Apenas os Dois na Jacuzzi
Emmett fode o cu apertado da esposa na jacuzzi.
O chalé ficava no fim da estrada de terra, engolido pelo pinheiral denso das montanhas. Lá embaixo, a cidade era só um rumor distante; aqui só existiam o vento frio batendo nas madeiras e o barulho constante da água borbulhando na jacuzzi do deck. Emmett abriu a porta de correr ainda com as botas de trilha na mão, o cabelo escuro grudado na testa de suor. Monica veio atrás, a camiseta molhada colada nos peitos, o short colado na bunda arredondada.
— Porra, tô destruída — ela riu, chutando as botas para o canto. — Mas destruída de um jeito bom.
Ele não respondeu com palavras. Puxou a própria camisa pela cabeça, depois o short, e ficou nu sob a luz amarelada do deck. O pau já pesava grosso entre as coxas, semi-duro só de olhar a mulher se despindo. Monica tirou tudo sem pressa, seios firmes balançando, peitos com mamilos duros pelo friozinho da noite, a boceta raspada brilhando um pouco entre as pernas. Os dois entraram na água quente ao mesmo tempo. O vapor subiu imediatamente, enrolando os corpos molhados, o calor contrastando com o ar gelado das montanhas.
Emmett se acomodou no banco submerso, abrindo os braços. Monica foi direto pro colo dele, de costas primeiro, a bunda pressionando a coxa dele enquanto a água borbulhava em volta. O pau dele subiu de vez contra a curva dela.
— Senti isso — ela murmurou, virando o rosto. — Seu pau já tá duro pra caralho.
— Porque você tá pelada esfregando essa bunda gostosa em mim depois de um dia inteiro te vendo trepar na trilha com aquele short enfiado no cu — ele respondeu, a voz rouca, as mãos subindo pelas costelas dela até apertar os peitos molhados. Os polegares roçaram os mamilos. Monica arqueou as costas, gemendo baixo.
A conversa foi ficando suja como a água ficava turva com o movimento deles. Emmett chupou o pescoço dela, mordendo de leve, enquanto ela falava de como tinha ficado molhada só de sentir o olhar dele na trilha, de como queria algo mais safado do que a foda de sempre.
— Eu ando fantasiando com uma putaria mais pesada — confessou ela, a voz embargada de tesão, a mão descendo por baixo d’água e pegando o pau grosso dele com firmeza. A mão deslizou do saco até a cabeça, apertando. — Quero sentir você me arrombando de verdade. Quero meu cu esticado no seu pau.
Emmett soltou um gemido gutural. O pau latejou forte na mão dela.
— Fala direito, porra. O que você quer exatamente.
Monica virou no colo dele, agora de frente, as pernas abertas straddling as coxas dele. A boceta molhada — e não era só da água da jacuzzi — roçou de cima a baixo no pau duro, o clitóris inchado raspando na glande. Ela beijou a boca dele com fome, língua grossa, saliva misturada com o gosto de suor e desejo. Emmett agarrou a bunda dela com as duas mãos, abrindo as nádegas debaixo d’água, os dedos escorregando na fenda molhada até achar o cuzinho apertado.
— Eu quero você bem fundo na minha bunda hoje — ela sussurrou colada no ouvido dele, a voz tremendo enquanto rebolava, esfregando a boceta inteira no pau. — Quero seu pau grosso me abrindo devagar e depois me foder sem dó. Quero gozar com o cu cheio de porra. Tô louca pra isso, Emmett. Olha como eu tô pingando só de imaginar.
Ele enfiou um dedo molhado no anelzinho rosado dela. O cu de Monica apertou logo de cara, quente, estreito pra caralho. Ela gemeu alto contra a boca dele, as unhas cravando nos ombros largos.
— Aí… porra, isso… mais fundo — pediu ela, empurrando a bunda pra trás contra o dedo. — Mete outro. Abre esse cu pra você.
Emmett meteu o segundo dedo, abrindo e fechando, massajando por dentro enquanto o polegar encontrava o clitóris inchado dela e esfregava em círculos firmes. Monica cavalgava os dedos dele e o pau ao mesmo tempo, a boceta escorregadia batendo na base do pau a cada movimento. A água batia nas beiradas da jacuzzi com o rebolado dela. O vapor subia entre os peitos colados, o cheiro de sexo já misturado com o cloro e a madeira molhada.
— Você quer isso pra caralho mesmo — ele rosnou, enfiando os dedos até o fundo, sentindo o anel apertar e soltar. — Seu cuzinho tá sugando meus dedos igual uma putinha desesperada.
— Sou sua putinha — ela confirmou, beijando ele de novo, mordendo o lábio inferior. — E eu quero seu pau. Agora. Me fode o cu, Emmett. Porra, me arromba.
Ele tirou os dedos devagar. Monica tremeu. Ela se levantou na água, virou de costas e se apoiou na borda da jacuzzi, peitos esmagados contra a madeira molhada, a bunda empinada pra fora da água o suficiente pra ele ver tudo: a boceta inchada e brilhando, o cuzinho rosado piscando, ainda meio aberto dos dedos. Emmett se posicionou atrás, a cabeça grossa do pau roçando primeiro na boceta dela só pra se untar no tesão, depois subindo e pressionando contra o anel apertado.
— Respira fundo — ele mandou, a voz rouca de tesão. — Vou entrar devagar.
Empurrou. A cabeça abriu o cuzinho com resistência gostosa, o anel esticando em volta da glande. Monica gemeu alto, um som rouco e sujo, a testa caindo na borda.
— Aih, caralho… tá grosso pra porra… continua… não para…
Emmett foi enterrando centímetro por centímetro, vendo o pau sumir dentro daquele cu apertado, a pele rosada esticada no máximo ao redor da grossura dele. Quando o saco bateu na boceta dela, ele parou, respirando pesado, as mãos abrindo ainda mais as nádegas pra ver o encaixe perfeito.
— Seu cu tá me engolindo inteiro — ele falou, sujo, começando a meter. — Tá tão apertado que parece que vai me esmagar.
Começou devagar, longas estocadas que saíam quase inteiras e voltavam fundo, depois acelerou. A água batia forte com o embalo. Monica gritava de prazer a cada soco no fundo do cu, pedindo mais, pedindo mais forte. Emmett enfiou a mão por baixo e achou o clitóris dela, esfregando rápido e sujo enquanto metia fundo no cu. O corpo dela tremeu inteiro.
— Isso, fode meu clitóris também… porra, Emmett, tô gozando… vai me fazer gozar com o pau no cu…
Ele puxou ela pra trás, saindo quase todo, e a virou na água. Monica montou de costas nele na cavalgada invertida, as mãos na borda da jacuzzi, a bunda descendo direto no pau. Ele segurou a cintura dela e puxou com força pra baixo no mesmo instante em que ela rebolava desesperada, engolindo o pau inteiro de uma vez no cu. O som era obsceno: água batendo, pele molhada estalando, os gemidos dela altos e sem vergonha.
— Rebola nessa porra — ele rosnou, socando pra cima, o pau martelando fundo. — Usa esse cu pra gozar no meu pau.
Monica rebolava como se a vida dela dependesse disso, a bunda batendo no colo dele, o cu se abrindo e fechando guloso a cada descida. Emmett enfiou os dedos de novo no clitóris dela, esfregando sem piedade. O orgasmo veio primeiro nela: o corpo inteiro engessou, o cu apertou numa garganta quente e rítmica ao redor do pau dele, e ela gritou o nome dele enquanto gozava, a boceta contraíndo no vazio, líquidos se misturando com a água da jacuzzi.
O aperto dela puxou ele junto. Emmett segurou a cintura com força bruta, enterrou o pau até o saco e gozou fundo no cu dela, jatos quentes e grossos enchendo o interior apertado. Cada pulsação fazia ele gemer baixo e sujo, descarregando tudo dentro, sentindo a porra vazar um pouco ao redor do pau ainda enterrado.
Eles ficaram assim, ofegantes, a água ainda borbulhando em volta dos corpos trêmulos. Emmett tirou o pau devagar do cu arrombado de Monica — o anelzinho rosado ficou aberto por um segundo, a porra branca escorrendo devagar pela boceta e sumindo na água quente. Ela ainda tremia de prazer, as coxas fraquejando. Ele puxou ela de volta contra o peito, os dois abraçados na água, o vapor subindo entre eles. Monica virou o rosto e deu um beijo molhado, profundo, a língua preguiçosa e satisfeita, mas os olhos ainda queimando de tesão.
A mão dela desceu de novo por baixo d’água e encontrou o pau dele, ainda semi-duro e sujo da própria porra e do cu dela. Apertou devagar, provocando.
— Ainda não acabou — sussurrou contra a boca dele, a voz rouca. — Eu quero mais. Quero você me fodendo de novo antes da gente sair daqui… e depois quero chupar esse pau limpinho com gosto do meu cu.
Emmett sorriu contra os lábios dela, a mão descendo de novo para abrir as nádegas e enfiar dois dedos de uma vez no cu ainda mole e cheio de porra. Monica gemeu no beijo, empurrando pra trás.
Lá fora, o vento gelado das montanhas uivava entre os pinheiros, mas dentro da jacuzzi só existia o calor sujo e a promessa de que a noite ainda estava só começando.
Emmett enfiou os dois dedos até o fundo no cu ainda escorregadio de Monica, torcendo devagar, sentindo a porra quente dele escorrer pelos knucks enquanto o anel mole dela se abria sem resistência. Ela gemeu no beijo, a língua preguiçosa chupando a dele, a mão apertando o pau semi-duro que já voltava a engrossar sob os dedos sujos dela.
— Porra, tu tá me abrindo de novo… — ela sussurrou, a voz rouca, rebolando contra a mão dele. A água borbulhava em volta da cintura, o vapor subindo entre os peitos colados. — Continua. Quero sentir teus dedos me arrombando enquanto eu te chupo.
Ele tirou os dedos devagar, o cu dela fazendo um som molhado e obsceno ao soltar. Monica se virou no colo dele, ajoelhando-se na água rasa do banco, as mãos na borda da jacuzzi para se apoiar. Os seios molhados balançaram, mamilos duros roçando a madeira. Emmett se acomodou melhor, as pernas abertas, o pau grosso e veiado apontando pra cima, ainda brilhando de porra e do cu dela. Ela baixou a cabeça sem pressa, a língua saindo pra lamber a glande suja do próprio gozo misturado com o gosto amargo e doce do cuzinho.
— Caralho, que porra gostosa… — ela murmurou contra a cabeça do pau, chupando devagar, a língua girando em círculos sujos. O gosto do cu dela no pau dele fez o pau latejar forte na boca quente. Monica engoliu a cabeça inteira, as bochechas cavando, a mão masturbando a base enquanto chupava com fome. Saliva misturada com porra escorria pelo queixo dela, caindo na água. Emmett agarrou o cabelo molhado dela, puxando de leve, enfiando mais fundo na garganta.
— Isso, chupa esse pau nojento… limpa ele com essa boca de puta — ele rosnou, a voz baixa e suja. — Sente o gosto do teu cu na minha pica. Tu pediu pra arrombar, agora engole tudo.
Monica gemeu ao redor do pau, a vibração fazendo ele tremer. Ela chupava fundo, quase engasgando, a língua roçando a veia grossa na parte de baixo, a outra mão descendo pra massagear o saco pesado. A cada subida ela lambia a fenda, recolhendo a porra residual, depois descia de novo até o nariz tocar o osso da púbis. Emmett metia a bunda pra cima, fodendo a boca dela devagar no começo, depois mais rápido, a água batendo nas coxas. O cu de Monica ainda piscava aberto atrás, a porra dele escorrendo devagar pela fenda até a boceta inchada.
Ela tirou a boca com um estalo molhado, um fio de saliva ligando os lábios ao pau brilhante.
— Tá duro pra caralho de novo… quero mais. Quero tu me fodendo o cu de novo, bem fundo, até eu gritar — ela disse, a voz embargada, os olhos brilhando de tesão. Monica se virou de costas outra vez, empurrando a bunda pra fora da água, as nádegas abertas pelas próprias mãos. O cuzinho rosado ainda meio aberto, pingando branco, a boceta embaixo toda molhada e inchada. — Mete. Arromba esse cu de novo, Emmett. Não vai devagar dessa vez.
Ele se levantou atrás dela, a cabeça grossa do pau pressionando direto no anel frouxo. Empurrou de uma vez, o pau inteiro sumindo no cu dela num único golpe fundo. Monica gritou alto, o som ecoando no pinheiral, a testa batendo na borda da jacuzzi.
— Aih, porraaaaa… sim, assim… me fode sem dó!
Emmett agarrou a cintura dela com as duas mãos, puxando a bunda contra ele enquanto metia forte, estocadas longas e brutais. O pau saía quase inteiro, a glande puxando o anel pra fora, depois entrava de novo até o saco bater molhado na boceta. A água da jacuzzi batia forte nas beiradas com o embalo, espirrando pros lados. Cada soco fazia o cu dela engolir o pau com um barulho obsceno de carne molhada, o anel rosado esticado no máximo ao redor da grossura.
— Teu cu tá uma putinha gulosa… tá me mamando inteiro — ele falava sujo, metendo mais rápido, a mão descendo pra esfregar o clitóris inchado dela em círculos rápidos e sujos. — Olha como abre pra mim… cheio da minha porra e ainda pedindo mais.
Monica rebolava pra trás encontrando cada estocada, os peitos esmagados na madeira, gemendo alto e sem vergonha.
— Mais forte… arromba… quero sentir teu pau me abrindo até doer gostoso… porra, Emmett, tô gozando de novo… continua esfregando minha boceta…
Ele acelerou, o pau martelando fundo no cu quente e apertado, o polegar pressionando o clitóris dela sem piedade. O corpo de Monica tremeu inteiro, as coxas tremendo na água. O segundo orgasmo veio violento: o cu apertou numa garganta rítmica ao redor do pau dele, contraindo e soltando em ondas quentes, e ela gritou o nome dele enquanto a boceta jorrava um pouco de líquido misturado com a água. Emmett segurou firme, fodendo através do aperto, sentindo o cu dela sugar cada centímetro.
— Isso… goza no meu pau, sua puta… aperta esse cu gostoso — ele rosnou, sem parar. Quando o aperto dela afrouxou um pouco, ele saiu de repente, o pau inchado e pulsando. Monica gemeu de frustração, o cuzinho ficando aberto e vazando porra branca pela fenda.
— Vira pra mim — ele mandou. Ela obedeceu, virando de frente, as costas contra a borda, as pernas abertas e elevadas na água. Emmett se encaixou entre as coxas dela, enfiando o pau de novo no cu de uma vez só, fundo até o fim. Agora cara a cara, ele metia pra cima, as mãos apertando as nádegas dela, abrindo ainda mais. Monica enrolou as pernas na cintura dele, puxando pra dentro.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo o cu — ele falou, a voz rouca, beijando a boca dela com fome, mordendo o lábio. A língua dela entrava na boca dele enquanto o pau martelava o interior apertado. A cada estocada a água borbulhava entre eles, os peitos dela batendo no peito peludo dele. Emmett desceu a boca pro pescoço, chupando e mordendo, depois pros mamilos duros, chupando um depois o outro enquanto metia fundo.
Monica cavalgava o pau dele de baixo, rebolando a bunda pra engolir tudo.
— Mais fundo… enche meu cu de novo… quero tua porra quente escorrendo pra fora enquanto tu me fode — ela pediu, as unhas cravando nas costas largas dele. — Sou tua putinha do cu… usa ele como quiser.
Ele tirou o pau de novo, puxou ela pra cima e a virou de quatro na beira da jacuzzi, o peito na madeira, a bunda alta fora da água. Emmett se posicionou atrás, ajoelhando no banco submerso, e enfiou de uma vez. Agora as estocadas eram animais, rápidas e profundas, o saco batendo molhado na boceta a cada soco. A mão dele desceu de novo pro clitóris, esfregando rápido enquanto o polegar da outra mão abria ainda mais o anel ao redor do pau.
— Tá me vendo te arrombar? Tá vendo teu cuzinho engolir minha pica inteira? — ele rosnava, suado, o cabelo grudado. — Vai gozar de novo com o cu cheio… eu quero sentir.
Monica gritava a cada batida, a voz falhando.
— Sim… tô vendo… porra, tá tão fundo… meu cu tá teu… mete… mete mais forte… aih, caralho, tô gozando… Emmett, me faz gozar com o pau no cu…
O terceiro orgasmo veio em ondas, o corpo dela engessando, o cu apertando numa porra de limpa-caralho quente e rítmico. Emmett sentiu o aperto puxar ele pro fundo. Ele enterrou até o saco, segurando a cintura com força bruta, e gozou de novo lá dentro, jatos grossos e quentes enchendo o cu já cheio. Cada pulsação fazia ele gemer baixo e sujo, descarregando tudo, sentindo a porra vazar ao redor do pau ainda enterrado, escorrendo pela boceta e pingando na água turva.
Ele ficou assim por um longo momento, ofegante, o pau ainda latejando dentro do cu mole e quente dela. Depois tirou devagar, o anelzinho rosado ficando aberto e pulando, a porra branca escorrendo em fios grossos pela fenda, misturando com a água. Monica desabou de bruços na borda, o corpo inteiro tremendo de prazer residual, as coxas fraquejando. Emmett se sentou no banco, puxando ela pra trás, de costas contra o peito largo dele. Os dois afundaram na água quente até o pescoço, o vapor subindo entre os corpos molhados e suados.
Ela virou o rosto, dando um beijo lento e molhado na boca dele, a língua preguiçosa. A mão dele desceu de leve pela barriga dela, parando sem pressa na boceta ainda sensível, só acariciando devagar. O cu dela ainda latejava aberto contra a coxa dele, pingando o resto da porra na água.
— Caralho… isso foi… — ela sussurrou, a voz rouca e satisfeita, os olhos semicerrados de prazer. — Meu cu tá destruído gostoso.
Emmett sorriu contra o pescoço dela, beijando a pele quente, a mão ainda acariciando devagar entre as pernas. O vento gelado uivava lá fora entre os pinheiros, mas na jacuzzi só restava o calor sujo dos corpos colados, o borbulhar constante e o gosto de sexo ainda na boca. Eles ficaram assim, ofegantes, abraçados na água turva, o pau dele macio contra a bunda dela, o cuzinho ainda escorrendo devagar.
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