Reencontro com a Ex no Casamento
No casamento, Dante reencontra a ex Rosa casada e a fode no banheiro.
O salão brilhava sob os lustres de cristal, perfumado de jasmim e champanhe caro. Dante ajustou o nó da gravata pela terceira vez e pediu um whisky puro no bar improvisado. A irmã da noiva tinha casado com pompa demais para o gosto dele, mas ele estava ali por obrigação social, sozinho, a noiva dele — se é que ainda dava para chamar assim — tinha viajado a trabalho. Melhor assim.
Foi quando ele viu.
Rosa.
O copo quase escorregou dos dedos. Ela estava encostada no outro extremo do balcão, vestido verde-esmeralda colado ao corpo, decote profundo que mostrava o começo dos seios que ele conhecia de cor, de marca de dente, de gozo escorrido. O cabelo escuro preso num coque frouxo, umas mechas soltas no pescoço. Casada. Casada com o caralho do padrinho, o Gideon, que ria alto do outro lado do salão com um grupo de ternos caros.
Ela virou o rosto. Os olhos encontraram os dele.
Por três segundos inteiros o mundo sumiu. Só sobrou aquele olhar carregado de tudo que tinham destruído e tudo que ainda queimava por baixo. Dante sentiu o pau reagir na calça sem permissão nenhuma. Rosa mordeu o lábio inferior, exatamente do jeito que fazia quando queria ser fodida sem conversa. Depois desviou o olhar, pegou a taça de vinho e fingiu interesse nas flores do arranjo. Mas a mão dela tremia um pouco.
Ele caminhou até ela. Não teve como evitar.
— Rosa.
A voz saiu rouca.
Ela sorriu de lado, aquele sorriso perigoso.
— Dante. Que surpresa... desagradável. Ou não.
— Casada. Parabéns. O Gideon parece... adequado.
— Adequado. Que palavra feia. E tu? Continua solteiro ou só fingindo?
— Fingindo o bastante.
O barman colocou o whisky na frente dele. Os dedos de Dante roçaram o copo dela de propósito. Ela não puxou a mão. O calor passou direto pra virilha.
— Não devíamos estar falando — murmurou ela, mas o olhar desceu pela boca dele, pela garganta, pelo peito aberto da camisa.
— Não. A gente não devia.
Mesmo assim nenhum dos dois se mexeu. O desejo antigo voltou grosso, sujo, como se os últimos anos tivessem sido só um intervalo forçado. Ele lembrava do gosto dela, do jeito que o cu apertava quando ele enfiava fundo, do grito abafado no travesseiro. Ela lembrava da porra quente escorrendo pela coxa e dele lambendo tudo depois.
— Tua mulher sabe que tu tá me olhando assim? — provocou Rosa, voz baixa.
— Ela não tá aqui. E o teu marido tá ocupado demais se gabando do carro novo.
Rosa riu pelo nariz, um som curto e sujo.
— Filho da puta.
A orquestra mudou o ritmo. Uma música lenta, melosa, invadiu o salão. Casais subiram pra pista. Rosa bebeu o resto do vinho de uma vez só, deixou a taça no balcão e estendeu a mão.
— Dança comigo. Só uma. Pra ninguém desconfiar.
Dante pegou a mão dela. Quente. Suada de tesão disfarçado. Guiou-a até o meio da pista lotada, corpos colados de todos os lados, luz baixa, perfeito. Pousou a mão na cintura dela, sentindo o tecido fino e a carne embaixo. Rosa passou os braços no pescoço dele, aproximou o peito, o ventre, e encaixou a buceta exatamente contra o pau já duro que marcava a calça social.
— Porra — ele grunhiu baixo no ouvido dela.
— Sente? — ela sussurrou, rebolando devagar, provocando, esfregando o clitóris naquela ereção grossa que conhecia tão bem. — Continua do mesmo tamanho. Eu sentia falta disso, Dante. Da forma bruta como tu me fodia. Sem piedade. Me abrindo toda, me fazendo gozar até doer. O Gideon... ele me come direito, mas é educado demais. Não me engasga com o pau. Não me xinga de puta enquanto mete.
Dante apertou a bunda dela com as duas mãos, puxando-a mais forte contra si, foda-se quem via. O pau latejava, pre-gozo já molhando a cueca.
— Continua falando essa merda e eu te fodo aqui no meio do salão — rosnou.
— Faz. Eu quero. Quero que tu me arraste pro banheiro e me foda igual antigamente. Me diga que eu sou tua vadia casada. Me enche de porra e me manda voltar pro meu marido pingando.
Ela lambeu o lóbulo da orelha dele, mordeu de leve. A mão desceu pelas costas dele até a bunda, apertou, e depois passou pela frente, roçando os dedos na ereção por cima da calça, uma carícia rápida, ousada, escondida pelos corpos ao redor.
— Tá pingando já, né? Eu sinto. Minha calcinha tá encharcada. Se tu enfiar o dedo agora, vai achar minha buceta escorrendo.
Dante não aguentou. Segurou o pulso dela e puxou, saindo da pista sem cerimônia, atravessando o salão pelo caminho menos iluminado. Rosa o seguia, respiração ofegante, sorriso safado nos lábios. Passaram por mesas, por um garçom distraído, até o corredor dos fundos, onde ficavam os banheiros de serviço e uma porta de emergência entreaberta. O barulho da festa ficou abafado. Só o eco dos saltos dela no mármore.
Ele a encostou na parede fria com força. A boca desceu na dela como um animal faminto. Rosa gemeu alto dentro do beijo, abriu as pernas, enfiou a língua na boca dele, chupou, mordeu o lábio inferior até quase sangrar. As mãos dele subiram pelo vestido, agarraram as coxas nuas, subiram mais, encontraram a calcinha de renda já ensopada. Dois dedos puxaram o tecido pro lado e enfiaram direto na buceta quente, molhada, pulsando.
— Ah, porra, Dante... assim...
Ela rebolou nos dedos dele, molhando a mão inteira. Ele meteu fundo, curvou os dedos, procurou aquele ponto que fazia ela tremer.
— Tu vai trair o teu marido comigo agora — disse ele contra a boca dela, voz grossa de tesão. — Consciente. Sabendo exatamente o que tá fazendo.
— Sim — ela ofegou, chupando a língua dele. — E tu vai trair quem quer que seja que te espera em casa. Porque eu quero esse pau dentro de mim mais do que qualquer merda de fidelidade. Fode-me. Me usa. Me faz lembrar por que eu era tua puta.
Ele tirou os dedos, chupou o gosto dela na frente dos olhos dela, e depois beijou-a de novo pra ela provar a própria buceta. As mãos de Rosa já abriam o cinto dele, puxavam o zíper, enfiavam-se dentro da cueca e pegavam o pau grosso, veia latejando, cabeça molhada de pré-porra. Ela masturbou-o com firmeza, polegar esfregando a fenda.
— Continua do mesmo jeito. Grosso pra caralho. Vai me arrebentar de novo.
— Vai. E tu vai gozar gritando meu nome com o anel de casamento no dedo.
Eles se beijavam com fome, quase violência, corpos colados, ela com a perna enganchada na cintura dele, ele esfregando a cabeça do pau na entrada escorregadia sem entrar ainda, só provocando, sujando a calcinha e a coxa dela de lubrificação. O corredor estava vazio por enquanto, mas qualquer um podia aparecer. Isso só aumentava o tesão.
Rosa puxou a cabeça dele pra baixo, falou no ouvido, voz rouca:
— Tem um banheiro ali no fim. Tranca a porta. Me come em pé, me vira de quatro na pia, faz o que quiser. Eu preciso sentir teu pau latejando dentro de mim enquanto o Gideon brinda o casamento lá fora.
Dante mordeu o pescoço dela, chupou forte o bastante pra deixar marca por baixo do cabelo.
— Então anda. Antes que eu te foda aqui mesmo contra essa parede e todo mundo ouça.
Ela riu, um riso baixo e safado, pegou a mão dele e puxou na direção da porta do banheiro no fim do corredor. O vestido amarrotado, a calcinha torta, o pau dele ainda duro pra fora da calça pela metade. Os dois sabiam exatamente o que estavam prestes a fazer. Sabiam o peso da traição. E mesmo assim os corpos mandavam mais alto que qualquer culpa. A porta do banheiro estava a poucos passos. O coração batia na garganta. O tesão pingava nas coxas dela e latejava no pau dele.
Rosa olhou pra trás uma última vez, olhos brilhando de luxúria pura, e empurrou a porta.
A porta bateu atrás deles e Dante girou a chave com um clique seco. Rosa já estava de costas contra a pia de mármore frio, o vestido esmeralda subindo pelas coxas enquanto ele avançava. O ar do banheiro cheirava a sabonete caro e desejo puro. Ela não esperou. Desceu de joelhos no chão gelado de azulejo, as mãos tremendo de pressa enquanto puxava a calça e a cueca dele de uma vez. O pau saltou livre, grosso, veias latejando, a cabeça vermelha e molhada de pré-gozo. Rosa lambeu os lábios.
— Porra, eu sentia falta desse monstro — murmurou ela antes de engolir a cabeça inteira de uma vez.
Dante agarrou o coque frouxo dela, puxando o cabelo até as mechas se soltarem entre os dedos. Rosa engasgou de propósito, babando grosso pelo queixo, a língua rodando sob a glande enquanto descia mais fundo. O pau batia na garganta dela, engasgando, molhando o vestido e o peito. Ela chupava com fome, salivando sem vergonha, o som molhado e obsceno ecoando nas paredes. Ele meteu a porra da boca dela, controlando o ritmo, o cu dela contraído de tesão só de ser usada assim.
— Isso, engole tudo, vadia casada — rosnou ele, a voz baixa e suja. — Olha pra mim enquanto engasga no meu pau.
Rosa ergueu os olhos úmidos, a boca esticada ao redor da grossura, saliva escorrendo em fios pelo pescoço até o decote. Ela empurrava a cabeça pra frente sozinha agora, engolindo fundo até o nariz encostar na base, o gaslping molhado fazendo o pau latejar. Dante apertou o cabelo dela com mais força, fudendo a garganta dela em estocadas curtas e profundas. Ela gemeu ao redor do pau, a vibração subindo pela rola, a mão livre descendo entre as próprias pernas pra esfregar a calcinha ensopada.
Ele puxou o pau pra fora de repente, um fio de saliva e pré-gozo ligando a boca dela à cabeça. Rosa ofegava, lábios inchados e brilhantes.
— Levanta. Agora.
Ele a puxou pelo braço, virou-a com força contra a pia. O espelho refletiu o rosto corado dela, a boca aberta, o cabelo bagunçado. Dante ergueu o vestido até a cintura, expondo a bunda redonda e a calcinha de renda preta já encharcada e torta. Puxou o tecido pro lado com dois dedos, revelando a buceta inchada, os lábios molhados escorrendo. Sem aviso enfiou o pau de uma estocada só até o fundo.
— Ah, caralho! — Rosa gritou abafado, as unhas arranhando o mármore. — Isso, fode forte, Dante. Me arrebenta.
Ele agarrou os quadris dela e começou a meter sem piedade, a rola grossa entrando e saindo molhada, o som de pele batendo em pele enchendo o banheiro. Cada estocada fundo fazia a bunda dela tremer. Ele deu o primeiro tapa seco na carne, a marca vermelha aparecendo na hora. Rosa gemeu alto, rebolando pra trás, pedindo mais.
— Mais forte. Me bate. Me usa como tua puta.
Dante deu outro tapa, depois outro, enquanto fodia fundo, o pau sumindo inteiro na buceta apertada e quente dela. Ele olhava no espelho o rosto dela se contorcendo de prazer, o anel de casamento brilhando no dedo enquanto ela se agarrava na torneira. O cu dela contraía a cada metida, a calcinha esfregando no lado. Ele curvou o corpo sobre ela, uma mão descendo pra esfregar o clitóris inchado enquanto metia sem parar.
— Tu é minha vadia — ele rosnou no ouvido dela, a boca lambendo o pescoço suado. — Casada e aqui me dando essa buceta. Sente como ela engole meu pau. Tá pingando no chão, puta.
Rosa gozou a primeira vez assim, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando em espasmos violentos ao redor da rola dele. Ela mordeu o próprio braço pra abafar o grito, as pernas bambas, o gozo escorrendo pelas coxas misturado com a lubrificação. Dante não parou. Continuou metendo no meio do orgasmo dela, estocadas brutais e profundas, a mão ainda esfregando o clitóris sensível até ela soltar outro gemido desesperado.
— Não para... porra, não para... eu quero mais — ela implorou, a voz rouca, empurrando a bunda pra trás pra sentir cada centímetro.
Ele puxou o cabelo dela pra trás, forçando-a a olhar no espelho enquanto fodia. A vista era suja: o vestido amarrotado na cintura, a calcinha rasgada pro lado, o pau dele entrando e saindo brilhante de porra dela, a bunda marcada de tapas. Outro tapa ecoou, mais forte. Rosa gozou de novo, o segundo orgasmo mais forte, o corpo convulsionando, a buceta esguichando um pouco ao redor do pau, molhando as bolas dele e o chão. Ela tremia tanto que quase caiu, mas ele a segurou pelos quadris e continuou martelando fundo, o barulho molhado e obsceno, o cheiro de sexo forte no ar fechado.
— Vou gozar dentro — ele avisou, a voz grossa, as estocadas ficando irregulares e profundas. — Vou encher essa buceta casada e te mandar de volta pro teu marido pingando minha porra.
— Faz isso — ela ofegou, olhando pra ele pelo espelho, olhos vidrados de tesão. — Me marca. Me enche. Quero sentir escorrendo a noite toda.
Dante enterrou até o fundo uma última vez e gozou com um grunhido baixo e animal, jatos quentes e grossos inundando o útero dela. Ele ficou pulsando dentro, enchendo, a porra vazando logo pelas laterais do pau ainda enterrado. Rosa contraiu de propósito, ordenhando cada gota, gemendo de satisfação suja. Ele deu mais umas estocadas lentas pra empurrar a porra mais fundo, depois puxou o pau pra fora. Um fio grosso de sêmen escorreu imediatamente da buceta aberta dela, descendo pela coxa interna.
Ele limpou o pau na bunda dela, sujando a pele, e ajeitou a calça. Rosa ficou ali curvada por alguns segundos, respirando pesado, o vestido ainda erguido, a calcinha torta, a porra escorrendo em fios brancos pelas pernas. Ela puxou o tecido pra baixo devagar, sentindo o quente descer mais, molhando a parte de dentro das coxas. Sem calcinha arrumada de verdade — só o tecido fino escondendo a bagunça.
— Vai primeiro — ela disse, voz ainda rouca. — Eu limpo a cara e saio depois.
Dante abriu a porta sem olhar pra trás. O corredor estava vazio. Ele voltou pro salão pelo caminho das sombras, o whisky ainda no bar, o gosto da buceta dela na língua. Ajeitou a gravata. O coração ainda batia forte. Minutos depois Rosa apareceu do outro lado do salão, o vestido impecável de longe, o cabelo refeito num coque mais frouxo, o batom retocado. Ninguém olharia duas vezes. Mas ele sabia. Sabia que sob o tecido verde a porra dele escorria devagar pelas coxas dela a cada passo, molhando a pele, pingando talvez na alça da sandália se ela se mexesse demais.
Gideon ria alto perto da mesa do bolo, alheio. Rosa pegou uma taça de champanhe de uma bandeja e cruzou o olhar com Dante por cima das cabeças da multidão. Foi só um segundo. Um olhar sujo, cúmplice, a boca dela curvando num sorriso mínimo e safado. Ela apertou as coxas de propósito, sentindo o sêmen quente descer mais um pouco, e ele sentiu o pau reagir de novo na calça só de imaginar.
Os dois sabiam. Aquilo não tinha sido só uma foda de banheiro. Era reencontro. E ia se repetir. Casados ou não. Em qualquer lugar sujo o bastante.
A porra dele ainda escorria quente entre as pernas dela enquanto ela sorria pro marido do outro lado do salão.
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