Reencontro No Estoque Da Livraria

Virgem reencontra crush no estoque da livraria.

5 min read August 31, 2026New

O estoque da livraria cheirava a papel velho, poeira e ar parado. Leilani empurrou a porta com o ombro, carregando uma caixa de romances novos, e quase derrubou tudo quando viu quem estava do outro lado, agachado entre as prateleiras de fundo.

Felix.

O crush da escola. Aquele que sumiu depois do terceiro ano e agora, três anos depois, estava ali de novo — vinte e dois anos, ombros mais largos, barba por fazer, camiseta colada no peito. Ele olhou pra cima e o sorriso veio devagar, safado, como se ela tivesse acabado de cair direto da fantasia dele.

— Leilani? Porra… você trabalha aqui?

Ela sentiu o rosto esquentar. Dezenove anos, virgem, e ainda assim o cu se contraiu só de ouvir a voz dele. O estoque era apertado demais. As prateleiras se tocavam quase. O ar quente grudava na pele.

— Meio período — murmurou, baixando a caixa. — Você voltou?

— Sim. Pra ficar. Ajudo meu tio com as entregas. — Ele se levantou, escovando a poeira da calça. Os olhos dele desceram pelo corpo dela sem pudor: seios cheios sob a camiseta da livraria, cintura fina, shortinho jeans que marcava a bunda. — Caralho, você… cresceu.

Leilani riu baixo, nervosa, e se agachou pra abrir outra caixa só pra não ficar olhando pra ele. Ele se aproximou. O cheiro dele — suor leve, sabonete barato, machismo adolescente ainda vivo — encheu o espaço entre os dois. Os braços se roçaram quando os dois pegaram o mesmo livro. Nenhum dos dois puxou a mão na hora.

— Sempre te achei gostosa — Felix confessou, a voz baixa, quase um rosnado. — Na escola eu batia punheta pensando em você. Sério. Imaginava te foder no banheiro do colégio, te fazer gozar com a boca, te meter até você gritar meu nome.

Leilani engoliu em seco. A boceta latejou, molhada de repente. Ela olhou pra ele, corada até o pescoço, e a honestidade saiu antes que ela conseguisse segurar.

— Eu também. Sonhava com você. Com a sua mão na minha calcinha. Com… com o pau. — A voz falhou. — Eu ainda sou virgem, Felix. Nunca… ninguém me comeu. Nunca chupei. Nunca nada.

O silêncio pesou. O ar ficou mais quente. Felix deu um passo, depois outro, até o peito dele quase tocar os seios dela. A mão dele subiu devagar pela coxa dela, por cima do short, e apertou a carne macia.

— Então me deixa ser o primeiro — ele sussurrou. — Quero arrombar essa boceta virgem. Quero te ouvir gemer.

Os toques “acidentais” morreram ali. A mão dele entrou por baixo da camiseta, achou o sutiã, puxou o tecido pra baixo e esmagou o peito dela com força. Leilani arquejou. Ele beijou ela como se tivesse fome de anos — língua grossa, saliva, dentes no lábio inferior. Ela retribuía desajeitada, faminta, esfregando a boceta já encharcada na coxa dele. As mãos dele desceram, abriram o botão do short, entraram na calcinha e acharam o clitóris inchado. Dois dedos esfregaram, sujos de porra dela, e ela soltou um gemido alto demais pro estoque.

— Quero que você seja o primeiro — ela sussurrou contra a boca dele, tremendo. — Me fode. Me ensina. Agora.

Felix empurrou ela de joelhos no chão empoeirado. Ajoelhada entre caixas de livros, Leilani viu ele abrir o zíper e puxar o pau pra fora. Grosso, veias saltadas, cabeça rosada e já pingando pré-gozo. Maior do que ela imaginava nas noites sozinha. Ela lambeu os lábios, curiosa, babando só de olhar.

— Abre a boca, putinha.

Ela abriu. A primeira chupada foi desajeitada — dentes, saliva demais, vontade demais. Mas ela engoliu o gosto salgado, a língua enrolando na glande, sugando como se fosse doce. Felix segurou o cabelo dela com as duas mãos e fodeu a boca devagar, empurrando fundo até ela engasgar, babando no pau, lágrimas nos cantos dos olhos. O barulho molhado encheu o estoque. Ela se masturbava por cima da calcinha enquanto chupava, gemendo em volta do pau dele.

— Isso… chupa direito. Usa a língua. — Ele puxou o cabelo, tirou o pau da boca dela coberto de baba. — Levanta. Agora eu quero comer essa boceta.

Ele a ergueu como se ela não pesasse nada, tirou o short e a calcinha num movimento só e a jogou sentada numa prateleira baixa. Os livros tremeram. Felix se ajoelhou, abriu as coxas dela e lambeu a boceta virgem de uma vez — língua larga, lambendo do cu até o clitóris, chupando os lábios inchados, enfiando a ponta da língua no buraco apertado. Leilani gozou rápido demais, as pernas tremendo violentas, a mão no cabelo dele, gemendo “porra, porra, não para” enquanto esguichava um pouco na boca dele. Ele bebeu tudo, lambendo sujo, o queixo molhado.

— Gostosa pra caralho. Cheira a virgem safada.

Ele a virou de peito contra as prateleiras, ergueu uma perna dela e enfiou o pau de uma vez. A cabeça gorda arrombou o hímen com um estalo molhado e ela gritou — dor misturada com prazer bruto. Felix parou um segundo, beijou o pescoço dela, depois meteu fundo até as bolas baterem na bunda. O pau grosso raspava nas paredes virgens, abrindo caminho, e logo o sangue e a porra dela lubrificavam tudo. Ele fodeu de pé, duro, sem piedade, segurando os quadris dela e enfiando até o fundo a cada estocada.

— Que boceta apertada de puta… — rosnou no ouvido dela. — Vai gozar no pau do teu crush, vai. Pede mais.

— Mais… mete mais fundo, Felix… arromba essa boceta… — ela gemia alto, sem se importar se a gerente ouvia do outro lado da porta. Os seios balançavam. As prateleiras batiam na parede. — Me fode que nem puta.

Ele a puxou pro chão, de quatro no meio das caixas. Ajoelhou atrás dela, abriu a bunda e enfiou de novo, mais fundo ainda, a mão no cabelo puxando a cabeça dela pra trás. Cada estocada fazia a bunda dela tremer. Ele cuspiva na boceta, enfiava o polegar no cu enquanto fodia, chamava ela de putinha, de vadia da livraria, de virgem safada que só servia pra levar porra. Leilani empurrava a bunda pra trás, pedindo mais, a boceta engolindo o pau grosso com barulho molhado e obsceno.

— Tô gozando… tô gozando de novo…

Ela gozou apertando o pau dele como um punho, gritando no chão empoeirado. Felix meteu mais rápido, mais fundo, e gozou dentro — jatos quentes e grossos enchendo a boceta virgem até transbordar, escorrendo pelas coxas dela misturado com sangue e saliva. Ele ficou metendo devagar até a última gota sair, gemendo baixinho, sujo.

Os dois riram ofegantes, ainda ajoelhados. Felix tirou o pau pingando e limpou na calcinha dela. Ela usou lenços de papel do estoque pra se limpar por cima, mas a porra quente ainda escorria entre as pernas. Combinaram de repetir no dia seguinte, na casa dele, com ela de quatro na cama e ele metendo até ela não aguentar mais.

Leilani saiu do estoque com as pernas bambas, o short fechado sem calcinha, a calcinha encharcada de porra no bolso da jaqueta. O sorriso safado não saía do rosto. A boceta latejava, aberta, cheia, pingando porra do crush no meio das prateleiras de livros enquanto ela voltava pro balcão com cheiro de sexo e o cu ainda latejando de vontade de ser fodido de novo.

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