernas ainda mais, joelhos caindo pros lados, e enfiou o segundo dedo de uma vez. A buceta cedeu fácil, quente, apertada, engolindo os dois até a palma bater no clitóris latejante.

A fantasia veio sem pedir licença, mais nítida que antes. Não era mais só a água do tanque. Agora era o pau grosso do Trent — aquele volume que ela tinha sentido no neoprene — entrando nela no lugar dos dedos. Ela se viu de costas pro vidro, ele por trás, mãos grandes segurando a cintura dela, a cabeça do pau grosso abrindo os lábios molhados devagar. Tamara imitou o movimento: empurrou os dois dedos fundo, curvou, procurou aquele ponto áspero e encontrou. O corpo inteiro tremeu.

“Isso… mete esse pau grosso em mim, Trent. Abre essa buceta fodida.” Ela falava alto agora, a voz ecoando na sala vazia. “Quero sentir as veias batendo dentro, quero tu me esticando até doer. Empurra mais fundo, porra.”

Os quadris subiam sozinhos, fodendo a mão com vontade. A cada estocada ela apertava o mamilo mais forte, torcia, puxava, a dorzinha se misturando no prazer e mandando um choque direto pro clitóris. O polegar rodava em círculos apertados ali em cima, esmagando o botão inchado enquanto os dedos entravam e saíam mais rápido. O cheiro dela mesma subia forte — doce, ácido, salgado — e ela levou a mão esquerda até a boca, chupou o próprio mamilo molhado de saliva, gemeu com a boca cheia.

Os peixes luminosos formavam um véu azul do outro lado do vidro. Tamara olhava pra eles com os olhos semicerrados, imaginando o corpo do Trent nadando por baixo, peito peludo colado nas costas dela, pau grosso enfiado até o saco enquanto bolhas subiam. “Tu ia me foder assim, né? Devagar primeiro… me deixando louca… depois metendo com raiva, me arrebentando contra o vidro.” Os dedos aceleraram. Três agora. A entrada ardeu gostoso quando o terceiro forçou passagem, esticando, e ela soltou um grito rouco que morreu no meio. “Caralho, que pau grosso… me enche toda, Trent. Quero teu porra escorrendo pela minha perna enquanto eu gozo.”

O sofá rangeva sob o peso dela. A buceta fazia barulho nojento, chupando os dedos, babando pelo cú e escorrendo em fios grossos que pingavam no couro e caíam no concreto frio. Tamara estava tremendo inteira. As coxas batiam, o peito subia e descia rápido, o suor brilhava na barriga. Ela curvou os dedos com mais força, bateu a palma no clitóris em ritmo seco, e o prazer subiu numa onda quente que fez a barriga contrair. Quase. Quase.

“Não ainda… porra, não ainda.” Ela freou de propósito, tirou os dedos até a ponta, deixou a buceta latejar vazia e escorrendo, depois enfiou de novo com raiva. O corpo tremeu de novo, mais forte. A fantasia mudou: agora ela estava de frente pra ele, pernas enroladas na cintura larga do Trent, ele segurando a bunda dela com as duas mãos e metendo de baixo pra cima, o pau grosso sumindo inteiro a cada embalo. Ela via o rosto dele, a mandíbula travada, os olhos escuros, a boca xingando baixo. “Toma, puta… toma esse pau.” Tamara falava as palavras por ele, a voz grossa fingida saindo rouca da própria garganta.

A mão livre desceu entre as nádegas, o mindinho molhado de gozo pressionou a entrada do cú e entrou só a ponta. O choque foi elétrico. Ela arqueou as costas, gritou o nome dele — “Trent! Porra, Trent!” — e fodeu os dois buracos ao mesmo tempo, os dedos da frente curvados, o de trás só brincando, a buceta esguichando mais líquido a cada movimento. O chão já tinha uma poça brilhante. Os peixes passaram de novo, luzes dançando na pele suada, e ela riu baixinho, safada, ofegante.

“Olha esses peixes… se tu estivesse aqui eu te fazia me comer de quatro bem na frente do vidro. Queria teu pau grosso me abrindo enquanto eles nadam. Queria gritar teu nome até a voz sumir.” Os dedos entravam fundo, saíam quase inteiros, entravam de novo mais rápido. O ritmo ficou brutal. A buceta escorregava, barulhava, contraía. O clitóris latejava sob o polegar duro. Os peitos pulavam a cada embalo dos quadris. Tamara sentia o orgasmo subindo de novo, quente, pesado, apertando baixo na barriga como uma corda prestes a arrebentar. O corpo inteiro tremia agora — coxas, barriga, braços, até a mandíbula. Ela mordia o lábio inferior até doer, os olhos revirando, e ainda assim segurava na beira, cruel consigo mesma.

“Mais… me fode mais fundo… quero gozar no teu pau, Trent… quero jorrar pra caralho…”

Mas não deixou. A mão diminuiu a velocidade de propósito, girou os dedos devagar dentro da buceta latejante, só prolongando a tortura gostosa. O suor escorria entre os peitos. A respiração saía em soluços. Ela olhou de novo pros peixes luminosos, o azul frio batendo na buceta aberta e vermelha, nos dedos brilhando de porra dela, no chão manchado. A noite ainda era longa. Tinha mais fantasia pra gastar. Mais jeito de se imaginar engolindo aquele pau grosso, de quatro, de lado, cavalgando, chupando até ele gozar na cara dela e depois meter de novo.

Tamara sorriu, a boca inchada de tanto morder, e voltou a se foder — agora devagar, fundo, o polegar no clitóris fazendo círculos preguiçosos enquanto o corpo ainda tremia de tesão acumulado. O nome dele escorria baixo, ritmado, cada “Trent” um empurrão dos próprios dedos. O tanque piscava calmo do outro lado. Ninguém viria. E ela ainda tinha horas inteiras pra se destruir pensando naquele mergulhador até o corpo não aguentar mais.

Tamara tirou o short e a calcinha do tornozelo de uma vez, chutou as duas peças pro canto da sala e ficou completamente nua sob a luz azul. O couro do sofá grudava na bunda suada. Ela se virou de lado, a perna de cima dobrada e aberta bem larga, joelho apontando pro teto, a de baixo esticada. A buceta aberta, vermelha, latejando, o mel escorrendo em fios grossos pela coxa até manchar o sofá de novo. Três dedos. Ela enfiou os três de uma vez só, fundo, até a palma bater nos lábios inchados, e a outra mão desceu direto pro clitóris grosso e inchado. Círculos rápidos, fortes, apertados, esmagando o botão com a ponta dos dedos enquanto os três de dentro curvavam e socavam aquele ponto áspero sem piedade.

“Trent… caralho, Trent, mete em mim…” A voz saía rouca, quebrada, ecoando no aquário vazio. A fantasia explodiu nítida: ela de quatro no fundo do tanque de observação, o vidro frio sob as palmas, o corpo do mergulhador atrás, mãos grandes segurando a cintura dela, o pau grosso — aquele volume que ela sentiu no neoprene — abrindo a buceta de uma estocada só. Bolhas subindo, peixes luminosos nadando ao redor, a água gelada contrastando com o calor do pau enfiado até o saco. Tamara fodia a própria mão com força, os três dedos entrando e saindo no ritmo bruto que ela imaginava nele metendo. O polegar e o indicador da outra mão esfregavam o clitóris em círculos malucos, rápidos, molhados, o barulho obsceno enchendo a sala.

O sofá rangeu. As coxas tremiam. Ela arqueou as costas de lado, o peito esquerdo esmagado no couro, o direito balançando a cada embalo, mamilo duro raspando. “Assim… de quatro… me fode fundo dentro do tanque, porra. Quero sentir teu pau me abrindo enquanto a água entra. Segura meu cabelo, Trent. Me come com raiva.” Os dedos aceleraram. A buceta chupava, contraía, babava pelo cú e pela coxa. O cheiro forte dela subia, doce e ácido misturado com o sal do ar. Ela fechou os olhos e viu o rosto dele atrás, a mandíbula travada, o peito peludo colado nas costas dela, a água turva, o farol do capacete iluminando a bunda dela sendo arrebentada.

“Trent!” gritou alto quando o prazer subiu numa onda quente e pesada. Os três dedos fundo, curvados, socando o ponto. A mão no clitóris girando sem parar, brutal. A buceta apertou os dedos com força absurda, as paredes pulsando, engolindo. Tamara gritou o nome dele de novo — “Trent! Porra, Trent, me fode!” — e gozou. O corpo inteiro travou, as pernas se abrindo mais, o peito arqueando. Um squirt quente, forte, jorrou dos lábios molhados em jato grosso, batendo no chão de concreto do aquário com um som molhado. Outro jato. Outro. A buceta esguichava sem controle enquanto os dedos continuavam enfiados, a mão no clitóris ainda esfregando em círculos loucos, prolongando o estouro. O líquido quente escorria pela coxa, pingava, formava uma poça brilhante no chão frio sob a luz azul.

Ela tremia toda, ofegante, a buceta ainda apertando e soltando os três dedos em espasmos. “Isso… jorra no teu pau… caralho…” murmurou, a voz sumindo. Continuou metendo devagar agora, sentindo o orgasmo escorrer em ondas menores, o squirt ainda pingando. Imaginava o pau dele saindo e entrando coberto do gozo dela, a água do tanque turva de tesão, ele gemendo baixo atrás dela, segurando firme. Tamara tirou os dedos só um segundo, olhou a bagunça — a mão brilhando, a buceta aberta e vermelha latejando, o chão encharcado — e enfiou de novo, mais fundo, os três dedos sumindo. A outra mão voltou pro clitóris, agora mais lenta, mas ainda firme, espalhando o mel quente.

O corpo ainda sacudia. Ela ficou de lado, perna aberta, respiração irregular, e murmurou sujo pro fantasma dele: “Tu ia me foder assim até eu não aguentar mais, né? De quatro no tanque, me fazendo jorrar na água… porra, Trent.” Os dedos giravam dentro, procurando de novo aquele ponto, e o clitóris inchado latejava sob os círculos. O prazer não tinha morrido. Estava quente, acumulado de novo, a barriga baixa latejando. Ela se viu cavalgando ele depois, ainda dentro d’água, peito a peito, as bolhas saindo da boca enquanto ela descia no pau grosso até o fundo. “Quero mais… me enche de novo…”

Tamara acelerou outra vez. Três dedos fundo, socando. Clitóris esfregado em círculos rápidos e fortes. O sofá encharcado debaixo dela. O squirt anterior ainda brilhava no chão, e novos fios escorriam. Ela gemia o nome dele ritmado — “Trent… Trent… Trent…” — cada um um empurrão. A fantasia mudava de ângulo sem parar: ele tirando o regulador, beijando ela debaixo d’água enquanto metia; ele puxando o cabelo e fodendo mais fundo; ele virando ela de lado exatamente como ela estava agora no sofá, perna erguida, pau entrando lateral e fundo. O corpo dela respondia, a buceta apertando, o calor subindo de novo. O orgasmo anterior tinha sido forte, o squirt quente ainda pingava, mas a tesão não acabava. Queria outro. Queria jorrar de novo pensando nele metendo.

Os peixes luminosos passaram na frente do vidro outra vez, indiferentes, luzes azul-esverdeadas dançando na pele suada dela, nos peitos pesados, na buceta aberta engolindo os dedos. Tamara riu baixo, safada, ofegante, e fodeu mais forte. “Olha só… se tu estivesse aqui eu te puxava pra dentro do tanque agora. Me comia de quatro bem aqui, me fazia gozar jorrando na porra da água.” Os dedos entravam até a palma, saíam quase inteiros cobertos de mel, entravam de novo. O clitóris era esmagado em círculos malucos. As coxas batiam. O peito subia e descia. O suor escorria entre os peitos e pingava no couro. Ela sentia o segundo orgasmo chegando, mais fundo, mais pesado, a corda puxando de novo na barriga.

Mas segurava um pouco. Ainda não. Prolongava de propósito, diminuía a velocidade dos círculos no clitóris, deixava os três dedos parados fundo, só pulsando, a buceta latejando ao redor. Respirava fundo, o cheiro dela mesma forte no ar. Imaginava a voz grossa dele mandando ela abrir mais a perna, mandando ela gozar no pau dele dentro do tanque. “Goza pra mim, Tamara… jorra nessa porra.” Ela falava as palavras por ele, a voz fingida saindo rouca. Depois voltava a esfregar o clitóris rápido e forte, a meter os três dedos com raiva. O corpo inteiro tremia de novo. A noite ainda era longa. O aquário era só dela. O tanque piscava calmo. E ela ainda tinha o gosto do primeiro squirt na boca — tinha levado os dedos aos lábios no meio do gozo, chupado o próprio mel salgado — e queria mais.

Tamara se ajeitou melhor de lado, abriu a perna ainda mais, enfiou os três dedos até doer gostoso e esfregou o clitóris inchado em círculos brutais, rápidos, fortes. O nome dele saía em gritos baixos. A buceta apertava. O calor subia. Outro jato já ameaçava. Ela pensava nele metendo de quatro dentro do tanque, o pau grosso sumindo inteiro, as bolhas, o peito peludo, a mão no cabelo dela, e o corpo respondia pronto pra estourar de novo no chão do aquário.

Tamara sentia o segundo orgasmo subindo como uma onda pesada, a corda na barriga baixa puxando com força absurda enquanto os três dedos socavam fundo e o clitóris inchado era esmagado em círculos brutais. Os peixes luminosos passaram de novo do outro lado do vidro, indiferentes, e ela gritou o nome dele num gemido rouco que ecoou pela sala vazia do aquário.

“Trent… porra, Trent, me fode… jorra em mim…”

Os quadris bateram contra a mão com vontade de puta. A buceta apertou os dedos numa contração violenta, as paredes pulsando, engolindo, e o estouro veio quente e sujo. Um jato grosso esguichou dos lábios molhados, batendo no concreto frio com um som molhado e obsceno. Outro jato. Mais um. O corpo inteiro travou de lado no sofá, a perna aberta tremendo sem controle, o peito arqueando, o mamilo duro raspando no couro encharcado. Ela continuou esfregando o clitóris mesmo enquanto gozava, prolongando o squirt, o líquido quente escorrendo pela coxa, pingando, formando uma poça brilhante sob a luz azul. Os dedos dentro dela latejavam junto com as paredes, e ela gemeu alto, a voz quebrada:

“Isso… caralho… goza no teu pau… Trent…”

O tremor não parava. As coxas batiam uma na outra, a barriga contraía em espasmos, o suor escorria entre os peitos e pingava no sofá. Tamara tirou os dedos devagar, ainda ofegante, e olhou a bagunça: a mão brilhando de gozo denso, a buceta vermelha e aberta latejando, o chão encharcado, o cheiro forte e doce-ácido enchendo o ar misturado com o sal do aquário. O corpo inteiro estava mole e sacudindo, o segundo orgasmo ainda escorrendo em ondas menores que faziam a buceta se contrair sozinha.

Ela sorriu, safada, a boca inchada de tanto morder. Levantou a mão suja até o rosto e lambeu os dedos um por um, devagar, chupando o próprio mel salgado e quente. O gosto dela mesma explodiu na língua — denso, ácido, gostoso pra caralho — e ela soltou um gemido baixo de satisfação enquanto limpava o polegar com a língua, o sorriso safado ainda no rosto. O corpo relaxava pesado no sofá rachado, a pele suada esfriando sob o ar-condicionado, as pernas abertas sem pudor nenhum. Satisfação profunda, quente, escorrendo pelos ossos. A buceta ainda latejava mansa, molhada, o clitóris sensível demais, mas o tremor gostoso ia diminuindo.

“Porra… que delícia”, murmurou para o teto, a voz rouca. Lambia o último fio de gozo do indicador e sentia o corpo inteiro pesado e bom, como se tivesse sido fodida de verdade. Os peixes luminosos dançavam do outro lado do vidro, e ela riu baixinho, nua, satisfeita, o chão manchado sob ela como prova suja da noite.

Foi aí que a decisão veio clara, quente, inevitável. Não dava mais pra ficar só nisso. Não dava mais pra se destruir sozinha no sofá pensando no volume duro que ela sentiu no neoprene, no peito peludo, na mão grande na cintura. Amanhã ela ia chamar Trent. Ia mandar mensagem, inventar qualquer desculpa de manutenção noturna, convidar ele pra um mergulho de verdade depois do horário. Só os dois. No tanque. Ou no mar, tanto faz. Ela ia puxar ele, ia sentir aquele pau grosso de verdade abrindo ela, ia gozar jorrando de novo mas agora com ele dentro. Não conseguia mais só pensar. O corpo pedia. A buceta ainda molhada pedia. Ela tinha certeza agora: amanhã ia acontecer.

Tamara se sentou devagar no sofá, as pernas ainda trementes, e passou a mão limpa pelo cabelo suado. O sorriso safado ainda estava lá enquanto ela imaginava a conversa, o jeito que ele ia rir daquele sorriso torto, o neoprene descendo, a água gelada contrastando com o calor. Ia ser bom. Ia ser sujo. Ia ser real.

Mas algo começou a errado exatamente naquele instante.

O silêncio do aquário ficou pesado demais de repente. O zumbido do filtro soou longe, como se viesse de outro prédio. A poça de gozo no chão brilhava sob a luz azul e de repente pareceu patética, solitária. O gosto dela mesma ainda na boca perdeu o sabor gostoso e ficou só salgado e vazio. Tamara olhou pros peixes luminosos e sentiu um frio subir pela espinha, diferente do ar-condicionado. A fantasia tinha sido perfeita — o pau grosso, as bolhas, o cabelo puxado, o squirt na água — mas agora, com o corpo relaxado e o orgasmo escorrido, a dúvida comeu tudo.

E se ele não quisesse? E se o toque no neoprene tivesse sido só correnteza de verdade? E se amanhã ela mandasse a mensagem e ele respondesse seco, profissional, “tá, a gente marca o horário de manutenção”? O peito apertou. Ela imaginou o rosto dele rindo debaixo da máscara e de repente viu só educação, distância. Talvez ele tivesse alguém. Talvez ele nunca tivesse sentido o volume dela do mesmo jeito. A decisão quente de chamar virou um peso no estômago. O sofá encharcado grudava na bunda e cheirava a sexo solitário, não a conquista. O jaleco jogado no chão, o crachá, a mentira sobre as moreias — tudo parecia ridículo agora.

Tamara lambeu o canto da boca de novo, tentando recuperar o sorriso safado, mas ele não voltava inteiro. O corpo estava satisfeito, mole, gostoso, mas a cabeça já rodava errado. Ela se encolheu um pouco, fechou as pernas, sentiu o mel residual escorrer ainda e odiou o barulho molhado que fez. Amanhã ela ia chamar. Tinha certeza. Não ia aguentar só pensar. Mas e se o mergulho real fosse frio? E se ele empurrasse devagar demais, educado demais, e o pau grosso da fantasia virasse só um pau normal que não fazia ela jorrar? Ou pior: e se ele metesse gostoso e depois fosse embora sem olhar pra trás, deixando ela aqui de novo, sozinha, com o chão manchado e o gosto dela mesma na boca?

O cardume passou mais uma vez, azul-esverdeado, indiferente. Tamara olhou a própria mão ainda brilhando fraco e sentiu um nó na garganta que não tinha nada a ver com tesão. O orgasmo tinha sido forte pra caralho, o corpo ainda tremia gostoso de longe em longe, o sorriso safado tinha existido de verdade quando ela chupou os dedos. Mas agora algo estava torto. A noite no aquário, que tinha sido só dela e suja e perfeita, cheirava a arrependimento frio. Ela se levantou devagar, pernas bambas, e começou a se vestir sem pressa — short, calcinha úmida, camiseta grudando nos peitos. O chão ainda brilhava com a poça dela. Ela não limpou.

Amanhã ia mandar a mensagem. Ia chamar Trent pro mergulho noturno. Não tinha como voltar atrás disso. Mas enquanto trancava a sala de observação e caminhava pelos corredores vazios com o crachá batendo no peito, Tamara sentia o vazio post-gozo comer as bordas da fantasia. Algo estava errado. O corpo estava saciado. A cabeça, não. E o peixe luminoso do tanque piscava atrás do vidro como se soubesse que amanhã, real ou não, ia doer de um jeito que os dedos dela nunca conseguiram alcançar.

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