Ajuste de Última Hora

Clara, uma MILF safada de 42 anos, contrata o jovem Pablo para um ajuste elétrico e acaba sendo fodida duro na mesa da cozinha.

4 min read August 17, 2026New

Clara abriu a porta e o ar morno da tarde entrou junto com o olhar de Pablo. Ela tinha quarenta e dois anos, corpo de mulher que sabia o que era prazer, peitos pesados apertados no robe de seda curto que mal cobria a bunda empinada. Divorciada havia dois anos, solteira de verdade, e com uma festa importante naquela noite — as luzes da cozinha piscavam como se quisessem arruinar tudo. Pablo tinha vinte e dois, ombros largos de quem carregava ferramenta o dia inteiro, camiseta suada colada no peito. Ele engoliu em seco quando viu o decote aberto, o vale generoso entre os seios maduros, as coxas nuas.

— Então você é o eletricista de última hora — ela disse, voz rouca, sem fechar o robe. — Entra. A instalação tá uma merda e eu preciso que funcione antes das oito.

Ele passou por ela cheirando sabonete barato e suor limpo. Clara sentiu o olhar dele descer, parar nos quadris, subir de novo. Não escondeu. Gostava. Adorava a fome crua de um macho mais novo medindo o corpo dela como se quisesse morder.

Na cozinha, ela se inclinou sobre a bancada apontando o disjuntor, e o robe abriu o bastante para mostrar a curva interna das mamas. Pablo ajoelhou para mexer nos fios, mas os olhos voltavam. Clara percebeu a marca dura nas calças dele e sorriu de canto.

— Você trabalha bem concentrado, hein? — provocou, deixando o tecido escorregar mais um centímetro. O mamilo escuro, já duro, apareceu. — Ou tá distraído com alguma coisa?

Pablo largou a chave de fenda. A voz saiu grave.

— Distraído com uma MILF safada de robe aberto me mostrando a buceta quase de graça. Desculpa a sinceridade, dona Clara, mas sonho em comer uma mulher assim. Corpo feito, peito grande, cara de quem goza alto.

Ela riu baixo, molhada já havia meia hora, a boceta raspada latejando sob o tecido fino. Abriu o robe de vez. Os peitos caíram pesados, a barriga macia, a racha lisa e brilhante de excitação.

— Então para de sonhar. Tô pingando aqui. Quero que você me foda nessa mesa. Agora. Consenso total, gato. Mete o pau nessa buceta madura até eu gritar.

Ele se levantou num pulo. As mãos grandes agarraram a cintura dela, puxaram, viraram. Clara bateu de costas na mesa de madeira, pratos tremeram. Pablo ajoelhou entre as pernas abertas dela, puxou os joelhos para os ombros dele e enterrou a cara. A língua larga lambeu de baixo pra cima, abriu os lábios inchados, enfiou fundo no buraco quente. Clara gemeu alto, dedos enfiados no cabelo curto dele, rebolando na boca voraz.

— Isso, filho da puta… come essa boceta… mais fundo…

Ele chupou o clitóris inchado, meteu dois dedos enquanto a língua trabalhava, o barulho molhado enchendo a cozinha. Clara gozou rápido, coxas tremendo, um jato quente na boca dele. Pablo engoliu, subiu lambendo a barriga, os peitos, mordeu o mamilo.

Ela escorregou da mesa, caiu de joelhos no chão frio, abriu o zíper dele com pressa. O pau saiu grosso, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-porra. Clara engoliu até a base de uma vez, garganta aberta, babando, mãos nos ovos pesados. Pablo xingou, segurou a cabeça dela e fodeu a boca em estocadas curtas. Ela engasgou, saliva escorrendo no queixo, olhando pra cima safada, deixando ele usar.

— Porra, sua puta… engole tudo…

Quando ela tirou o pau da boca, ele a virou de quatro sobre a mesa, robe jogado no chão. A bunda grande e macia ficou exposta. Pablo deu um tapa estalado, outro, marcou a pele. Enfiou de uma vez até o fundo. Clara gritou, unhas na madeira, a boceta apertando o pau grosso que batia no fundo.

— Mais forte… arrebenta essa buceta…

Ele agarrou os quadris e meteu sem piedade, o som molhado de pele batendo em pele, a mesa rangendo. Trocou de posição, deitou de costas na cadeira, puxou ela pra cima. Clara montou, encaixou o pau e sentou até engolir tudo. Cavalgaou selvagem, peitos balançando, rebolando a bunda larga pra trás e pra frente, gemendo sujo.

— Olha essa MILF te comendo… sente como eu aperto?

Pablo segurou as mamas dela, apertou, deu tapas na bunda enquanto ela subia e descia. O suor escorria entre os corpos. Ele metia de baixo, encontrando o ponto que fazia ela tremer. Clara gozou de novo, apertando o pau dele em espasmos, e ele segurou os quadris dela cravados nele, gozando fundo, jatos quentes enchendo a buceta dela, escorrendo pelas bolas.

Eles ficaram assim, ofegantes, ela ainda sentada nele, o pau amolecendo dentro. Clara sorriu safada, passou o dedo entre as pernas, pegou o esperma branco que pingava e chupou o dedo devagar, olhando nos olhos dele.

Depois, silêncio. Só a respiração diminuindo, a luz da cozinha finalmente estável, e o cheiro de sexo no ar quieto.

Rate this story

Thanks for rating
Tagged dirty-talk exhibitionism tit-exposure seduction oral

Fresh filth, nightly

The best new stories in your inbox every morning. Free, 18+, unsubscribe anytime.