Fogo no Forno Antes do Amanhecer

Sofia e eu nos pegamos com fome na cozinha depois do expediente, lambendo e metendo dedos até gozarmos gritando.

17 min read September 02, 2026New

O expediente tinha acabado há quase uma hora e o pequeno restaurante familiar de Sofia já estava vazio. Só restávamos eu e ela. Eu, Selena, vinte e oito anos, cozinheira de mão cheia e corpo ainda suado por baixo do avental manchado de azeite e farinha. Ela, a dona, quarenta e poucos, cabelos escuros presos num coque frouxo, blusa branca colada no peito pelo calor do forno de lenha que a gente preparava pra manhã seguinte.

A cozinha cheirava a cinza quente, alho torrado e suor. Eu limpava a bancada de aço inox com um pano molhado, o movimento monótono das mãos contrastando com o que rolava na minha cabeça. Sofia se inclinava sobre o forno, empurrando lenha com a pá de ferro. A blusa dela abria na frente e eu não conseguia desviar o olhar. O decote suado, o vale entre os seios grandes e macios, uma gota escorrendo devagar pela pele morena até sumir no sutiã. Eu mastigava o lábio sem perceber, a buceta latejando só de imaginar o gosto daquele suor.

Ela virou o rosto de repente. Me pegou olhando. Em vez de se afastar ou rir debochado, Sofia mordeu o lábio inferior, bem devagar, e me devolveu um sorriso cúmplice, os olhos escuros brilhando na luz amarela da lâmpada suja. Meu estômago revirou. Eu sabia. Ela sabia. As duas queríamos a mesma porra.

— Termina aí, Selena — ela disse, a voz rouca de quem fumou o último cigarro atrás do balcão. — Ainda tem a cinza pra tirar.

Eu continuei limpando, mas o pano escorria da minha mão. O ar ficou pesado. Cada vez que ela se mexia, eu sentia o cheiro dela — sabão barato, suor de cozinha e um perfume residual de jasmim. Minhas coxas se esfregavam sozinhas por baixo da calça preta. Eu estava encharcada e mal tínhamos nos tocado.

Sofia se aproximou por trás. Eu senti primeiro o calor do corpo dela, depois os seios macios roçando nas minhas costas, “sem querer”. Os bicos duros se imprimiram na minha blusa. Ela se inclinou, o hálito quente no meu ouvido.

— Eu sempre senti o teu olhar queimando em mim, menina — sussurrou. — Desde o primeiro dia. Você acha que eu não vejo? Fica me comendo com os olhos toda vez que eu me baixo pra pegar a farinha.

Eu me virei de uma vez. Nossos corpos se bateram de frente. Meus peitos contra os dela, barriga com barriga, o calor subindo como se o forno tivesse aberto a porta. Por um segundo ficou só o silêncio carregado, a respiração das duas se misturando. Depois ela avançou e eu também.

O beijo foi fome pura. Bocas se abrindo com vontade, línguas se enroscando molhadas, dentes puxando lábio. Sofia gemeu dentro da minha boca e eu engoli o som. As mãos dela desceram e apertaram minha bunda por cima da calça, puxando meu corpo contra o dela, a buceta dela roçando na minha coxa. Eu enfiei os dedos no cabelo dela, desfazendo o coque, enquanto a outra mão descia pelas costas e agarrava a carne farta. O beijo ficou mais sujo, saliva escorrendo no queixo.

Ela mesma puxou minha blusa pra cima, os dedos ágeis abrindo o sutiã. Meus seios saltaram livres e ela olhou, os olhos escuros escurecendo mais.

— Toca em mim de verdade, porra — pediu com a voz rouca, quase um grunhido. — Quero sentir tuas mãos na minha pele.

Eu puxei a blusa dela também. Os seios dela eram pesados, mamilo escuros e duros. Eu os agarrei com as duas mãos, apertando, o polegar rolando os bicos enquanto beijava a boca dela de novo. Sofia arquejou e empurrou o quadril pra frente. Eu desci a mão pela barriga dela, abri o botão da calça e enfiei os dedos por baixo da calcinha. Encontrei a buceta inchada, encharcada, os lábios inchados e o clitóris latejando. Deslizei o dedo no meio da fenda e ela soltou um gemido baixo contra minha boca.

— Porra, Selena… já tô toda molhada por tua causa.

Ela me empurrou de leve até a mesa de aço inox no centro da cozinha. O frio do metal contra a bunda nua me fez arrepilar quando ela puxou minha calça e a calcinha de uma vez só. Me sentou ali, abriu minhas pernas com as mãos firmes e se ajoelhou entre elas. Olhou pra minha buceta exposta, os lábios brilhando de tesão, e lambeu o lábio de novo.

— Que buceta linda… cheirosa de cozinha e de puta.

Não avisou. Enterrou a cara. A língua larga e quente passou de baixo pra cima, lambendo tudo, enfiando no buraco e subindo até o clitóris inchado. Eu soltei um grito abafado, as mãos agarrando o cabelo dela. Sofia chupava com vontade, o barulho molhado ecoando na cozinha vazia, a língua batendo no clitóris enquanto enfiava dois dedos bem fundo de uma vez. Os dedos curvaram e acharam o ponto certo. Eu me contorci na mesa fria, as coxas tremendo nas orelhas dela.

— Assim… porra, Sofia, mama mais forte…

Ela obedeceu. Chupava o clitóris inchado com força, os lábios apertando, a língua girando, os dois dedos entrando e saindo molhados, o polegar esfregando a entrada do cu de leve. O orgasmo subiu rápido, quente, inevitável. Eu gozei na boca dela gritando, a buceta contraíndo nos dedos, o gozo escorrendo pelo queixo dela. Sofia não parou. Continuou lambendo devagar, bebendo tudo, até eu empurrar a cabeça dela pra longe, sensível demais.

Eu desci da mesa com as pernas bambas. Sofia se levantou, a boca brilhando, os seios ainda de fora. Eu a virei e a empurrei de leve.

— De quatro. No chão. Como tu gosta.

Ela desceu de quatro no chão de ladrilho sujo da cozinha, a bunda empinada, as pernas abertas. Olhou por cima do ombro, o cabelo solto caindo no rosto.

— Como uma cadela no cio, Selena… me come. Me lambe toda.

Eu me ajoelhei atrás dela. A buceta dela estava inchada e pingando, os lábios escuros abertos, o cu apertadinho logo acima. Eu separei as nádegas com as duas mãos e enfiei a língua. Lambei a buceta molhada de cima a baixo, chupando o clitóris de trás, enfiando a língua no buraco quente. Depois subi e lambei o cu, a ponta da língua girando na entrada apertada enquanto enfiava três dedos na buceta de uma vez. Sofia gritou, o corpo inteiro estremecendo.

— Isso… três dedos… fode mais fundo…

Eu fodi com os três dedos, a mão molhada batendo na bunda dela, a língua lambendo o cu e a fenda ao mesmo tempo. O gosto dela era salgado e doce, misturado com o suor da cozinha. Eu metia os dedos até o fundo, curvava, saía e entrava de novo, a língua trabalhando o cu enquanto o polegar da outra mão esfregava o clitóris. Sofia rebolava contra a minha cara, gemendo alto, o som sujo batendo nas paredes.

— Selena… porra… vou gozar… não para…

Eu acelerei. Língua e dedos juntos, chupando, fodendo, lambendo. O corpo dela tremeu de uma vez, violento. Sofia gozou gritando meu nome, a buceta apertando meus dedos com força, o gozo escorrendo pela minha mão e pingando no chão. O corpo dela se sacudia, as pernas falhando, um gemido longo e rouco saindo da garganta enquanto eu continuava lambendo devagar, prolongando cada espasmo.

Quando ela não aguentou mais, as duas caímos no chão. Sentadas, costas encostadas na porta do forno ainda quente, suadas, ofegantes, as roupas jogadas em volta. Eu puxei o rosto dela e beijei devagar, a boca molhada do gozo dela misturado com o meu. A língua preguiçosa, os beijos lentos e sujos, o gosto de buceta e saliva.

Sofia sorriu contra minha boca. Passou o dedo nos meus lábios, colhendo o resto brilhante, e enfiou o próprio dedo na minha boca. Eu chupei.

— O forno não foi a única coisa que ficou acesa antes do amanhecer — ela murmurou, a voz rouca, os olhos ainda escuros de tesão. Os dedos dela desceram de novo pela minha barriga, parando bem na entrada da minha buceta ainda latejante. — E a gente ainda tem umas horas antes do pão começar a crescer…

O dedo dela parou bem na minha entrada latejante, só a ponta circundando, molhando o próprio dedo no que ainda escorria de mim. Eu soltei um gemido baixo, as pernas se abrindo sozinhas no chão sujo. Sofia riu rouco contra minha boca.

— Ainda tá pulando, hein? Depois de gozar na minha cara e me foder com a língua no cu. Que putinha gulosa.

Ela enfiou o dedo de uma vez, fundo, e eu arquejei, as unhas cravando no braço dela. O forno quente nas nossas costas fazia o suor escorrer entre os seios, misturando o cheiro de cinza com o cheiro forte de buceta. Eu puxei o rosto dela de novo e chupei a língua dela como se ainda tivesse fome. Porque tinha. A fome não tinha ido embora. Só tinha mudado de lugar.

— Mete mais — pedi, a voz rouca, confessional, como se estivesse contando pra alguém no escuro o que eu não consigo parar de querer. — Quero sentir tua mão inteira me abrindo.

Sofia tirou o dedo, lambeu, e enfiou dois. Depois três. A mão dela era maior que a minha, os dedos grossos, calejados de lidar com a pá de ferro e a massa. Ela abria e fechava os dedos dentro de mim, esticando, curvando, achando aquele ponto que fazia minhas coxas tremerem. Eu rebolava no chão de ladrilho, a bunda molhada do meu próprio gozo anterior, os seios balançando. Ela baixou a cabeça e chupou um mamilo com força, dentes puxando, enquanto a outra mão apertava o peito livre.

— Olha pra mim enquanto eu te fodo com a mão — mandou. — Quero ver essa cara de puta.

Eu abri os olhos. Os dela estavam pretos de tesão, a boca brilhando. Os três dedos entravam e saíam com barulho molhado, o polegar esfregando meu clitóris inchado em círculos rápidos. O orgasmo subiu de novo, quente, apertado no fundo da barriga. Eu gozei gritando o nome dela, a buceta contraindo forte, esguichando um pouco na mão dela. Sofia não parou. Continuou metendo devagar, prolongando, até eu puxar o pulso dela pra longe, sensível demais, rindo e gemendo ao mesmo tempo.

— Porra… Sofia…

Ela se levantou de joelhos, se posicionou por cima da minha coxa e sentou. A buceta dela quente, encharcada, esfregando na minha. Começamos a nos mover juntas, quadris rebolando, clitóris batendo em clitóris, lábios molhados se abrindo um contra o outro. O atrito era sujo, perfeito. Eu segurei a bunda dela com as duas mãos, puxando pra baixo, forçando o atrito mais fundo. Sofia gemia alto, a cabeça jogada pra trás, os seios pesados balançando na minha cara. Eu levantei o tronco e chupei um mamilo enquanto a gente se esfregava.

— Isso… esfrega nessa buceta — ela grunhiu. — Quero gozar te sentindo assim.

Nós duas aceleramos. O chão frio, o calor do forno, o cheiro de sexo puro enchendo a cozinha. Eu desci uma mão entre a gente e enfiei dois dedos nela enquanto ela esfregava. Sofia gritou, o corpo travando, e gozou em cima de mim, a buceta latejando, o líquido quente escorrendo na minha mão e na minha própria fenda. Eu continuei metendo os dedos, curvando, e gozei de novo logo depois, as coxas travando em volta do quadril dela, um gemido longo saindo da garganta.

Caímos de novo, ofegantes, mas não por muito tempo. Sofia rolou de lado, me puxou por cima dela e abriu as pernas. Eu desci o corpo, seios contra seios, e enfiei a mão de novo entre as coxas dela. Dessa vez meti quatro dedos, devagar, abrindo, sentindo a parede interna quente e molhada apertar. Ela arquejou, unhas nas minhas costas.

— Mais fundo… usa a mão… me abre toda, Selena.

Eu empurrei até sentir a resistência, o polegar no clitóris, e comecei a foder devagar, a mão sumindo quase até o pulso. Sofia rebolava, gemendo sujo, pedindo mais. Eu beijei a boca dela enquanto metia, a língua enroscada, saliva escorrendo. Quando ela começou a tremer de novo, eu tirei a mão, chupei os dedos na frente dela e desci. Enterrei a cara na buceta dela outra vez. Lambei o gozo fresco, enfiei a língua fundo, chupei o clitóris inchado até ela gritar e gozar na minha boca pela segunda vez naquela madrugada, as coxas apertando minha cabeça, o corpo inteiro se sacudindo no chão.

Eu subi, a boca brilhando, e ela me puxou pra um beijo lento, sujo, saboreando o próprio gosto. As mãos dela desceram, separaram minhas nádegas e um dedo circundou meu cu ainda molhado da saliva anterior. Eu gemi contra a boca dela.

— Quer? — ela perguntou, a voz baixa.

— Mete — respondi sem pensar.

O dedo entrou devagar, só a ponta, depois mais. Ao mesmo tempo ela enfiou dois na minha buceta. Dedos nos dois buracos, me fodendo no ritmo lento e fundo. Eu cavalgava a mão dela, rebolando, seios balançando na cara dela. Sofia chupava um mamilo enquanto metia, o polegar no clitóris. O prazer era demais, sujo demais, perfeito demais. Eu gozei de novo, gritando, o cu apertando o dedo dela, a buceta esguichando. As pernas falharam. Caí em cima dela, suada, tremendo, o coração batendo no peito dela.

Ficamos assim um tempo, respirando juntas, os corpos grudados no chão da cozinha, o forno ainda soltando calor nas nossas costas. Os dedos dela passeavam preguiçosos pela minha coluna, descendo até a bunda, apertando de leve. Eu beijei o pescoço dela, lambendo o suor, o gosto de jasmim e sexo.

— A gente não pode fazer isso toda noite — murmurei, mas a voz saiu sem convicção nenhuma. — O padeiro chega cedo.

Sofia riu baixo, o peito vibrando contra o meu.

— Quem disse que vai ser toda noite? Amanhã a gente fecha mais cedo. Eu mando o garçom embora e tranco a porta da frente. Aí te levo pro depósito atrás. Tem aquele saco de farinha grande… quero te ver de quatro em cima dele, me mamando enquanto eu te meto os dedos até tu gozar pingando na farinha.

Eu senti a buceta latejar de novo só de ouvir. Levantei o rosto, olhei nos olhos escuros dela.

— E depois? — perguntei, a mão já descendo de novo pela barriga dela, parando na entrada ainda inchada.

Ela sorriu, aquele sorriso cúmplice de quem já tava planejando.

— Depois a gente limpa o que der. E no domingo, quando o restaurante fecha o dia todo, tu vem pra minha casa. Eu tenho uma cama grande e um vibrador grosso que nunca usei com ninguém. Quero te amarrar nas grades da cama e te lamber por horas até tu implorar pra gozar. Aí eu te fodo com o vibrador no cu e os dedos na buceta até tu gritar meu nome pela janela aberta.

Eu gemi só de imaginar, o dedo dela já entrando de novo em mim, preguiçoso, só brincando. O plano já tava pronto na cabeça dela. Eu via nos olhos. Não era só essa madrugada. Era o começo.

— Tu vai me matar de tesão, Sofia — confessei, rebolando no dedo.

— Não. Eu vou te manter viva e molhada. Toda vez que o forno esquentar, tu vai lembrar do gosto da minha buceta. E toda vez que eu empurrar a lenha, eu vou lembrar da tua língua no meu cu. Amanhã depois do expediente. Tranca a porta dos fundos. Eu já sei exatamente como te quero: nua, de joelhos, me pedindo pra te comer até o sol nascer de novo.

Ela tirou o dedo, passou nos meus lábios. Eu chupei. O gosto dela, o gosto meu, o gosto da cozinha inteira. Lá fora o céu ainda tava escuro. Dentro, o forno crepitava baixo. E eu já tava planejando as roupas que ia vestir amanhã só pra ela rasgar. A mão dela apertou minha bunda mais uma vez, possessiva.

— Dorme pouco hoje, Selena. Porque amanhã a gente não vai dormir nada.O dedo dela parou bem na minha entrada latejante, só a ponta circundando, molhando o próprio dedo no que ainda escorria de mim. Eu soltei um gemido baixo, as pernas se abrindo sozinhas no chão sujo. Sofia riu rouco contra minha boca.

— Ainda tá pulando, hein? Depois de gozar na minha cara e me foder com a língua no cu. Que putinha gulosa.

Ela enfiou o dedo de uma vez, fundo, e eu arquejei, as unhas cravando no braço dela. O forno quente nas nossas costas fazia o suor escorrer entre os seios, misturando o cheiro de cinza com o cheiro forte de buceta. Eu puxei o rosto dela de novo e chupei a língua dela como se ainda tivesse fome. Porque tinha. A fome não tinha ido embora. Só tinha mudado de lugar.

— Mete mais — pedi, a voz rouca, confessional, como se estivesse contando pra alguém no escuro o que eu não consigo parar de querer. — Quero sentir tua mão inteira me abrindo.

Sofia tirou o dedo, lambeu, e enfiou dois. Depois três. A mão dela era maior que a minha, os dedos grossos, calejados de lidar com a pá de ferro e a massa. Ela abria e fechava os dedos dentro de mim, esticando, curvando, achando aquele ponto que fazia minhas coxas tremerem. Eu rebolava no chão de ladrilho, a bunda molhada do meu próprio gozo anterior, os seios balançando. Ela baixou a cabeça e chupou um mamilo com força, dentes puxando, enquanto a outra mão apertava o peito livre.

— Olha pra mim enquanto eu te fodo com a mão — mandou. — Quero ver essa cara de puta.

Eu abri os olhos. Os dela estavam pretos de tesão, a boca brilhando. Os três dedos entravam e saíam com barulho molhado, o polegar esfregando meu clitóris inchado em círculos rápidos. O orgasmo subiu de novo, quente, apertado no fundo da barriga. Eu gozei gritando o nome dela, a buceta contraindo forte, esguichando um pouco na mão dela. Sofia não parou. Continuou metendo devagar, prolongando, até eu puxar o pulso dela pra longe, sensível demais, rindo e gemendo ao mesmo tempo.

— Porra… Sofia…

Ela se levantou de joelhos, se posicionou por cima da minha coxa e sentou. A buceta dela quente, encharcada, esfregando na minha. Começamos a nos mover juntas, quadris rebolando, clitóris batendo em clitóris, lábios molhados se abrindo um contra o outro. O atrito era sujo, perfeito. Eu segurei a bunda dela com as duas mãos, puxando pra baixo, forçando o atrito mais fundo. Sofia gemia alto, a cabeça jogada pra trás, os seios pesados balançando na minha cara. Eu levantei o tronco e chupei um mamilo enquanto a gente se esfregava.

— Isso… esfrega nessa buceta — ela grunhiu. — Quero gozar te sentindo assim.

Nós duas aceleramos. O chão frio, o calor do forno, o cheiro de sexo puro enchendo a cozinha. Eu desci uma mão entre a gente e enfiei dois dedos nela enquanto ela esfregava. Sofia gritou, o corpo travando, e gozou em cima de mim, a buceta latejando, o líquido quente escorrendo na minha mão e na minha própria fenda. Eu continuei metendo os dedos, curvando, e gozei de novo logo depois, as coxas travando em volta do quadril dela, um gemido longo saindo da garganta.

Caímos de novo, ofegantes, mas não por muito tempo. Sofia rolou de lado, me puxou por cima dela e abriu as pernas. Eu desci o corpo, seios contra seios, e enfiei a mão de novo entre as coxas dela. Dessa vez meti quatro dedos, devagar, abrindo, sentindo a parede interna quente e molhada apertar. Ela arquejou, unhas nas minhas costas.

— Mais fundo… usa a mão… me abre toda, Selena.

Eu empurrei até sentir a resistência, o polegar no clitóris, e comecei a foder devagar, a mão sumindo quase até o pulso. Sofia rebolava, gemendo sujo, pedindo mais. Eu beijei a boca dela enquanto metia, a língua enroscada, saliva escorrendo. Quando ela começou a tremer de novo, eu tirei a mão, chupei os dedos na frente dela e desci. Enterrei a cara na buceta dela outra vez. Lambei o gozo fresco, enfiei a língua fundo, chupei o clitóris inchado até ela gritar e gozar na minha boca pela segunda vez naquela madrugada, as coxas apertando minha cabeça, o corpo inteiro se sacudindo no chão.

Eu subi, a boca brilhando, e ela me puxou pra um beijo lento, sujo, saboreando o próprio gosto. As mãos dela desceram, separaram minhas nádegas e um dedo circundou meu cu ainda molhado da saliva anterior. Eu gemi contra a boca dela.

— Quer? — ela perguntou, a voz baixa.

— Mete — respondi sem pensar.

O dedo entrou devagar, só a ponta, depois mais. Ao mesmo tempo ela enfiou dois na minha buceta. Dedos nos dois buracos, me fodendo no ritmo lento e fundo. Eu cavalgava a mão dela, rebolando, seios balançando na cara dela. Sofia chupava um mamilo enquanto metia, o polegar no clitóris. O prazer era demais, sujo demais, perfeito demais. Eu gozei de novo, gritando, o cu apertando o dedo dela, a buceta esguichando. As pernas falharam. Caí em cima dela, suada, tremendo, o coração batendo no peito dela.

Ficamos assim um tempo, respirando juntas, os corpos grudados no chão da cozinha, o forno ainda soltando calor nas nossas costas. Os dedos dela passeavam preguiçosos pela minha coluna, descendo até a bunda, apertando de leve. Eu beijei o pescoço dela, lambendo o suor, o gosto de jasmim e sexo.

— A gente não pode fazer isso toda noite — murmurei, mas a voz saiu sem convicção nenhuma. — O padeiro chega cedo.

Sofia riu baixo, o peito vibrando contra o meu.

— Quem disse que vai ser toda noite? Amanhã a gente fecha mais cedo. Eu mando o garçom embora e tranco a porta da frente. Aí te levo pro depósito atrás. Tem aquele saco de farinha grande… quero te ver de quatro em cima dele, me mamando enquanto eu te meto os dedos até tu gozar pingando na farinha.

Eu senti a buceta latejar de novo só de ouvir. Levantei o rosto, olhei nos olhos escuros dela.

— E depois? — perguntei, a mão já descendo de novo pela barriga dela, parando na entrada ainda inchada.

Ela sorriu, aquele sorriso cúmplice de quem já tava planejando.

— Depois a gente limpa o que der. E no domingo, quando o restaurante fecha o dia todo, tu vem pra minha casa. Eu tenho uma cama grande e um vibrador grosso que nunca usei com ninguém. Quero te amarrar nas grades da cama e te lamber por horas até tu implorar pra gozar. Aí eu te fodo com o vibrador no cu e os dedos na buceta até tu gritar meu nome pela janela aberta.

Eu gemi só de imaginar, o dedo dela já entrando de novo em mim, preguiçoso, só brincando. O plano já tava pronto na cabeça dela. Eu via nos olhos. Não era só essa madrugada. Era o começo.

— Tu vai me matar de tesão, Sofia — confessei, rebolando no dedo.

— Não. Eu vou te manter viva e molhada. Toda vez que o forno esquentar, tu vai lembrar do gosto da minha buceta. E toda vez que eu empurrar a lenha, eu vou lembrar da tua língua no meu cu. Amanhã depois do expediente. Tranca a porta dos fundos. Eu já sei exatamente como te quero: nua, de joelhos, me pedindo pra te comer até o sol nascer de novo.

Ela tirou o dedo, passou nos meus lábios. Eu chupei. O gosto dela, o gosto meu, o gosto da cozinha inteira. Lá fora o céu ainda tava escuro. Dentro, o forno crepitava baixo. E eu já tava planejando as roupas que ia vestir amanhã só pra ela rasgar. A mão dela apertou minha bunda mais uma vez, possessiva.

— Dorme pouco hoje, Selena. Porque amanhã a gente não vai dormir nada.

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