Rebelião Amarrada no Baile
No baile de máscaras, a dominatrix Petra reencontra seu submissive favorito Trent e o amarra pra uma foda intensa e safada de BDSM.
O salão principal do baile de máscaras brilhava sob lustres de cristal, máscaras emplumadas e risos abafados. Petra deslizava entre os convidados como uma sombra cara. O corset de couro preto apertava a cintura dela, empurrando os peitos para cima, a saia curta abrindo e fechando a cada passo, revelando as ligas. A máscara preta cobria só a metade superior do rosto, deixando a boca vermelha à mostra. Vinte e oito anos, dominatrix experiente, e o sangue dela já fervia antes mesmo de vê-lo.
Trent estava perto da coluna de mármore, copo de uísque na mão. Trinta e dois anos, terno sob medida, máscara prateada simples. Petra o reconheceu no segundo em que ele virou o rosto. Aquele queixo. Aquela forma de ficar parado, como se o corpo ainda esperasse ordens. O empresário rico que anos atrás se ajoelhava pra ela com um gemido só. O submissive favorito.
Ela se aproximou por trás, os lábios quase tocando a orelha dele.
— Não se mexa — sussurrou, a voz baixa e cortante. — Fica quieto e me escuta.
O copo tremeu na mão de Trent. Ele engoliu em seco.
— Petra…
— Silêncio. Você ainda responde quando eu falo, não é? Mesmo depois de tanto tempo.
Ele respirou fundo. O cheiro do perfume dela — couro, baunilha escura — entrou nele como um soco. O pau já começava a endurecer dentro da calça.
— Sim — murmurou. — Sempre.
Petra circundou-o devagar, avaliando. Os olhos dela brilhavam atrás da máscara.
— Olha pra mim. Só eu. O resto dessa festa não existe.
Trent obedeceu. O desejo era mútuo, denso, consensual até o osso. Ele queria se render. Ela queria tomá-lo. A tensão elétrica pairava entre os dois como um fio esticado.
— Vem — ordenou ela, já se afastando em direção a um corredor lateral. — Agora.
Ele a seguiu sem hesitar. O salão privado era menor, iluminado por arandelas baixas, uma coluna ornamentada no centro, uma mesa comprida coberta de veludo escuro. Petra fechou a porta com chave e se virou.
— Tira a camisa. Devagar. Quero ver.
As mãos de Trent tremeram enquanto desfazia os botões. A camisa caiu. O peito largo, os abdominais tensos, os mamilos já duros. A calça marcava o pau grosso e inchado, latejando contra o tecido.
— Porra… — ele confessou, a voz rouca. — Eu sonho com você todo santo dia. Acordo gozando no lençol pensando na sua voz me mandando ajoelhar.
Petra sorriu, cruel e satisfeita. Pegou as cordas de seda vermelha que já estavam na bolsa — ela sempre vinha preparada — e se aproximou.
— Mãos pra trás da coluna. Tornozelos juntos. Já.
Ele obedeceu. Ela amarrou os pulsos com precisão, a seda apertando a carne sem cortar a circulação, depois desceu e prendeu os tornozelos na base da coluna. Trent ficou exposto, o corpo esticado, o pau ainda preso na calça mas claramente torturando-o. Petra puxou uma venda preta e cobriu os olhos dele.
— Agora você não vê. Só sente. Só obedece.
O chicote de couro leve estalou no ar uma vez, só pra assustar. Depois a ponta deslizou pelo peito dele, subindo até o pescoço, descendo de novo. As unhas de Petra arranharam a pele, deixando linhas vermelhas rasas. Trent gemeu, o quadril empurrando pra frente sem conseguir.
— Por favor… — a voz dele saiu quebrada. — Me deixa te servir. Usa meu pau, minha boca, o que quiser. Eu aguento. Eu quero.
Petra estava encharcada. A calcinha colada na boceta molhada, o clitóris latejando. Ela desabotoou a calça dele o suficiente pra liberar o pau — grosso, veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-gozo — e deu um tapa leve nele com a palma.
— Implora direito.
— Me fode. Me usa. Me deixa lamber essa buceta até você gozar na minha cara. Por favor, Domina.
Ela subiu na mesa na frente dele, puxou o vestido pra cima da cintura e arrancou a calcinha. A boceta depilada, inchada, escorrendo. Segurou a nuca de Trent e puxou o rosto dele pra frente até a boca quente tocar o pauzinho dela.
— Lambe. Devagar primeiro. Depois eu mando acelerar.
A língua dele entrou nela como se tivesse morrido de fome. Petra gemeu alto, os dedos cravados no cabelo dele, controlando o ritmo. Ele chupava o clitóris, enfiava a língua fundo, gemia contra a carne molhada. Ela esfregava a boceta na cara vendada dele, sujando a boca, o queixo, a máscara. O chicote batia de leve nas costas dele a cada gemido dela.
— Isso… assim… mais fundo, caralho…
O orgasmo veio violento. Petra gozou na boca dele com as coxas tremendo, o líquido escorrendo pela língua e pelo queixo de Trent enquanto ele engolia tudo que conseguia, ainda amarrado, ainda cego, ainda completamente dela.
Ela desamarrou só os tornozelos e os pulsos o suficiente pra manobrá-lo. Empurrou-o pra deitar de costas no chão macio perto da coluna, as cordas ainda limitando os movimentos. Montou em cima em cowgirl reversa, as costas pra ele, e encaixou o pau grosso de uma vez só. O gemido que saiu dos dois foi animal.
— Não mexe. Eu cavalgo. Você aguenta.
Petra começou a subir e descer com força, o cu dele batendo no peito dela a cada estocada. A boceta apertava o pau inchado, engolindo até o fundo. Ela se virou o suficiente pra esbofeteá-lo no rosto — um tapa seco, depois outro — e puxou o cabelo dele pra trás.
— Abre a boca.
Subiu, sentou a boceta molhada na cara dele de novo (facesitting pesado, sufocando), depois desceu e enfia o pau dele fundo na garganta em deepthroat brutal, segurando a cabeça. Alternava. Montava. Chupava. Montava de novo. Dominava o ritmo por completo, o corpo dela suado, o corset apertando, os peitos quasi saindo.
— Goza comigo — ordenou, a voz estrangulada. — Agora.
Eles gozaram juntos. O gozo dele jorrou quente lá dentro enquanto Petra se contraía em volta do pau, gritando, a boceta pulsando, o corpo inteiro em espasmo. O barulho era sujo, molhado, barulhento. Os dois tremeram até o último espasmo.
Petra desceu devagar. Desamarrou as cordas com cuidado, massageando os pulsos e tornozelos vermelhos. Pegou lenços do bolso interno do corset e limpou o pau dele, a barriga, a própria coxa escorrida de porra misturada. Depois apontou pro chão à frente dos pés dela, ainda de salto.
— Ajoelha. Beija.
Trent, exausto, satisfeito, o peito subindo e descendo rápido, ajoelhou. Beijou o peito do pé direito, depois o esquerdo, os lábios macios contra o couro do salto. Levantou o rosto, ainda com restos da venda no cabelo.
— Na próxima festa… me leva de novo. Me amarra mais forte. Me usa até eu não conseguir andar. Por favor.
Petra puxou-o pelo queixo, o sorriso dominante demorando nos lábios. Beijou-o de forma possessiva, mordendo o lábio inferior dele até saborear um pouco de sangue e saliva misturados.
— Eu aceito — sussurrou contra a boca dele. — Mas na próxima eu trago mais brinquedos. E talvez uma plateia selecionada. Você vai gozar sabendo que estão te vendo se ajoelhar pra mim.
Ela se afastou só o suficiente pra ajustar o corset e a máscara. O pau de Trent já começava a reagir de novo só com a promessa. Petra olhou pra porta do salão privado, o barulho abafado do baile entrando de leve por baixo da fresta.
— Levanta. A noite ainda não acabou. Tem gente lá fora que não sabe o que eu faço com o que é meu. E você ainda está com o gosto da minha boceta na língua.
Ela abriu a porta devagar, o corredor escuro à espera, e estendeu a mão sem se virar completamente — um gesto claro de que ele deveria segui-la de volta para o salão, ainda com as marcas das cordas, ainda hard, ainda dela.
Petra atravessou o corredor com passos seguros, a mão ainda estendida atrás de si. Trent agarrou aqueles dedos longos e segurou firme, o coração batendo descompassado. As marcas das cordas queimavam nos pulsos e tornozelos como ferros quentes gostosos; cada movimento da calça de novo abotoada raspava no pau ainda meio duro, sujo de ressecado e saliva dela. O gosto da boceta dela impregnava a língua, ácido e doce, e ele lambia os lábios sem conseguir parar.
O salão principal os engoliu de novo. Lustres, máscaras, risos abafados. Petra não soltou a mão dele. Puxou-o pelo meio da multidão como se ele fosse um cão de exposição, o corpo dele colado atrás do dela, o peito largo quase roçando as costas do corset. Gente olhava de canto de olho — a dominatrix de couro e o empresário de terno amarrotado, ambos ainda de máscara, o ar entre os dois cheirando a sexo.
— Fica colado em mim — murmurou ela sem virar o rosto, a voz baixa o bastante pra só ele ouvir. — Quero sentir esse pau duro na minha bunda enquanto eu caminho. Se amolecer, eu te castigo aqui mesmo.
Trent engoliu em seco e obedeceu. Aproximou o quadril, encaixando a ereção crescente na curva da saia curta dela. Cada passo dela esfregava o tecido fino contra a cabeça sensível; ele gemeu baixinho, o som abafado pela música. Petra sorriu de lado, cruel.
Ela parou perto de uma mesa de drinks, pegou duas taças de champanhe e entregou uma a ele sem olhar.
— Bebe. Devagar. Olha só pra mim. O resto dessa festinha de gente vazia não existe.
Ele bebeu. O líquido gelado desceu, mas o calor no corpo só aumentava. Petra girou o corpo, de frente pra ele agora, e com a mão livre deslizou por dentro da jaqueta dele, unhas arranhando o peito nu por baixo da camisa aberta demais. Atingiu um mamilo e apertou forte.
— Ainda está pingando porra minha daquela foda, não está? Senti escorrendo quando limpei. Vai deixar mancha na calça se eu te deixar assim.
— Sim, Domina — ele respondeu, a voz rouca. O olhar atrás da máscara prateada estava vidrado de desejo. — Estou todo sujo de você. Quero mais.
Petra riu baixo, um som que fez o pau dele latejar. Puxou-o pela gravata frouxa até um canto mais escuro, perto de uma tapeçaria pesada que escondia parcialmente uma alcova lateral. Não era um salão fechado; gente passava a poucos metros, máscaras brilhando, conversas flutuando. O risco era o tempero.
— Tira a jaqueta. Agora.
Ele obedeceu. A jaqueta caiu num sofá baixo. Petra abriu o cinto dele com um puxão seco, desceu o zíper e puxou o pau pra fora de novo — grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo fresco. Sem cerimônia enfiou a mão no bolso do corset e tirou uma argola de metal fina, fria. Encaixou em volta da base do pau e dos ovos, apertando o suficiente pra doer gostoso e prender o sangue ali.
— Isso fica. Você não goza até eu mandar. Nem se eu te chupar no meio dessa porra toda. Entendeu?
— Entendi — ele ofegou, o quadril tremendo. — Por favor… usa.
Ela se abaixou só o bastante pra lamber uma tira longa da base até a fenda, coletando o gosto salgado, depois se ergueu e beijou a boca dele com violência, empurrando a língua pra dentro pra ele provar a si mesmo misturado com o sabor dela que ainda restava. As mãos dela desceram, apertaram as nádegas por cima da calça e puxaram as meias-calças — não, ele não usava — só a calça e a cueca, descendo até a metade das coxas. O ar frio do salão bateu na pele exposta.
Petra tirou da bolsa pequena duas cordas finas de seda preta desta vez. Amarrou os pulsos dele à frente do corpo, apertado, depois prendeu as mãos amarradas numa argola decorativa de bronze na parede da alcova, bem na altura do peito. Trent ficou de pé, parcialmente exposto, o pau capturado pelo anel, as pernas limitadas pela calça no meio das coxas. Qualquer um que olhasse com atenção veria. O coração dele disparou de excitação pura.
— Eles podem ver — sussurrou ela, os lábios no ouvido dele. — Deixa. Quero que saibam que esse pau grosso é meu. Que esse corpo ajoelha pra mim.
Ela subiu a própria saia, enfiou dois dedos na boceta já encharcada de novo e os tirou brilhando. Passou os dedos na boca de Trent.
— Chupa limpo.
Ele chupou avidamente, a língua lambendo entre os dedos dela, gemendo. Petra tirou o chicote curto de novo — desta vez um de caudas múltiplas, macias mas com nós — e deu o primeiro golpe nas coxas internas dele. O estalo seco cortou o ar. Trent arquejou, o pau saltando.
— Mais — ele pediu, a voz falhando. — Me marca.
Ela deu outro, depois outro, as caudas queimando a pele sensível, subindo até a base dos ovos. Linhas vermelhas surgiam. Petra abriu as pernas, encostou a boceta nua no pau dele e esfregou devagar, molhando o comprimento inteiro sem deixar entrar. O anel apertava; ele tremia de esforço pra não gozar.
— Porra, Petra… Domina… eu aguento qualquer coisa. Me fode aqui. Deixa eles ouvirem.
Ela enfiou de uma vez, empinando o quadril, engolindo o pau até o fundo. O gemido que saiu dos dois foi abafado só pela música. Petra cavalga de pé, as mãos nos ombros dele pra se apoiar, o corset rangendo, os peitos quasi saltando. Cada estocada molhada ecoava baixinho. Ela alternava: uma enfiada fundo, um tapa no rosto, um puxão de cabelo, depois o chicote leve nas costas expostas.
— Aperta essa boceta em mim — ordenou. — Quero sentir você me milking mesmo amarrado. Você é meu brinquedo preferido, Trent. Sempre foi.
Ele apertava, o corpo inteiro tenso, o suor escorrendo pelas costas. Gente passava. Uma mulher de máscara dourada olhou direto, sorriu e continuou andando. O risco fez o pau dele latejar mais forte dentro dela. Petra gemia no ouvido dele, suja, controlando cada centímetro.
Ela saiu de repente, deixando-o latejando no ar frio. Abaixou-se e engoliu o pau inteiro na garganta, deepthroat brutal de novo, o nariz colado no osso púbico, a garganta contraindo. As mãos amarradas dele puxaram a argola da parede. Ela chupava com força, babando, a mão massageando os ovos presos pelo anel. Quando ele começou a tremer demais, ela parou, lambeu a fenda e se ergueu.
— Ainda não. Você só goza quando eu decidir que a plateia vai valer a pena.
Petra desamarrou os pulsos da parede mas manteve as mãos atadas à frente. Puxou a calça dele de volta pra cima com o pau ainda pra fora, o anel visível se alguém olhasse. Ajeitou a própria saia. O cheiro de sexo pairava forte.
— Anda. Vamos dançar.
Ela o arrastou pro meio da pista. Máscaras giravam ao redor. Petra colou o corpo no dele, a boceta ainda pingando, o pau dele preso entre os corpos, esfregando no tecido da saia a cada movimento. A mão dela desceu entre eles e apertou a cabeça do pau com o polegar, espalhando pré-gozo.
— Sente como eu te controlo mesmo no meio de todo mundo — sussurrou, mordendo o lóbulo da orelha. — Na próxima sala que eu te levar, vou te amarrar de quatro numa mesa e chamar duas amigas minhas pra assistir enquanto eu te fodo com o strap. Você vai implorar com a boca cheia da minha boceta. Vai gozar no chão sabendo que elas estão rindo e elogiando o quanto você é bem treinado.
Trent quase caiu de joelhos ali mesmo. O corpo inteiro doía de tesão acumulado, o anel pulsando, as marcas queimando. Ele dançava colado, obediente, o queixo no ombro dela.
— Sim… por favor… leva agora. Me usa na frente delas. Me deixa ser o brinquedo.
Petra puxou o cabelo dele pra trás, forçando o olhar pra cima, e beijou-o devagar, possessiva, no meio da pista. A língua dela explorava, os dentes arranhavam.
— Ainda não. Primeiro quero te ver sofrer mais um pouco andando por aqui com esse pau preso e a boca com gosto de porra. Depois a gente sobe pro terraço. Lá tem correntes de verdade. E eu trouxe o plug grosso que você sempre aguentou mal.
Ela soltou o cabelo dele, ajeitou a máscara e puxou-o pela gravata de novo, saindo da pista em direção a uma escadaria lateral que subia para os andares superiores do casarão. O barulho do baile ficava pra trás, abafado. Trent a seguia, as pernas trêmulas, o pau latejando contra o tecido, as cordas ainda nos pulsos, o anel apertando, o corpo inteiro gritando por mais.
No topo da escada, Petra parou, empurrou-o contra a parede de mármore frio e enfiou a mão de novo na calça dele, apertando os ovos com força calculada.
— Respira. Sente. Você ainda é meu até o fim da noite. E a noite… — ela mordeu o pescoço dele até deixar marca — …mal começou a ficar interessante.
O corredor do andar de cima estava vazio, só luz baixa e portas fechadas. Petra puxou mais uma corda, amarrou os pulsos dele atrás das costas agora e o guiou devagar, o chicote batendo de leve na bunda a cada passo. O pau dele balançava pra fora, exposto, pingando no chão de madeira. Cada gota era uma promessa.
Ela abriu uma porta no fim do corredor — um terraço coberto parcialmente, cortinas pesadas, uma cadeira de braços largos e correntes decorativas penduradas em ganchos de ferro antigos. O ar noturno entrou frio na pele suada. Petra empurrou Trent de joelhos no meio do espaço, o pau ereto apontando pra cima, o anel brilhando, as marcas das cordas e do chicote vermelhas e vivas.
— Fica assim. Olha pra mim. Me implora o que você quer que eu faça agora, bem alto. Quero ouvir cada palavra suja antes de te acorrentar de verdade.
Trent ergueu o rosto, a máscara torta, a boca aberta, o peito ofegante. O desejo era um fogo vivo entre os dois, consensual, denso, pronto pra explodir de novo em direção a algo ainda mais sujo e público.
— Me acorrenta, Domina. Me fode até eu chorar. Me deixa ser teu na frente de quem você quiser. Por favor… usa esse pau, esse cu, essa boca. Eu aguento. Eu quero. Me quebra mais.
Petra circundou-o devagar, o chicote arrastando no chão, o sorriso dela afiado sob a máscara. O vento mexia as cortinas. Lá embaixo o baile continuava, alheio. Lá em cima, a noite ainda tinha horas inteiras de escalada pela frente.
Petra circundou Trent de joelhos mais uma vez, o chicote de caudas arrastando devagar pelo chão de pedra fria do terraço. O vento noturno fazia as cortinas pesadas balançarem, trazendo o farfalhar distante da festa lá embaixo. Ela parou na frente dele, ergueu o queixo com a ponta do chicote e sorriu por baixo da máscara.
— Repete. Mais alto. Quero que o ar frio leve cada palavra.
Trent engoliu saliva, o pau latejando preso no anel de metal, a cabeça já roxa e pingando um fio grosso de pré-gozo no chão.
— Me acorrenta, Domina. Me fode até eu chorar. Usa meu cu, minha boca, esse pau inchado. Me quebra na frente de quem quiser. Por favor… me faz teu brinquedo de verdade.
Petra soltou um riso baixo e puxou as correntes decorativas dos ganchos de ferro. O metal tilintou pesado. Ela passou a corrente grossa em volta do peito dele, cruzando nas costas, depois prendeu os pulsos já amarrados de seda aos elos, puxando até os ombros ficarem esticados pra trás. Outra corrente desceu pelos quadris, passando entre as coxas e subindo de novo, apertando a base dos ovos contra o anel. Trent arquejou quando o frio do ferro tocou a pele quente e marcada.
— Levanta. Agora.
Ele se ergueu trêmulo, pernas bambas, o pau apontando pra frente como uma arma carregada. Petra o empurrou até a cadeira de braços largos, forçou-o a ajoelhar de novo com o peito apoiado no assento acolchoado, a bunda empinada, as correntes tilintando a cada movimento. Ela abriu a bolsa pequena que carregava no corset e tirou o plug de silicone preto, grosso na base, brilhante de lubrificante fresco. Passou a ponta molhada na fenda do cu dele, girando devagar.
— Respira fundo. Tu sempre aguentou mal esse aqui. Hoje vai engolir inteiro sem reclamar.
Trent gemeu quando a ponta empurrou, abrindo o anel apertado do cu. Petra enfiou centímetro por centímetro, sem pressa, sentindo o músculo ceder sob a pressão. Quando a base larga se encaixou com um ploc molhado, ele soltou um grito abafado, o corpo inteiro tremendo, o pau saltando e escorrendo mais.
— Porra… está tão fundo… Domina…
— Silêncio. Só geme.
Ela deu o primeiro golpe do chicote nas nádegas expostas. O estalo ecoou no terraço. Linhas vermelhas surgiram imediatamente. Outro golpe, mais forte, depois outro nas coxas internas. Trent se contorcia nas correntes, o plug se mexendo lá dentro a cada espasmo, massageando a próstata sem misericórdia. Petra se posicionou atrás, ergueu a saia, tirou o strap-on de couro que estava escondido na bolsa — grosso, veias moldadas, do tamanho quase igual ao pau dele — e prendeu na cintura com fivelas rápidas. Passou lubrificante no comprimento e encaixou a cabeça no cu já esticado pelo plug.
— Tira o plug com a boca. Não. Usa as palavras.
— Tira esse plug e me fode o cu, Domina. Me arrebenta.
Ela puxou o plug de uma vez, o vazio fazendo ele gemer alto, e enfiou o strap fundo no mesmo segundo. O gemido de Trent saiu rouco, animal. Petra agarrou as correntes nas costas dele e puxou como rédeas, enfiando até o fundo, as bolas artificiais batendo contra a pele. Cada estocada molhada ecoava, o cu dele se abrindo e fechando em volta do silicone grosso. Ela chicotava as costas ao mesmo tempo, o couro estalando, deixando marcas que ardiam.
— Aperta. Sente como eu te abro. Esse cu é meu. Esse pau latejando sem poder gozar é meu. Diz.
— É teu… todo teu… me fode mais forte…
Petra acelerou, o corset rangendo, os peitos quasi saltando a cada embalo. O suor escorria entre as mamas dela, pingando nas costas dele. Ela saiu de repente, deu a volta, sentou na cadeira de frente pro rosto dele e puxou a cabeça amarrada pra boceta encharcada.
— Lambe enquanto eu te fodo de novo. Engole tudo.
Trent enterrou a língua nela, chupando o clitóris inchado, bebendo o líquido que escorria. Petra recolocou o strap no cu dele por trás, fodendo fundo enquanto esfregava a boceta na cara vendada — a venda ainda torta no cabelo. O barulho era nojento: lambidas molhadas, estocadas úmidas, correntes tilintando, gemidos abafados. Uma cortina se mexeu com o vento; por um segundo o som da festa subiu mais alto. Petra riu.
— Imagina se alguém sobe agora. Te vê assim, acorrentado, engolindo minha boceta enquanto eu te arrombo o cu. Ia gozar só de ver o quanto você é treinado.
Ela saiu outra vez, desamarrou só o suficiente pra virá-lo de costas na cadeira, pernas abertas pelas correntes, pau ereto e roxo apontando pro céu noturno. Montou em cima, enfiou o pau grosso dele de uma vez na boceta escorrendo e começou a cavalgar com força bruta. O anel de metal apertava a base; cada descida fazia a cabeça bater fundo nela. Petra apertava os peitos dele, torcia os mamilos, dava tapas no rosto.
— Não goza. Segura. Segura ou eu te deixo assim a noite inteira.
Trent choramingava, os olhos vidrados atrás da máscara prateada torta, o corpo inteiro em chama. O plug ainda não estava; ela enfiou dois dedos no cu dele enquanto cavalgava, abrindo, massageando. O cheiro de sexo, couro e suor enchia o terraço. Petra gozou primeiro, a boceta se contraindo em espasmos violentos em volta do pau dele, o líquido escorrendo pelas bolas e pingando no assento. Ela não parou. Continuou subindo e descendo, usando-o, até o segundo orgasmo vir ainda mais forte, as coxas tremendo, o grito dela cortando o ar.
Só então ela desceu, ajoelhou entre as pernas dele e engoliu o pau inteiro na garganta. Deepthroat brutal, babando, a mão apertando os ovos contra o anel. Quando ele começou a tremer descontrolado, ela parou, lambeu a fenda e falou com a voz rouca:
— Agora. Goza na minha cara. Tudo. Suja minha máscara.
Trent gritou, o corpo se arqueando nas correntes, e jorrou. Jatos quentes e grossos bateram na boca dela, no queixo, na máscara preta, escorrendo pelo pescoço e entre os peitos apertados pelo corset. Petra chupou até a última gota, engolindo o que conseguia, depois subiu e esfregou a boceta molhada de novo no pau ainda latejando, sujando-o com o próprio gozo misturado. Ela puxou o cabelo dele pra trás, forçou a boca aberta e cuspiu a porra misturada com saliva dentro.
— Engole. Tudo.
Ele engoliu, ofegante, o peito subindo e descendo. Petra desamarrou as correntes devagar, mas deixou as cordas de seda nos pulsos e o anel no pau. O plug voltou pro cu dele com um empurrão seco. Ela se ergueu, ajustou a saia, o strap ainda pendurado na cintura, a máscara suja de porra brilhando na luz baixa.
— Levanta. Vamos voltar pro baile assim. Pau pra fora, plug no cu, marcas à mostra. Quero que todo mundo veja o que eu faço com o que é meu. E se alguém olhar demais, você ajoelha e oferece a boca.
Trent se levantou trêmulo, o pau ainda meio duro pingando, o cu cheio, as pernas fracas. Petra puxou-o pela corrente que ainda restava no peito, o sorriso cruel intacto.
— Anda, porra. A noite mal acabou de te foder direito.
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