Festa de Natal no Banheiro
Na festa de natal lotada, fiona arrasta warrick pro banheiro e implora pra ele foder seu cu apertado.
A casa de Bruno e Petra estava um inferno de luzes coloridas, cheiro de canela e vinho quente e o barulho ensurdecedor de uma playlist de Natal que ninguém realmente escutava direito. Corpos se espremiam no corredor, na sala, até na cozinha. Warrick, de vinte e oito anos, empinou o copo de whisky e varreu o ambiente com o olhar pela terceira vez em menos de cinco minutos — e foi aí que a viu.
Fiona.
Vinte e seis, vestido vermelho curto demais para o frio de dezembro, cabelo solto caindo sobre um ombro nu, sorriso de quem sabia exatamente o estrago que fazia. Faziam meses. Meses desde a última vez que ele tinha sentido o cheiro dela no pescoço, desde a última vez que ela tinha sumido da cidade com aquela desculpa de trabalho. Agora estava ali, do outro lado da sala lotada, e o olhar dela já o tinha encontrado.
Ela ergueu a sobrancelha, um gesto mínimo, cúmplice. Warrick sentiu o estômago contrair. Atravessou a multidão sem pressa, desviando de casais embriagados e de um cara vestido de Papai Noel de plástico barato. Quando parou na frente dela, o calor do corpo de Fiona subiu como um sopro.
— Sumiu, hein — murmurou ele, a voz baixa o bastante para se perder no barulho, mas o bastante para ela ouvir.
— Voltei — respondeu Fiona, e os dedos dela roçaram o copo dele de leve, como se pedisse licença para existir no espaço dele. — Sentiu falta?
Warrick não respondeu com palavras. Apenas inclinou a cabeça, o olhar descendo pela linha do decote dela, pela curva dos seios apertados no tecido fino, pela coxa descoberta. Fiona deu um passo à frente, quase colada nele no meio da festa, e o joelho dela esbarrou na perna dele de propósito.
— Eu senti — sussurrou ela, os lábios quase tocando a orelha dele. — Senti falta da sua mão. Do seu pau. De como você me deixa molhada só de me olhar desse jeito.
O sangue de Warrick desceu numa só pancada. Ele pousou a mão livre na cintura dela, o polegar entrando por baixo da borda do vestido, sentindo a pele quente. Ao redor, ninguém prestava atenção de verdade — risadas, brinde, alguém gritando o refrão de uma música. O toque dele era discreto, mas o corpo de Fiona reagiu imediatamente: ela arqueou de leve, o peito subindo contra o peito dele.
— Fiona…
— Estou molhada agora — continuou ela, a voz embargada de desejo puro, sem vergonha. — Só de pensar no que você poderia fazer comigo. Em como você me abriria. Em como encheria…
Ele apertou a cintura dela com mais força. O whisky no copo tremeu. Fiona sorriu contra a pele do pescoço dele, e os dedos dela deslizaram pela frente da camisa dele, contornando o peito, descendo até a fivela do cinto sem chegar a abrir. Só ameaçando.
A música mudou para algo mais lento, mais sujo. Alguém apagou parte das luzes da sala. Fiona puxou Warrick pelo tecido da camisa e o arrastou para o meio das pessoas que já dançavam coladas. O corpo dela encaixou no dele como se nunca tivesse saído dali. O assento do vestido curto subiu um pouco quando ela girou os quadris contra a ereção dele, já dura, já gritante sob a calça.
— Porra, Fiona — rosnou ele no ouvido dela, a mão descendo para a curva da bunda dela por cima do tecido.
Ela pegou o pulso dele com firmeza e, sem hesitar, guiou a mão dele para debaixo da barra do vestido. A pele da coxa interna estava quente, macia, e mais acima…
Nada.
Sem calcinha. A bunda nua sob o dedo dele, a fenda já úmida quando as pontas dos dedos dele roçaram os lábios dela por trás. Fiona soltou um gemido baixo, abafado contra o ombro dele, e empurrou o quadril para trás, pedindo mais contato.
— Tô sem nada — sussurrou ela, ofegante, os olhos brilhando. — Vim assim por você. Pensei nisso o caminho inteiro. No seu dedo entrando. No seu pau me abrindo.
Warrick enfiou dois dedos entre as nádegas dela o bastante para sentir o calor do cu apertado e a umidade que já escorria da boceta. Fiona tremeu inteira, as unhas cravando no ombro dele por cima da camisa. Alguém esbarrou neles por trás; ela só riu, um riso sujo, e se esfregou mais nele, a mão dela descendo agora para apertar o volume duro da calça dele com a palma inteira.
— Me leva — pediu ela, a voz rouca. — Agora. Antes que eu goze no meio dessa porra de sala.
Warrick não precisou de segundo convite. Segurou o pulso dela e cortou caminho pela multidão, subindo a escada do segundo andar dois degraus por vez enquanto Fiona subia atrás, o vestido subindo perigosamente a cada passo. No corredor escuro, ela já estava puxando a gola da camisa dele, beijando a boca dele com língua e dente, a mão dele de novo sob o vestido, apertando a carne macia da bunda dela como se quisesse marcar.
A porta do banheiro do fundo cedeu. Warrick empurrou Fiona para dentro, ela puxou ele junto, e o trinco bateu com um estalo seco. A luz amarela do espelho iluminou o rosto corado dela, a boca inchada, o peito subindo e descendo rápido. Fiona se apoiou na pia, as pernas abertas, e puxou a barra do vestido até a cintura, mostrando tudo: a boceta depilada e brilhante de tesão, o cu apertado entre as nádegas firmes, esperando.
— Olha pra mim — disse ela, sem rodeio, a voz baixa e urgente. — Eu quero sentir o teu pau bem fundo na minha bunda esta noite. Quero que você me abra devagar e depois me foda até eu não conseguir ficar de pé. Faz meses que eu sonho com isso. Com você me enchendo aí atrás, me esticando, me fazendo gozar só com o cu.
Warrick avançou, a ereção latejando, e prendeu o quadril dela contra a pia fria. A mão dele deslizou entre as nádegas dela de novo, o polegar pressionando o anel apertado sem ainda entrar, só sentindo o tremor dela. Fiona gemeu alto, sem se importar se alguém no corredor ouvia, e espalmou a mão na frente da calça dele, abrindo o cinto com dedos apressados.
— Me fala que vai me foder — implorou ela, os olhos escuros de luxúria, o cu se contraindo contra o polegar dele. — Me fala que vai enfiar tudo. Eu aguento. Eu quero. Quero sentir você pulsar lá dentro enquanto eu gozo escorrendo na tua mão.
Ele beijou a boca dela com fome, a língua invadindo, enquanto os dedos dele finalmente molhavam no mel da boceta dela e voltavam para espalhar a lubrificação natural em volta do cu. Fiona arqueou as costas, empurrando a bunda para trás, oferecendo, pedindo, o vestido amassado na cintura, as pernas tremendo de antecipação.
Lá fora, a festa continuava a todo volume — risadas, música, o tilintar de copos. Lá dentro, o ar estava pesado de desejo. Warrick tirou o cinto por completo, a calça caindo o bastante para a rola grossa e latejante saltar livre, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Fiona olhou para baixo, lambeu os lábios e abriu mais as pernas, as mãos segurando as próprias nádegas para se mostrar melhor a ele.
— Enfia — sussurrou ela, a voz quebrada de tesão. — Por favor, Warrick. Me fode o cu. Me usa. Eu tô te pedindo.
Ele posicionou a cabeça grossa do pau bem na entrada apertada dela, o calor dela lambendo a glande, o anel se abrindo só o suficiente para provar a pressão. Fiona soltou um gemido longo, a testa caindo contra o espelho embaçado, o corpo inteiro tenso de expectativa. O primeiro centímetro já a fazia tremer; o segundo a fazia morder o lábio até quase sangrar de prazer.
Mas ele parou ali. Segurou. O polegar dele ainda acariciava a boceta inchada dela enquanto a ponta do pau pulsava contra o cu, prometendo, ameaçando, adiantando o que vinha. Fiona rebolou para trás, tentando engolir mais, o cu se abrindo e se fechando em volta da glande numa fome desesperada.
— Não para — implorou ela, a voz falhando. — Entra. Me enche. Eu preciso sentir você inteiro essa noite.
Warrick segurou os quadris dela com as duas mãos, os dedos cravados na carne macia, e empurrou mais um pouco — só o bastante para o anel dela se esticar ao redor da cabeça inchada, o calor interno já sugando, já pedindo o resto. O gemido que saiu da garganta de Fiona foi puro, sujo, cheio de meses de espera. Do lado de fora, passos passaram pelo corredor; ninguém bateu. Lá dentro, o banheiro cheirava a sexo e perfume barato de festa, e o espelho já começava a embassar com a respiração ofegante dos dois.
Ele se inclinou sobre as costas dela, a boca no ouvido quente de Fiona, a rola ainda só parcialmente dentro, latejando, prometendo o fundo que ela tanto pedia — e ainda não entregando por completo.
— Vai sentir — murmurou ele, a voz rouca de quem mal se continha. — Vai sentir tudo.
Ele puxou o quadril para trás só o bastante para a cabeça grossa escapar do anel apertado dela com um estalo úmido. Fiona soltou um gemido frustrado, mas já se virava antes que ele protestasse. As pernas dela tremeram ao ajoelhar no chão frio do banheiro, o vestido ainda amassado na cintura, os seios quase saltando do decote. Ela agarrou o pau latejante de Warrick com as duas mãos, a boca se abrindo voraz.
— Deixa eu chupar primeiro — murmurou, a voz rouca. — Quero te sentir inteiro na língua.
A boca quente engoliu a glande de uma vez só. Fiona desceu devagar, lambendo a veia grossa na parte de baixo, a saliva já escorrendo pelos cantos dos lábios. Warrick soltou um grunhido baixo, a mão enterrando nos cabelos dela. Ela chupava com vontade, a cabeça balançando, a garganta se abrindo para aceitar mais, o pau brilhando de saliva espessa. A língua dela rodava na cabeça, sugava forte, descia até quase a base, o nariz encostando no osso pélvico dele. Fiona olhou para cima, os olhos marejados de tesão, enquanto a baba pingava no queixo e caía nos seios. Ela masturbava o que não cabia na boca, o polegar esfregando as bolas pesadas, e o som molhado de chupada enchia o banheiro pequeno.
— Porra, Fiona… assim não — ele rosnou, puxando o cabelo dela com cuidado. — Vou gozar na tua boca se continuar.
Ela soltou o pau com um estalo sujo, um fio de saliva ligando a língua à glande. Fiona se levantou depressa, virou de costas de novo, apoiou as mãos na pia e empinou a bunda alta, abrindo as nádegas com os próprios dedos.
— Então chupa meu cu agora — pediu, a voz trêmula. — Dede ele. Me deixa louca antes de enfiar.
Warrick ajoelhou atrás dela. A língua quente passou primeiro pela fenda molhada da boceta, subindo devagar até o cu rosado e apertado. Ele lambeu o anel com a ponta da língua, depois chupou de leve, sentindo Fiona tremer e empurrar para trás. Dois dedos molhados na boceta dela coletaram o mel escorrendo e voltaram para o cuzinho. O indicador pressionou, entrou devagar, rodou por dentro enquanto a língua continuava lambendo ao redor. Fiona gemeu alto, a testa batendo no espelho embaçado.
— Isso… mais fundo — ela ofegou. — Coloca outro. Me abre.
O segundo dedo entrou, esticando o anel. Warrick os moveu em tesoura devagar, chupando e lambendo, a saliva misturando com o gosto dela. Fiona rebolava contra a boca e os dedos dele, o cu se contraindo guloso, os gemidos saindo cada vez mais altos, sem se importar com a festa lá fora. Quando ela já estava tremendo, o cu brilhando e macio, ele se levantou.
A cabeça do pau entrou primeiro na boceta encharcada. Fiona soltou um grito abafado. Warrick enfiou até o talo de uma vez, sentindo as paredes quentes e escorregadias apertarem. Fodeu com estocadas longas e profundas, o som molhado ecoando, a lubrificação natural cobrindo o pau inteiro. Depois de uma dezena de investidas, retirou-se pingando e posicionou de novo no cu.
— Respira — murmurou, a voz grossa.
Empurrou devagar. A cabeça sumiu, o anel se esticando ao redor da grossura. Fiona gemeu longo, as unhas arranhando a pia. Centímetro por centímetro ele entrou, o cu dela engolindo tudo até as bolas baterem na boceta. Parou ali, enterrado até o fim, sentindo as contrações desesperadas.
— Me fode — ela pediu, rebolando. — Mais forte. Tapa na bunda.
Warrick puxou quase para fora e cravou de novo, começando um ritmo constante. As estocadas batidas faziam a bunda dela tremer. A mão dele desceu forte, um tapa seco na carne macia, depois outro. Fiona gritou de prazer, empurrando para trás para encontrar cada investida.
— Assim… porra, assim — ela gemia. — Mais fundo. Me usa. Quero sentir você latejando aí dentro.
Ele alternava: três, quatro estocadas ritmadas e profundas, depois um tapa que deixava a pele vermelha. Fiona rebolava sem parar, o cu se abrindo e apertando em volta do pau grosso, a boceta escorrendo pelas coxas. O banheiro cheirava a sexo, o espelho completamente embaçado. Warrick segurou os quadris dela com força, fodeu mais rápido, a cabeça do pau esfregando fundo em cada entrada. Fiona chegou primeiro. O corpo inteiro tremeu, o cu se fechando em espasmos violentos ao redor dele enquanto ela gozava alto, as pernas fraquejando, o orgasmo rolando em ondas que a faziam escorrer ainda mais.
Ele continuou enfiado até o talo enquanto ela se contraía ao redor, sentindo cada pulsação. Quando o tremor dela diminuiu, Fiona se soltou com um gemido, virou-se e ajoelhou de novo. Olhou nos olhos dele, a boca aberta, a língua para fora.
— Goza em mim — pediu. — Na língua. Nos peitos. Quero ver.
Warrick masturbou o pau brilhando de saliva e do mel dela. Dois, três puxões e gozou forte. Jatos quentes e espessos acertaram a língua de Fiona, o queixo, escorreram para os seios expostos. Ela manteve o olhar preso no dele o tempo todo, engolindo o que caía na boca, a mão espalhando o resto pelos peitos. O último jato escorreu devagar enquanto ele ofegava.
Eles se limparam rindo baixo, com o papel higiênico e a toalha úmida. Fiona subiu o vestido, Warrick fechou a calça. Ela o puxou para um beijo safado, a língua ainda com gosto de porra, e sussurrou contra a boca dele:
— Próxima festa a gente repete. Talvez com mais gente escutando.
Ele sorriu, apertou a bunda dela por cima do tecido. Fiona saiu primeiro, o cabelo um pouco bagunçado, o rosto corado. Warrick esperou um minuto e saiu depois, o coração ainda acelerado.
No corredor escuro, porém, algo pesou. Fiona desceu a escada sentindo o cu latejar gostoso, o segredo quente entre as pernas — mas o olhar dela buscou a sala lotada e parou num casal rindo perto da árvore. Por um segundo a imagem de meses atrás voltou: a mensagem não respondida, a desculpa de trabalho, o vazio que ela fingira não existir. Warrick desceu logo atrás, ainda com o gosto dela na boca, e pela primeira vez desde que a viu na festa o peito apertou de um jeito errado. Eles se separaram na multidão sem se tocar de novo. O whisky que ele pegou na cozinha tinha gosto amargo. Fiona aceitou um copo de vinho quente de uma desconhecida e riu alto demais de uma piada qualquer, mas por dentro a dúvida já crochava: aquilo tinha sido só foda de banheiro ou ela acabara de reabrir uma porta que devia ter ficado trancada? Lá fora a festa continuava. Lá dentro, o prazer ainda escorria, misturado agora com um arrependimento fino e teimoso que nenhum orgasmo apagava.
Rate this story
Popular Collections
Browse Categories