Encontro na Piscina à Meia-Noite
Lucas fode o cu da vizinha molhada na piscina.
A água morna da piscina abraçava o corpo de Sofia como um lençol líquido, deslizando pelas curvas que ela conhecia de cor e ainda assim sentia diferentes naquela noite. Meia-noite no condomínio luxuoso: as luzes subaquáticas azuis pintavam o fundo de um azul elétrico, e o silêncio só era quebrado pelo splash suave de seus braços e pelo zumbido distante do filtro. Ela nadava nua. Completamente. Os seios pesados e firmes se moviam com cada braçada, os mamilos endurecidos pelo contraste da brisa noturna quando ela saía um pouco da superfície. O estresse do dia — reunião interminável, o marido viajando de novo, a casa grande demais e quieta demais — tinha se dissolvido no cloro e no calor da água. Ela precisava disso: sentir a pele inteira, sem tecido, sem regras.
Sofia se apoiou na borda rasa, de costas, deixando a água cobrir só até a cintura. Os seios boiavam, gotas escorrendo pelo colo, pelo abdômen tonificado, parando no triângulo escuro entre as coxas. Fechou os olhos e respirou fundo. Foi quando ouviu o portão da área da piscina ranger.
Lucas.
Ele apareceu como se o desejo dela tivesse materializado o corpo dele ali: vinte e dois anos, ombros largos, peito marcado sob a camiseta branca molhada de suor da caminhada noturna, shorts escuros colados nas coxas musculosas. O cabelo curto ainda um pouco úmido, o sorriso torto que ela já conhecia de elevador, de corredor, de olhares demorados quando ele carregava caixas e ela descia de biquíni. Semanas de flerte. Comentários baixos — “essa cor te deixa perigosa, Sofia”, “se você continuar me olhando assim eu acabo esquecendo que sou o vizinho educado”. Ela respondia com o canto da boca, um “cuidado com o que deseja, garoto” que fazia o pau dele estremecer dentro da calça, ela sabia.
— Não esperava companhia — disse ela, sem se cobrir. A voz saiu rouca, confiante. A água pingava dos cabelos escuros dela sobre os ombros.
Lucas parou na beira, olhando sem disfarce. Os olhos dele desceram dos seios para a cintura fina, para o que a superfície ainda escondia. Ele tirou a camiseta devagar, revelando o peito definido, a linha de pelos que descia até o cós. Entrou na água em silêncio, o corpo dele cortando o azul. Aproximou-se até ficar a um metro.
— Vi a luz acesa. Pensei… porra, Sofia. Você nua à meia-noite. Depois de todas aquelas conversas no elevador.
Ela riu, o som baixo e molhado.
— Conversas? Você chamava isso de conversa quando falava que minha bunda merecia ser agarrada com as duas mãos?
— E você respondia que seu marido não fazia isso direito — ele chegou mais perto, a água batendo no peito dele. — A gente flerta há semanas. Eu batia punheta pensando nisso. Em você. Em como seria te pegar aqui.
O coração de Sofia acelerou. A tensão sexual pairava entre eles como vapor quente. Ela nadou um círculo lento ao redor dele, provocando, deixando o quadril roçar de leve a coxa dele de propósito. Lucas riu também, um riso rouco de quem já estava duro.
— Estressada pra caralho hoje — confessou ela, parando na frente dele, a água na altura do peito. — Precisava sentir algo. Qualquer coisa.
— E me escolheu pra invadir sua solidão nua?
— Você invadiu sozinho, gostoso.
Enquanto falavam, rindo baixinho para não acordar ninguém nos andares de cima, Sofia se aproximou de propósito. Os seios dela tocaram o peito molhado de Lucas. Pele quente contra pele quente. Os mamilos duros dela roçaram os dele, escorregadios de água, e o choque elétrico subiu direto para o cu dela, que se contraiu. Lucas soltou um gemido curto e respondeu na mesma hora: as mãos grandes e firmes desceram e agarraram a cintura dela com força, puxando-a contra o corpo dele. Ela sentiu o pau duro dele pressionar a barriga dela através do short encharcado — grosso, quente, insistente.
— Porra, Sofia…
— Shh. — Ela passou os braços no pescoço dele, os seios esmagados contra o peito musculoso. — Semanas olhando. Semanas imaginando. Agora você tá aqui.
A boca dele desceu na dela sem pedir licença e ela abriu os lábios na hora. O beijo foi quente, molhado, urgente. Línguas se encontrando com gosto de desejo acumulado, dentes puxando o lábio inferior dela, a mão dele subindo pelas costas molhadas até agarrar o cabelo na nuca. Sofia rebolou de propósito, esfregando a boceta inchada contra a ereção dele. A água fazia tudo escorregar, obsceno, delicioso. Lucas mordeu o pescoço dela, chupando a pele salgada, e ela gemeu alto demais para a hora.
— Eu quero sentir tudo de você esta noite — sussurrou ela direto no ouvido dele, a voz embargada de tesão, as unhas cravando nos ombros largos. — Tudo. Não só a boceta. Eu quero seu pau grosso no meu cu. Quero que você me foda o cu aqui na água, bem devagar no começo e depois forte, como a gente imagina faz tempo.
Lucas puxou a cabeça dela para trás, olhando nos olhos dela. A respiração dele estava pesada, o pau latejando contra ela.
— Fala sério. Você também…
— Desde o dia em que você falou que eu tinha cara de quem goza com dedo no cu. Lembra? No elevador. Eu fiquei molhada na hora. Voltei pro apartamento e me dedilhei pensando em você me abrindo. No seu pau enterrando até o fundo na minha bunda. Meu marido nunca… ele não. Mas eu quero. Quero há semanas. Quero que você me foda o cu até eu não conseguir andar direito amanhã.
Ele gemeu contra a boca dela e beijou de novo, mais sujo, a língua fodendo a boca dela do jeito que ela queria ser fodida mais embaixo. As mãos dele desceram e agarraram as nádegas fartas, abrindo-as debaixo d’água, o polegar roçando o rabo dela de leve, só a promessa. Sofia tremeu inteira, o cu piscando sozinho, faminto.
— Caralho, Sofia… seu cu. Eu sonhei com isso. Em te deixar molhada, te abrir com a língua, te meter devagar enquanto você geme meu nome. Em te ver gozar só com pau no cu.
— Então faz — ela empurrou o short dele para baixo o suficiente para a piroca grossa saltar livre, quente, veias saltadas, a cabeça rosada já pingando pré-gozo que a água diluía. A mão dela envolveu o pau, apertando, deslizando da base até a glande, sentindo o peso. — Me fode o cu esta noite. Me usa. Eu tô pedindo. Eu quero sentir você inteiro me abrindo.
Lucas ergueu ela pela cintura, as pernas dela se fechando na cintura dele, o pau dele esfregando entre as nádegas molhadas, a cabeça grossa roçando exatamente no buraco apertado dela a cada movimento da água. Eles se beijavam sem parar, ofegantes, rindo baixinho entre beijos quando o barulho da água batia alto demais. O polegar dele voltou ao cu dela, pressionando o anel apertado, girando, sentindo como ela cedia um milímetro.
— Tá tão apertado… — ele murmurou contra os lábios dela. — Vai engolir meu pau inteiro. Vai chorar de tesão.
— Quero. Porra, quero agora. Me prepara. Me fode. Me deixa cheia.
A água ao redor deles se agitava com os movimentos dos corpos colados. Sofia rebolava, empurrando o cu contra a glande dele, a boceta latejando e escorrendo tesão que misturava com o cloro. Lucas chupava um mamilo dela enquanto dois dedos desciam e acariciavam a entrada apertada, massageando, pressionando só a ponta, sentindo o calor interno dela se abrir um pouco. Ela gemia no ouvido dele, pedindo mais, confessando que já tinha usado plug pensando nele, que o cu dela estava pronto para ser destruído gostoso.
Ele a pressionou contra a borda rasa da piscina, o peito dela colado ao azulejo frio, o corpo dele cobrindo as costas dela por trás. O pau grosso deslizava no meio da bunda molhada, subindo e descendo no vão, batendo de leve no buraco a cada estocada sem penetração ainda. As mãos dele agarravam os seios dela por baixo, apertando, puxando os mamilos enquanto ele beijava a nuca, o ombro, a orelha.
— Vai ser gostoso pra caralho te foder aqui — ele rosnou. — Vou te abrir devagar. Vou sentir cada centímetro do seu cu me apertando. E você vai gozar com meu pau enterrado até o saco.
Sofia empurrou a bunda para trás, desesperada, o cu latejando, a boca aberta em gemidos abafados.
— Então para de provocar e me dá. Me fode o cu, Lucas. Me faz sentir tudo que a gente quis durante essas semanas inteiras de olhar e não tocar.
Ele segurou a base do pau, posicionou a cabeça grossa exatamente contra o anel apertado e molhado dela, pressionando só o suficiente para ela sentir a invasão iminente, o esticar delicioso começando… e parou ali, pulsando, ambos ofegantes, o desejo explícito pairando entre os corpos encharcados, a noite ainda longa e o silêncio do condomínio prestes a ser quebrado pelos gemidos que viriam.
Sofia empurrou a bunda para trás com mais força, o anel do cu piscando contra a glande quente e grossa de Lucas. A água morna lambia as coxas dela enquanto ela virava completamente de costas na borda rasa, os seios esmagados contra o azulejo frio, as mãos agarrando a borda com força. Empinou a bunda molhada, abrindo as pernas o máximo que a posição permitia, o rabo exposto e brilhando sob as luzes azuis.
— Come meu cu, Lucas — pediu ela, a voz rouca, virando o rosto o suficiente pra ele ver o olhar safado. — Para de provocar e fode essa bunda. Eu quero sentir você me abrindo agora.
Lucas grunhiu, as mãos grandes abrindo as nádegas fartas dela. Abaixou a cabeça na hora, a língua quente e grossa passando direta no cu apertado. Lambia com fome, chupando o anel, a ponta da língua furando devagar, sentindo o sabor salgado da pele molhada e o calor interno. Sofia gemeu alto, o som ecoando baixo pela área da piscina, o corpo inteiro tremer. Ele chupava como se quisesse devorar, a boca se fechando no rabo dela, a língua entrando e saindo, lambendo as bordas, molhando tudo ainda mais. Os dedos dele deslizaram até a boceta inchada, pegando o tesão que escorria dela misturado com a água, e voltaram pro cu. Enfiou dois dedos de uma vez, lubrificados, abrindo o anel devagar. Sofia arqueou as costas, gemendo mais alto.
— Porra… assim… mais fundo — ela gemia, rebolando contra os dedos dele. Os dedos grossos entravam e saíam, abrindo, torcendo, massajando por dentro enquanto a língua ainda lambia ao redor. O cu dela cedia, quente, apertado, sugando os dedos. Lucas sentia cada contração, o pau latejando na água, duro pra caralho.
Ele tirou os dedos devagar, subiu o corpo e posicionou a cabeça do pau exatamente no buraco. Segurou a base e empurrou. A glande entrou primeiro, esticando o anel, e Sofia soltou um gemido longo, a boca aberta contra o azulejo. Lucas avançou centímetro por centímetro, sentindo o cu dela engolir o pau grosso, as paredes quentes apertando como um punho. Entrou até o fundo em posição de cachorrinho, as bolas batendo na boceta dela, o peito colado nas costas molhadas.
— Caralho, tá tão apertado… — ele rosnou no ouvido dela, começando a meter. Devagar no começo, puxando quase tudo pra fora e enfiando de novo até o saco. Depois mais forte, ritmado, as mãos agarrando a cintura dela com força, puxando a bunda pra trás a cada estocada. A água batia ao redor deles, splash ritmado acompanhando o embalo. Sofia esfregava o clitóris com os dedos, circular, rápido, o corpo inteiro sacudindo.
— Isso, fode meu cu… mais forte — ela pedia, a voz embargada, o cu se contraindo a cada investida. Lucas metia com vontade, o pau deslizando fundo, abrindo ela, o prazer subindo quente pela espinha. O som molhado da penetração misturava com os gemidos dela, o cheiro de sexo e cloro no ar noturno. Ele puxava o cabelo dela de leve, forçando a cabeça pra trás, e ela gemia o nome dele, pedindo mais fundo, mais duro.
Depois de vários minutos assim, ele tirou o pau devagar, ainda latejando, e a virou na água. Deitou Sofia de lado na borda rasa, uma perna dela levantada alta, apoiada no ombro dele. Encaixou de novo, o ângulo permitindo que ele entrasse ainda mais fundo. A estocada foi profunda, o pau sumindo inteiro no cu dela, e Sofia gritou baixinho de tesão, a mão voltando pro clitóris, esfregando sem parar. Lucas segurava a coxa dela aberta, metendo forte e ritmado, as bolas batendo, o corpo inteiro embestado. Cada investida ia até o fim, o cu dela engolindo tudo, apertando, sugando.
— Vai gozar com meu pau no teu cu — ele falou contra a boca dela, beijando sujo enquanto estocava. Sofia rebolava de lado, empurrando pra trás, o prazer acumulando no baixo ventre como uma onda. Os seios balançavam na água, os mamilos duros. Lucas sentia o cu dela começar a tremer, as contrações rítmicas apertando o pau dele com força.
Ela gozou primeiro, o corpo inteiro se contraindo, o clitóris latejando sob os dedos, o cu pulsando violentamente ao redor do pau grosso. Gemia alto, tremendo, o orgasmo rasgando por dentro enquanto ele continuava metendo fundo. O aperto dela puxou Lucas junto. Ele enterrou até o saco e gozou intensamente, jatos quentes enchendo o cu dela, o pau latejando, descarregando tudo enquanto ela ainda se contraía ao redor. Os dois ofegantes, corpos colados, a água agitada ao redor.
Exaustos e satisfeitos, Lucas tirou o pau do cu dela devagar, sentindo o anel se fechar atrás da glande, um fio de gozo escorrendo na água. Puxou Sofia pra dentro da piscina de novo, os corpos flutuando juntos. Beijou a boca dela com carinho, língua lenta, enquanto as mãos acariciavam as costas molhadas dela, descendo até a bunda ainda sensível. Sofia sorriu safada contra os lábios dele, os olhos brilhando.
— Esse encontro na piscina à meia-noite vai virar o primeiro de muitos — sussurrou ela, a voz rouca de tanto gemer. — Combina comigo. Amanhã de noite de novo. Mesma hora. Eu quero te sentir outra vez.
Lucas riu baixo, beijando o pescoço dela.
— Combinado. Vou estar aqui.
Eles saíram da água juntos, gotas escorrendo pelos corpos. Sofia pegou a toalha que deixara na espreguiçadeira e se cobriu devagar, ainda sorrindo. Lucas puxou o short molhado, vestiu a camiseta. Ficaram um momento em silêncio, se olhando.
Ele se aproximou, beijou a testa dela de leve e se afastou. Caminhou até o portão da área da piscina, abriu sem barulho e saiu, o corpo desaparecendo no corredor escuro do condomínio, os passos sumindo na noite.
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