Revelação no Atelier: A Anônima que Eu Desejava

A pintora Renata fica louca de tesão quando a cliente Yvonne posa nua no atelier e as duas acabam se comendo com fome entre tintas e gemidos.

10 min read August 28, 2026New

O atelier ficava escondido num beco estreito do centro, atrás de uma porta de madeira gasta que ninguém notava. Renata abriu o cadeado com a chave que já conhecia de memória, o cheiro de turpentina e óleo entrando nas narinas como um vício antigo. Trinta e dois anos, mãos manchadas de pigmento permanente, ela vivia daquilo: corpos nus capturados em tela, pele transformada em traço. Naquela tarde, porém, a cliente anônima que encomendara o retrato fazia o peito dela apertar de um jeito diferente.

Yvonne chegou pontual, casaco longo, óculos escuros, cabelo preso num coque que não deixava adivinhar o rosto inteiro. Vinte e oito anos, voz baixa, sem sobrenome, sem explicação. Só o pedido seco: um nu completo, mas o rosto ficaria fora do quadro, ou coberto por sombra. Renata aceitara o dinheiro adiantado sem perguntar demais. Agora a mulher estava ali, de pé no meio do estúdio iluminado pela luz obliqua das janelas altas.

— Pode se despir atrás do biombo — disse Renata, ajeitando o cavalete. — Tem um robe se quiser.

Yvonne não usou o robe. Saiu nua, sem pressa, e o ar do atelier mudou de temperatura. Seios firmes, mamilos escuros já um pouco eretos com o frescor da sala, cintura estreita descendo para o triângulo escuro entre as coxas, coxas carnudas que se tocavam no alto. Renata segurou o pincel com força demais. Sentiu o estômago revirar de tesão pura, aquele calor baixando direto pra boceta, molhando a calcinha sob a calça de trabalho.

— Como quer que eu fique? — perguntou Yvonne, voz rouca.

— Deita no divã. De lado, uma perna flexionada. Olha pra parede, não pra mim.

Yvonne obedeceu. A pele dela brilhava sob a luz amarelada. Renata começou a esboçar, carvão riscando a tela, mas os olhos traíam: demoravam nos mamilos, na curva da bunda, no jeito como os lábios da vagina se abriam um pouco com a pose. O silêncio pesava. Cada respiração de Yvonne parecia ecoar. Renata sentiu o próprio corpo reagir — peitos pesados dentro da camisa, clitóris latejando contra o tecido. Olhou de relance e pegou Yvonne olhando de volta pelo canto do olho, pupila dilatada, língua passando devagar no lábio inferior.

Porra, ela também tava sentindo.

Renata pintou em silêncio por quase uma hora, camadas finas de ocre e siena. O cheiro de tinta misturava com o cheiro quente de mulher que vinha do divã. Yvonne mudou de pose quando Renata pediu, agora de bruços, bunda erguida só o suficiente pra mostrar o racha úmido entre as nádegas. Renata engoliu em seco. A calcinha dela já estava encharcada.

— Você olha pra mim de um jeito… — murmurou Yvonne, quase inaudível. — Eu adoro. Adoro ser observada por você. Dá um tesão do caralho.

A voz dela cortou o silêncio como um dedo escorregando na boceta. Renata parou o pincel no ar.

— Eu tô trabalhando — respondeu, mas a voz saiu grossa, traída.

— Sei que tá. Mas seu olhar fode comigo. Fica entre minhas pernas mesmo quando você tá longe. Sinto molhar só de imaginar o que você tá pensando enquanto passa o pincel.

Renata baixou o braço. O desejo latejava forte agora, sem disfarce. Aproxou-se um passo, ainda com a paleta na mão.

— E o que você acha que eu tô pensando?

Yvonne sorriu de lado, sem virar o rosto por completo.

— Que quer enfiar a língua bem fundo. Que quer chupar esses peitos até eu gemer. Que sua boceta tá latejando igual a minha.

O flerte ficou aberto, sem pudor. Renata voltou à tela, mas as mãos tremiam. Pintava a curva da coxa de Yvonne e imaginava a própria boca ali, mordendo, lambendo o suor salgado. Yvonne continuava falando baixinho, como se contasse um segredo sujo:

— Ninguém nunca me olhou assim. Como se quisesse me devorar. Continua. Me olha mais. Me deixa me sentir puta pra você.

Renata sentiu um fio de lubrificação escorrer pela coxa. Abandonou a formalidade.

— Você tem a boceta mais gostosa que eu já pintei — disse, crua. — Tá brilhando daqui. Tá se molhando de propósito, né?

— Sim. Por você.

O ar ficou denso, cheiro de sexo misturado à tinta. Yvonne pediu, de repente:

— Deixa eu ver o quadro de perto.

Renata hesitou só um segundo. Abaixou a paleta, acenou. Yvonne se levantou nua, peitos balançando, e cruzou o espaço entre o divã e o cavalete. Os pés descalços no chão de madeira. Parou ao lado de Renata, ombro quase tocando ombro. O calor do corpo dela irradiava. Renata sentiu o braço roçar “sem querer” na lateral do peito de Yvonne — pele macia, mamilo duro contra o tecido da manga. Yvonne não se afastou. Em vez disso, inclinou-se um pouco mais, e a mão dela esbarrou na cintura de Renata, dedos demorando um segundo a mais do que o acidente permitia.

— Caralho… — sussurrou Yvonne, olhando a tela. — Você me deixou faminta só de traço. Olha como pintou minha buceta. Como se já tivesse lambido.

Renata virou o rosto. Estavam a centímetros. O hálito de Yvonne cheirava a menta e desejo. Os seios quase se tocando. Renata ergueu a mão manchada de tinta e, “sem querer” de novo, os dedos deslizaram pela barriga lisa de Yvonne, descendo até a curva do osso do quadril. Yvonne tremeu, arqueou, e a boceta dela ficou ainda mais exposta, lábios inchados, brilhando de tesão verdadeiro.

— Eu vim aqui por isso — confessou Yvonne, a voz quebrada de fome. — Não foi só o retrato. Eu queria ser desejada por você. Ouvi falar da pintora do atelier escondido, da mulher que olhava as modelos como se fosse foder cada uma delas na tela. Eu queria que fosse eu. Queria sua boca, seus dedos, sua cara entre minhas pernas enquanto a tinta ainda seca. Desde que entrei, tô gozando por dentro só de sentir seu olhar.

Renata soltou um gemido baixo, grosso. A mão subiu, cupou o peito de Yvonne com força, polegar raspando o mamilo duro. Yvonne agarrou a camisa de Renata, puxou, e os corpos colaram — peito contra peito, a buceta quente de Yvonne esfregando na coxa da calça de Renata. Beijos quase, bocas abertas, respiração trocada, mas ainda sem o selo final. Renata enfiou a mão entre as pernas dela e sentiu o encharcado, quente, escorregadio, dois dedos deslizando entre os lábios inchados sem entrar de fato, só provocando.

— Porra, Yvonne… — rosnou Renata. — Você não tem ideia do quanto eu quero te comer agora. Te jogar nesse divã e chupar essa buceta até você gritar. Pintar de novo depois, com seu gosto na boca.

Yvonne rebolou contra a mão dela, gemendo baixinho, unhas cravando no ombro de Renata.

— Então come. Me fode com a língua. Me usa. Eu aguento. Eu quero.

Mas Renata retirou a mão devagar, os dedos brilhando de porra alheia, e passou-os nos próprios lábios, saboreando. O olhar delas se prendeu, carregado, promessa crua ainda não cumprida por completo. A tela ao lado mostrava o corpo de Yvonne pela metade, incompleto, como o que estava acontecendo entre elas. O atelier continuava silencioso exceto pelos respirar ofegantes. Yvonne ainda nua, peitos arfando, boceta latejando à mostra. Renata com a calça manchada de desejo, pincel esquecido no chão.

— Ainda não terminei de te pintar — disse Renata, voz rouca de quem segurava o estouro. — E eu quero te foder devagar. Quero que você peça de novo. Mais alto.

Yvonne deu um passo atrás, mas os olhos continuavam famintos, a mão descendo para se tocar na frente de Renata, dois dedos entrando nela mesma com um som molhado, explícito.

— Então pinta. Mas olha. E depois me come direito. Eu não vou embora sem a sua língua dentro de mim.

Renata pegou o pincel de novo, o coração disparado, a buceta latejando sem alívio. A tensão não arrefecia; só engordava, pesada, pronta para o próximo traço — ou para o próximo gemido.

Renata largou o pincel no chão de uma vez. O corpo dela não aguentava mais aquela porra de tensão. Avançou dois passos, agarrou o rosto de Yvonne e cravou a boca nela com fome crua. Línguas se chocaram, dentes arranharam lábios, saliva misturou com o gosto de tinta que ainda manchava os dedos de Renata. Yvonne gemeu alto dentro do beijo, puxou a camisa da pintora com força e os botões voaram. Peitos pesados saltaram livres, mamilos escuros e duros. Yvonne empurrou Renata para trás até a bunda bater na mesa de pintura coberta de tubos e paletas. Vidros tilintaram.

— Agora eu te como — rosnou Yvonne, voz rouca.

Ela baixou a cabeça e chupou o mamilo de Renata com vontade, puxando, mordendo de leve, língua girando em volta enquanto a mão descia. Abriu o zíper da calça de trabalho, enfiou a mão dentro da calcinha encharcada e meteu dois dedos de uma vez na boceta molhada de Renata. O barulho molhado ecoou no atelier. Renata arqueou, gemendo grosso, coxas tremendo. Yvonne chupava um peito e depois o outro, dedos entrando e saindo fundo, curvando, acertando aquele ponto que fazia a pintora rebolar contra a mão.

— Porra, Yvonne… assim… mais fundo — Renata ofegava, unha cravando no ombro nu da outra. A boceta dela apertava os dedos, escorrendo porra quente pela mão de Yvonne. Cada chupada no mamilo mandava um choque direto pro clitóris latejante. Yvonne fodia com os dedos sem piedade, polegar esfregando a caceta inchada, boquinha barulhenta no peito.

Renata sentia o orgasmo subindo rápido demais. Com um esforço bruto, virou o jogo. Puxou Yvonne pelo cabelo, tirou os dedos da própria boceta e empurrou a modelo até o sofá velho do canto. Yvonne caiu de quatro sobre os assentos surrados, bunda empinada, o rabo aberto mostrando a boceta inchada e o cu apertadinho. Renata ajoelhou atrás, abriu as nádegas carnudas com as duas mãos e enfiou a língua fundo de uma vez.

— Aaaaah, caralho! — Yvonne gritou, rebolando pra trás.

Renata lambeu tudo. Língua larga passando da boceta ao cu, entrando no buraco apertado, chupando os lábios inchados, bebendo o gosto salgado e doce que escorria. Enfiou a língua no cu de Yvonne até a raiz, depois desceu de novo e chupou o clitóris grosso, puxando com os lábios. Yvonne gemía sem parar, cara enterrada no sofá, dedos se agarrando no tecido. Renata cuspiu na boceta, meteu dois dedos fundo e fodeu com força enquanto a língua continuava no cu.

— Goza pra mim, puta. Goza na minha cara — ordenou Renata, voz abafada entre as nádegas.

Os dedos entravam e saíam rápidos, molhados, o polegar massageando o cu por fora. Yvonne tremeu inteira, a boceta contraiu violentamente e ela gozou gritando, squirt escorrendo pela mão e pelo queixo de Renata. O corpo dela sacudia em espasmos longos, gemidos roucos enchendo o atelier. Renata não parou até o último tremor.

Ainda ofegante, Yvonne se virou, empurrou Renata de costas no sofá e subiu em cima. Sentou direto no rosto da pintora, abrindo a boceta molhada sobre a boca dela.

— Chupa agora. Me come até eu gozar de novo — ordenou, rebolando.

Renata agarrou as coxas carnudas e chupou com fome. Língua batendo no clitóris inchado, boca aberta engolindo tudo. Yvonne se esfregava com força, suja, molhada, o gosto da própria porra misturado na língua de Renata. Os peitos balançavam a cada movimento. Renata enfiou a língua fundo outra vez, gemendo contra a boceta, e a vibração fez Yvonne gritar. A mão de Renata desceu pra própria caceta e se masturbou rápido enquanto chupava. Yvonne sentia o orgasmo voltando, apertava as coxas em volta da cabeça da pintora e esfregava mais forte.

— Vou gozar… porra, Renata, goza comigo —

As duas explodiram juntas. Yvonne esguichou na boca de Renata, gemendo alto, corpo inteiro tremendo. Renata gozou sob ela, coxas se batendo, a boceta latejando em jatos quentes enquanto a língua ainda trabalhava. O sofá ficou encharcado. O cheiro de sexo e tinta pairava pesado. Elas ficaram assim longos segundos, ofegantes, Yvonne ainda sentada no rosto, Renata lambendo devagar os últimos fios de porra.

Depois Yvonne escorregou pro lado, caiu ao lado de Renata. As duas riram baixinho, sem fôlego, peitos subindo e descendo rápidos. Renata passou a mão manchada de tinta pelo cabelo suado de Yvonne, puxou ela pra um beijo lento, suave, só lábios e respiração quente. Yvonne beijou o pescoço da pintora, a clavícula, o canto da boca. Dedos preguiçosos acariciavam a cintura, a curva da bunda, o peito ainda sensível.

— Caralho… — Yvonne riu de novo, voz rouca. — Eu não sabia que podia gozar assim.

Renata sorriu contra a pele dela, lambendo uma gota de suor.

— Eu também não. Você me deixou louca desde que entrou nua.

Ficaram abraçadas no sofá sujo, pernas entrelaçadas, o quadro incompleto ainda no cavalete olhando pra elas. Yvonne subiu o rosto, olhou nos olhos de Renata com seriedade misturada de tesão residual.

— Eu não quero mais ser anônima pra você. Chega de sombra no rosto, chega de só o corpo na tela. Quero que você me pinte inteira. Quero meu nome na sua boca quando a gente foder de novo.

Renata passou o polegar no lábio inchado de Yvonne, ainda manchado de batom e saliva.

— Então não vai ser o último retrato. Vai ter outros. Muitas noites aqui. Eu te pinto de novo e de novo, e entre uma camada e outra a gente se come até não aguentar mais.

Yvonne beijou ela de novo, devagar, e sussurrou contra a boca:

— Então marca a próxima sessão agora. E dessa vez eu quero te foder primeiro, com você de quatro na frente do cavalete. Topa?

Rate this story

Thanks for rating
Tagged voyeurism erotic-posing female-nudity lesbian-arousal molhando-a-calcinha

Fresh filth, nightly

The best new stories in your inbox every morning. Free, 18+, unsubscribe anytime.